0

Carreira > Profissional deve evitar expor sua religião no ambiente de trabalho

Publicado no Portal InfoMoney, no dia 28 de outubro de 2011

Por Karla Santana Mamona

Diz a sabedoria popular que religião não se discute. A medida se encaixa perfeitamente no ambiente de trabalho. Mas se a discussão deve ser evitada, será que o profissional pode expor a sua religiosidade diante dos colegas e chefe?

Para a diretora-executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, o profissional deve evitar ao máximo conversas sobre a sua religião e seus compromissos religiosos. “Este tipo de assunto não é adequado no ambiente de trabalho. Uma coisa é a fé, a outra é o trabalho”, explica.

Marisa afirma também que não é indicado ter sobre a mesa de trabalho objetos relacionados à religião, como imagens de santos, a bíblia, calendários, canetas, agendas, entre outros. Já a headhunter da De Bernt Entschev, Renata Perrone, acredita que não tem problema ter alguns destes itens, entretanto, ele deve ser limitado ao espaço físico que a pessoa ocupa na empresa, ou seja, à sua sala ou mesa.

“A pessoa até pode demostrar a sua fé, mas tem de existir um limite. Por exemplo, se ele gosta de rezar antes de uma reunião, ele pode fazer isso, mas em silêncio”, diz. Ela acrescenta ainda que o profissional não deve jamais tentar converter o colega durante o horário do expediente.

Compromissos religiosos
Sobre ter algum tipo de compromisso ou “regra” que tem de cumprir por causa de religião, é fundamental que, antes de ser contratado, que o profissional converse com o recrutador sobre o assunto, assim ele decidirá se o perfil do candidato se encaixa na vaga de emprego.

Renata explica que em alguns casos não é necessário falar especificamente sobre a religião. Por exemplo: se um dia na semana o profissional faz um curso na igreja em que frequenta; durante o processo seletivo, ele pode mencionar que faz um curso, mas não é necessário dizer do que se trata, somente se o empregador perguntar.

De acordo com a especialista, a religião pode ser citada no processo de seleção, mas de uma maneira discreta e no momento pertinente. “Ele pode dizer que vai à igreja nas suas horas de folga, mas não é preciso se alongar muito no assunto”.

Já se a religião do profissional não permitir algumas atividades, como trabalhar durante algum dia da semana, usar calças no caso da obrigatoriedade de uniforme, entre outros, é fundamental que o profissional converse sobre o assunto durante a entrevista de emprego, desta maneira a empresa analisa se o candidato se encaixa no perfil de vaga oferecida.

  • Categorias: Carreira
  • 0

    Carreira > Existe receita para o sucesso profissional?

    Antes de avaliar alguns fatores que contribuem para a realização profissional, é preciso esclarecer que sucesso é um conceito relativo. As pessoas têm interpretações variadas para essa palavra devido a diferentes fatores, que podem se situar tanto na esfera profissional quanto pessoal. Altos salários, por exemplo, não são garantia de satisfação com as atividades realizadas no trabalho.

    Podemos afirmar, no geral, que sucesso é alcançar o que a sociedade define como conjunto de conquistas. Será que pensar dessa maneira, entretanto, não levaria os profissionais a realizarem sonhos coletivos e se esquecerem de seus próprios anseios e vontades?

    Não existe uma receita única para se alcançar o tão sonhado sucesso profissional. Existem algumas diretrizes que podem nortear o indivíduo a agir em busca de seus desejos. É preciso se perguntar, primeiro, o que te faz sentir realizado. O que você gosta de fazer? Qual é o seu maior objetivo profissional? O que pretende alcançar? O que você almeja com aquele emprego? Saber o que deseja, o que te motiva, o que faz você ficar satisfeito, já é um grande avanço.

    Depois de definir as metas, o segredo é se manter centrado. Direcione sua vida e se planeje para conquistar aquilo que idealizou. Disciplina e foco são ingredientes fundamentais.

    Trace desafios e organize-se para cumprí-los. Procure estar bem informado, leia, pesquise. Esteja aberto para novidades, tanto para aprender quanto para compartilhar ideias. A sociedade valoriza as pessoas capazes de trabalhar em equipe, que saibam se relacionar e conviver bem com as diferenças dos outros profissionais. Um projeto de sucesso só é bem construído se executado por pessoas com características que se complementam.

    Se o seu desejo é assumir uma posição de liderança na empresa em que trabalha, organize-se e trabalhe para isso. Realize suas tarefas de forma assertiva, saiba antecipar problemas, proponha soluções e ponha as tarefas em prática, saiba motivar seus colegas de trabalho. Agora, caso você queira deixar o mercado de trabalho para investir na carreira acadêmica, saiba que terá que abrir mão de alguns momentos de lazer para estudar.

