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O final do ano chegou: É tempo de se planejar para 2012

O fim de ano é o momento propício para avaliar todos os projetos, frustrações e realizações que aconteceram durante o ano. A chegada de 2012 representa uma promessa de colocar em prática tudo aquilo que, por algum motivo, foi deixado para trás.

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E na vida profissional acontece a mesma coisa. Afinal de contas, todos nós desejamos crescer e se destacar no mercado de trabalho.

Nada melhor, portanto, do que se planejar para conquistar todos os seus desejos. Anotar seus objetivos profissionais em uma agenda, infelizmente, não é o suficiente. É preciso ir além e traçar metas de como o seu plano será colocado em prática.

Além disso, você deve se conscientizar que a realização de um sonho exige muito esforço e disciplina. Você deve criar regras e sair da zona de conforto para segui-las.

Com algumas sugestões de especialistas de Recursos Humanos, você consegue estabelecer um planejamento.

– Avalie suas promessas para 2011. Quais delas você conseguiu cumprir e quais foram deixadas de lado?

– Os objetivos não cumpridos em 2011 ainda são prioridade para você? Quais são os novos desejos? Estabeleça uma ordem de prioridade para colocá-los em prática.

– Reveja suas expectativas de desenvolvimento profissional e avalie o que será necessário para alcançá-las.

– Programe cursos, treinamentos, especializações que você julga indispensáveis para o upgrade de sua carreira.

– Descarte tudo aquilo que não faz mais sentido.

– Inclua novos desafios. Desafios são motivadores e estimulam a ir em busca dos objetivos.

– Dedique-se à execução dos seus desejos com muito esforço

– E não se esqueça de comemorar os resultados!

Um feliz 2012 para você! E lembre-se que a Quality Training RH oferece a você assessoria personalizada para se recolocar profissionalmente.

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    Aumenta a promoção de jovens para cargos de liderança

    O mercado de trabalho sofre, atualmente, com a falta de executivos qualificados para ocupar cargos de liderança. A consequência da escassez é a aceleração do processo de treinamento de jovens gestores. O novo ritmo de formação acontece em todos os setores do mercado, sobretudo naquelas áreas em que o ciclo do negócio é curto como tecnologia, finança e varejo.  A queda no tempo de preparação também foi bastante rápida. O prazo de treinamento também caiu. Se antes demoravam quase 20 anos para que um funcionário assumisse um cargo de gerência, atualmente, bastam cinco anos.

    Executivos com pouca experiência em gestão podem, entretanto, causar impactos negativos na performance da equipe e comprometer o resultado do trabalho final. A atuação da área de Recursos Humanos nas organizações é muito importante nesse momento. Faltam profissionais em quase todos os setores e nas mais variadas funções. O ideal, portanto, é que se desenvolva um projeto para a promoção de jovens profissionais com o objetivo de amadurecê-los para as exigências do cargo de gerência.

    É preciso oferecer cursos e aulas customizadas dentro das empresas, desenvolver programas de liderança e até mesmo investir no treinamento dos profissionais em escritórios de outros países.

    A rápida ascensão a cargos de liderança também é uma estratégia de retenção de novos talentos. Oportunidades de crescimento e organização no ambiente corporativo são requisitos muito valorizados pelos jovens da geração Y, em geral não hesitam em mudar de emprego caso não se sintam valorizados pelos seus líderes.  O desafio do RH é ser assertivo na identificação de um profissional com o perfil de gestor e prepará-lo para exercer o cargo futuramente. É imprescindível que o candidato tenha potencial para a liderança. Realizada a escolha, é hora de avaliar as necessidades da empresa e desenvolver um processo de coaching para ajudar o profissional. O apoio do chefe direto também é fundamental no momento da transição.

    A rapidez da promoção é fundamental tanto para a empresa, interessada em novos líderes, quanto para o crescimento profissional do colaborador. Além disso, é uma boa estratégia para que a empresa não fique dependente de um mercado de trabalho cada vez mais carente de profissionais qualificados.

    Case Natura: Projeto Cosmos

    A Natura está desenvolvendo um trabalho de formação de futuros líderes. O projeto, intitulado Cosmos, tem por objetivo preparar 600 profissionais do Brasil e exterior para poder crescer sem precisar recorrer ao mercado de trabalho para contratar novos gestores.

    O primeiro passo mapeou os 100 cargos mais críticos de gerência com o objetivo de formar um número excedente de sucessores e não apenas um sucessor para cada cargo disponível. Após esse período de mapeamento, o Cosmos teve início. Em abril deste ano, foi lançada a primeira fase, que tem o nome de escola. Durante um ano, os colaboradores aprenderão um pouco mais sobre gestão e sustentabilidade e outros temas ligados à gerência executiva.

    A segunda etapa, prevista para começar o ano que vem, será constituída pelos programas satélites. O objetivo é falar de inovação e internacionalização. A partir da terceira fase, os profissionais terão uma participação mais empírica, na qual discutirão os projetos da organização e como eles podem contribuir com os mesmos.

    A última fase será a de experimentação. Os líderes e os profissionais desenvolverão novos projetos juntos. É o momento em que a Natura começará a obter os resultados do trabalho de formação.

    Com informações do Jornal Valor Econômico.

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    Empresas brasileiras pagam mais a executivos

    A remuneração total de executivos, desde a diretoria até à presidência, é maior nas empresas nacionais do que nas organizações estrangeiras. Em alguns cargos, ela chega a ser quase 140% superior. A pesquisa da Consultoria Mercer, que analisou salários de mais de 800 executivos de 40 empresas brasileiras e multinacionais, revelou que as empresas nacionais nunca valorizaram tanto os seus líderes e gestores.

    Fonte: Valor Econômico

    A justificativa para a diferença de salário é a escassez de talentos no Brasil, além da reduzida autonomia para remunerar os executivos do país. Segundo Fabiano Cardoso, consultor sênior da Mercer, o cenário ainda tem um agravante. O Brasil tem uma das remunerações mais variáveis de todo o mundo. Os incentivos oferecidos pelas multinacionais, tanto a curto quanto a longo prazo, representam 55% dos ganhos de um presidente, enquanto nas brasileiras esse valor chega a 68%. Essa parcela aumentou muito depois da crise de 2008.

    A crise econômica global também tem afetado os salários das multinacionais, uma vez que a atmosfera pessimista de suas matrizes reduziu os planos de ação. Os resultados da pesquisa incomodaram um pouco, e parte das multinacionais estudam o desenvolvimento de pacotes diferenciados para o Brasil. As companhias estrangeiras ainda oferecem salários base acrescido de benefícios muito alinhados ao pacote global.

    Apesar da diferença de remuneração, as companhias, sejam elas nacionais ou estrangeiras, pagaram variáveis acima da meta prevista para 2011 em todos os níveis da alta gerência executiva. Presidente e diretores-gerais atingiram uma remuneração a curto prazo superior a 110%, enquanto a meta era de 101%. Vices-presidentes e diretores também tiveram um reajuste acima da meta prevista para esse ano. Multinacionais e brasileiras também oferecem uma premiação no momento da contratação como forma de reter talentos. O “hiring bonus”, bastante comum no setor financeiro, está ganhando popularidade em outros segmentos e vem sendo estudada em quase 90% das organizações que a concedem.

    O mercado também continua aquecido e o executivo qualificado vai ser muito disputado pelas companhias no próximo ano, sejam elas multinacionais ou brasileiras. Segundo a pesquisa da Mercer, a maioria das