    Vale ressaltar que os profissionais mais bem-sucedidos são aqueles que souberam alinhar os desejos profissionais com os anseios pessoais. Lembre-se que o trabalho deve te proporcionar, antes de tudo, satisfação pessoal e gerar contribuição para a coletividade.

    Que tal fazer um exercício para avaliar seu contexto profissional atual? Quais os benefícios têm recebido atualmente? Para onde sua carreira está te levando pessoal e coletivamente?

  • Categorias: Carreira
  • 0

    Tendências > Organizações > Investir em motivação profissional é investir na empresa

    Os líderes organizacionais, além de exercerem funções de gerência e comando, são também responsáveis por criar condições que garantam a motivação da equipe de trabalho.

    Profissionais e empresas compartilham das mesmas expectativas. Enquanto os primeiros, estão em busca de um bom emprego e de uma carreira sólida, as empresas estão em busca de metas e resultados. A exigência é praticamente a mesma, portanto, investir e estimular o colaborador no ambiente de trabalho é garantia de retorno para os seus negócios. Um funcionário motivado pessoal e profissionalmente exerce suas funções com muito mais ânimo e satisfação, o que gera retorno para a empresa.

    Escritório da Google em Palo Alto, Vale do Silício, na Califórnia

    Investir na motivação profissional de um funcionário não significa, entretanto, aumentar o salário e o número de benefícios. A garantia de retorno financeiro compatível com as funções exercidas não é a única estratégia capaz de manter a motivação do colaborador. Os jovens da geração Y, por exemplo, dão muito mais valor a fatores como flexibilidade de horário, reciclagem profissional, descontos e vantagens do que no salário.

    Os funcionários precisam de estímulos, desejam se sentir indispensáveis dentro do ambiente corporativo e que seus líderes confiem em suas competências. Uma das estratégias é oferecer treinamentos e investir em cursos e workshops, o que traz benefícios tanto para o colaborador quanto para a empresa. O empregado agrega experiências em sua formação profissional, enquanto a empresa colhe os frutos dessa qualificação.

    A possibilidade de crescimento também aumenta o engajamento do funcionário, que oferecerá cada vez mais de seu potencial intelectual para o crescimento coletivo. Pessoas são naturalmente competitivas e essa característica deve ser estimulada.

    O investimento profissional, no entanto, ainda não é o suficiente. É preciso que o espaço de trabalho seja agradável, que as pessoas tenham a oportunidade para conversar amenidades e relaxar um pouco da tensão que o trabalho pode gerar.

    Especialistas já comprovaram que as melhores ideias surgem no acaso e que o ócio é importante para estimular a criatividade, por isso, as empresas tem investidos em centros de convivência.

    Se a amenidade e o descanso não fossem fundamentais, empresas como a Google e o Facebook não seriam considerados os melhores ambientes corporativos, ou melhor, talvez não fossem tão inovadoras como são.

    O conjunto dessas estratégias é garantia de retorno financeiro, lucro e sucesso.

  • Categorias: Recursos Humanos
  • 0

    O que os funcionários devem fazer quando a empresa decide mudar a sua sede de cidade?

    Em busca de novas oportunidades e visando conquistar novos mercados, as empresas podem transferir sua sede, ou pelo menos parte dela, para outra cidade. Geralmente os colaboradores não são consultados sobre a conveniência da mudança em suas rotinas. Os líderes apenas fazem o comunicado sobre a transferência e convidam os empregados para se mudarem junto com a empresa.

    A situação pode gerar algumas dúvidas e confusões, sobretudo se não for do desejo do profissional se transferir de cidade. A sugestão inicial é que o funcionário faça uma avaliação dos benefícios e dos inconvenientes que a mudança causaria em sua vida.

    Caso as vantagens compensem a migração, é preciso salientar que não existe uma lei que garanta o aumento do salário ou ajuda de custo em situações de remoção e transferência. Isso depende muito da cultura da empresa. Algumas optam por pagar uma nova moradia no período de transição e outras escolhem um aumento no salário para facilitar a mudança.

    No processo de mudança, o funcionário não tem a obrigação de se transferir juntamente com a empresa, porém a partir dessa decisão ele poderá ser demitido. Algumas empresas concordam a rescisão indireta e até custeam o outplacement para os demitidos.

    O outplacement beneficia os profissionais, que serão recolocados com mais rapidez e traz inúmeras vantagens a empresa. Ela terá menor impacto social, o que facilita o poder de negociação com os sindicatos e traz menos problemas jurídicos.

    Entretanto, a empresa não é obrigada por lei a fornecer tal serviço ao antigo empregado. O funcionário demitido poderá tentar se recolocar usando seus próprios meios ou mesmo contratar uma empresa de recolocação profissional.

    A assessoria personalizada, nesse caso, tem algumas vantagens, como a realização de um trabalho diferenciado e, na maioria das vezes, assertivo, além de não expor o assessorado. As empresas especializadas em recolocação são encarregadas de preparar o profissional para todo o processo de seleção da vaga de emprego, desde a elaboração do currículo até a gestão de competências e prospecção de oportunidades que se adéqüem ao perfil do profissional.

  • Categorias: Mercado de Trabalho
  • 0

    A Quality Training RH está nas redes sociais!

    A Quality Training RH, está conectada às novas tecnologias e também está nas redes sociais. Além de acompanhar notícias, informações e dicas através do blog, você pode interagir conosco através do Facebook, Twitter e no Linkedin.

    Twitter – Siga @qtrh e fique por dentro das vagas oferecidas pelo núcleo de Recrutamento e Seleção,  informações sobre o mercado de trabalho, recursos humanos e novas tendências do mundo dos negócios.

    Facebook – A página da Quality Training RH no Facebook concentra novidades e informações diversas no mesmo espaço. Para receber as novidades da Quality Training RH em seu mural, basta acessar a página da Quality e clicar no botão “Curtir”.

    Linkedin – Interação com perfis profissionais e canal direto entre clientes que estão procurando uma recolocação no mercado. A Quality Training RH e os nossos profissionais estão lá! Acesse o nosso perfil e siga Quality Training Assessoria em RH.

    Dessa forma, atuamos mais próximos de nossos clientes e abrimos um canal de comunicação direta com você.

    Escolha a sua rede social preferida e participe!

  • Categorias: Quality Training RH
  • 0

    Entrevista de emprego > Candidatos devem aguardar contato da empresa após enviar currículo

    Você encaminhou seu currículo para uma vaga de emprego, entretanto ainda não obteve um retorno da empresa contratante. O que é melhor fazer: aguardar ou entrar em contato? Veja qual a opinião da coordenadora de RH da Quality Training RH, Danielle Filizola em matéria publicada no Portal Infomoney, no dia 11 de outubro de 2011.

    Por Gladys Ferraz Magalhães

    SÃO PAULO – Recente pesquisa feita nos Estados Unidos pela Accountemps Consultoria revela que, naquele país, 81% dos recrutadores gostam que os candidatos demonstrem interesse pela vaga após enviar o currículo. No Brasil, entretanto, a situação é um pouco diferente.

    De acordo com a coordenadora de RH (Recursos Humanos) da Quality Training, Danielle Filizola, o ideal é que o candidato aguarde o contato da empresa após o envio do currículo.

    Ainda assim, diz ela, caso a pessoa não receba resposta e decida procurar a companhia, o melhor é fazê-lo em torno de quatro a cinco dias depois do encerramento do período de inscrições.

    Nos Estados Unidos, revela o estudo da Accountemps, a maior parte dos recrutadores (43%) considera adequado o contato após uma ou duas semanas depois do envio do documento, enquanto 38% acham que uma semana ou menos é o prazo ideal.

    Processo Seletivo
    Se o contato após o envio do currículo não é bem visto aos olhos dos recrutadores brasileiros, o mesmo não acontece quando a iniciativa é tomada depois da participação na entrevista. Neste caso, contudo, orienta Danielle, é importante observar a cultura da empresa.

    “Antes de fazer contato, é importante observar a cultura da empresa e avaliar o perfil do próprio candidato. Se a empresa se mostra aberta, a pessoa pode procurar por telefone ou por e-mail”, diz.

    Para saber qual é o melhor momento para procurar a empresa, o candidato pode perguntar, ao final da entrevista, em quanto tempo o processo seletivo será concluído e fazer contato após este período, sendo que, ainda na entrevista, diz ela, o profissional pode questionar sobre a possibilidade ou não de procurar a empresa para obter o resultado.

  • Categorias: Entrevista de Emprego
  • 0

    Carreira > Tendências > Profissionais maduros têm mercado?

    A Geração Y tem sido pauta recorrente quando se fala em perfil profissional. Engajados e dispostos a fazer de tudo para alcançar um rápido crescimento profissional, eles têm ganhado cada vez mais espaço dentro das empresas. A maioria das corporações, inclusive, desenvolvem treinamentos como forma de reter esses jovens talentos.

    Esse contexto, entretanto, não aponta para menor demanda para gerações mais maduras. Muito pelo contrário, é preciso equilibrar os anseios imediatistas dos mais novos com a ponderação de atitudes dos mais velhos. Existe, portanto, uma tendência no recrutamento de pessoas: a contratação de profissionais mais maduros e experientes.

    A Geração Baby Boomer, que compreende as pessoas que nasceram entre 1946 e 1964, tem conquistado novamente seu espaço no ambiente corporativo por dois motivos simples, que se relacionam diretamente com sua maturidade, seja na idade ou no trabalho: tem mais conhecimento e inteligência emocional. Eles são mais equilibrados, racionais e são mais ponderados, ou seja, pensam mais de uma vez antes tomarem uma decisão. Características excelentes para contrabalancear com o imediatismo dos mais novos.

    Apesar da possibilidade de recolocação profissional para essa geração ser incontestável, é preciso que esses profissionais estejam abertos para aprender com os mais novos e até para aceitar as diferenças, na maioria das vezes, marcantes em relação a esses jovens. Experiência profissional não é o bastante, é preciso deixar a acomodação de lado e manter seus conhecimentos atualizados, sobretudo de tecnologia, o que garante maior aceitabilidade nas organizações.

    O maior desafio, entretanto, é conviver com a linguagem e a atitude profissional dos mais jovens, o que pode gerar estranheza e desconforto. A Geração Y valoriza muito mais a competência e a produtividade do que hierarquia, por exemplo. Por isso mesmo a necessidade de líderes mais preparados. Não adianta investir em talentos altamente produtivos, mas que não tenham experiência em gestão de equipe. Nesse sentido, o equilíbrio entre as gerações torna-se fundamental.

    Vale salientar também que para concorrer às vagas de emprego abertas por essas empresas, exige, além de disponibilidade para aprender mais, uma boa percepção do mercado. Nem sempre a empresa vai oferecer um emprego formal, com carteira assinada. Existe a contratação para projetos localizados ou mesmo para prestar serviço como consultor, dependendo do nível de experiência. Esse último, na maioria das vezes, é garantia de bons salários. Cabe ao profissional avaliar qual a melhor solução que pode oferecer ao mercado de trabalho, conciliando o interesse em bons resultados para a empresa e satisfação profissional.

  • Categorias: Carreira
  • 0

    Mercado de Trabalho > Entrevista de emprego > Quais as principais perguntas em uma entrevista de emprego?

    Uma boa entrevista define a seleção de vaga de emprego. Por isso mesmo, é a principal etapa do processo seletivo. Nesse momento, o recrutador consegue tirar as dúvidas e confirmar suas percepções iniciais, o que exige bastante preparação do candidato. É fundamental que você conquiste a confiança do mesmo.

    A maioria das perguntas feitas pelo recrutador são bem tradicionais, obrigatórias em qualquer entrevista de emprego. Ainda assim causam certa ansiedade e até um desconforto entre os candidatos. O ideal é se preparar muito para esse momento.

    Se você já tem um emprego e está em busca de uma nova oportunidade, é comum o recrutador se interessar em saber o motivo pelo qual você está buscando mercado. Afirmações negativas sobre o emprego atual são deselegantes e devem ser evitadas. Fale sobre seus objetivos profissionais de acordo com a proposta daquela vaga aberta.

    Por que deseja trabalhar aqui? Essa é outra pergunta elementar em processos de seleção de vaga de emprego. Seja propositivo, fale qual a sua contribuição para a mesma e como aquele trabalho contribuirá para a sua experiência profissional. Um bom conhecimento sobre a empresa ajuda você a dar uma resposta argumentada. Seus desejos profissionais devem estar alinhados ao crescimento da empresa.

    Perguntas sobre a sua carreira profissional também são um destaque nesse momento. Você vai ser questionado sobre suas principais realizações e seus maiores fracassos. Ter passado por uma situação difícil ou desagradável em sua vida profissional não irá te desqualificar no processo seletivo. Muito pelo contrário, o recrutador quer saber como você lida com as adversidades e como os obstáculos contribuíram para o seu amadurecimento profissional.

    Seja elegante ao elencar suas maiores qualidades e não caia no velho clichê de ressaltar o perfeccionismo como seu principal defeito. Apresente-os de maneira madura se mostre interessado em mudá-los para a harmonia da convivência em equipe.

    O recrutador perguntará também sobre sua família e suas atividades nas horas vagas. A proposta é entender como sua vida pessoal influenciará durante o horário de trabalho. Além disso, o profissional de RH tem interesse em identificar quais são os seus valores e a ordem de importância dos mesmos.

    O final da entrevista é o momento ideal para você argumentar por que a empresa deveria contratá-lo. Bem-sucedido é aquele que faz o melhor marketing de si mesmo. Vale ser criativo e inovador.

  • Categorias: Entrevista de Emprego
  • 0

    Tendências > Mercado de Trabalho > O que deseja a geração Y?

    Eles nasceram na década de 1980 e já se destacam no mercado de trabalho pela facilidade de aprendizagem, habilidade com as novas tecnologias e capacidade multitarefa. São proativos e anseiam por uma rápida ascensão profissional. Entretanto, são percebidos como pessoas individualistas e imediatistas que não hesitam em trocar de empresa caso não se sintam confortáveis e valorizados no ambiente corporativo. Sem um clima agradável e boa recompensa financeira, esses jovens partem para outro desafio. Eles almejam reconhecimento profissional.

    Qual é a melhor maneira de uma empresa lidar com esses profissionais? A sugestão é que o feedback seja dado com maior frequência. É uma ótima maneira de conter a ansiedade dos jovens dessa geração. O diálogo deve ser constante e os limites devem ser estabelecidos de forma clara. Eles precisam que a hierarquia e as regras de comportamento no ambiente de trabalho sejam explicitadas. Ao contrário do que se imagina, essa geração aceita muito bem críticas, mas deseja entender o por quê das mesmas.

    Devido à alta rotatividade desses profissionais no mercado de trabalho, a maioria das empresas tem adotado os treinamentos profissionais como uma estratégia para qualificar e reter novos talentos em sua grade de colaboradores. É uma maneira indicada para aumentar a experiência e prepará-los para assumir cargos de liderança futuramente.

    É importante também que os líderes estejam preparados para distribuir várias funções, sabendo que esses jovens são capazes de se dedicar à diversas atividades ao mesmo tempo. Essa geração também se adapta melhor a uma jornada de trabalho flexível, o que normalmente traz mais motivação do que uma elevada remuneração. Um exemplo bem-sucedido de flexibilidade é na Google. A empresa, além de valorizar a produtividade em detrimento do tempo de trabalho, é reconhecida por oferecer atividades de recreação durante a jornada diária. Nada melhor para estimular a criatividade.

  • Categorias: Recursos Humanos
  • 0

    Mercado de Trabalho > Entrevista de emprego > Como falar da faixa salarial?

    O salário oferecido pela empresa não deve ser o principal fator de análise no momento de avaliar uma oportunidade de emprego. Entretanto, a faixa salarial é um critério importante de tomada de decisão e isso pode ser abordado com o recrutador,desde que ele inicie o assunto.

    O tema não deve ser abordado no primeiro contato, nem por telefone ou email. O ideal é deixar as negociações sobre salário para as últimas etapas. Desta forma, você terá um número maior de informações que irão orientá-lo ao avaliar um valor interessante para aquela proposta, ao mesmo tempo em que a empresa terá mais informações sobre seu perfil profissional.

    Em decorrência da escassez de mão de obra qualificada, muitos gestores percebem a necessidade de flexibilizar na hora da negociação salarial. Mas, para isso, você precisa demonstrar os benefícios da sua contratação e o valor que você agregará à empresa. Confira algumas sugestões de como discutir sobre o tema durante o processo de seleção para a vaga de emprego:

    Paciência: O ideal é deixar que o recrutador converse com você sobre a faixa salarial. Geralmente, a pergunta é feita na primeira entrevista.

    Caso a empresa pergunte sobre a sua faixa salarial esperada, o indicado é que você apresente um valor compatível conforme o oferecido pelo segmento profissional no qual faz parte.

    Ofereça ao recrutador informações sobre a sua realidade atual e sobre o mercado de trabalho. É uma boa estratégia de demonstrar conhecimento da sua área.

    Crie parâmetros e valorize a sua experiência. Caso tenha acabado de concluir um curso de especialização e/ou tenha fluência em língua estrangeira, o mais indicado é que você estabeleça um valor adequado a seu nível profissional.

    Não foque apenas no salário inicial. Outros critérios são importantes para avaliar uma proposta de emprego: benefícios, cultura e estabilidade da empresa e, sobretudo, o plano de carreira. Você tem possibilidades de crescer na empresa? Se sim, esse é um critério fundamental no momento em que você busca recolocação profissional.

  • Categorias: Entrevista de Emprego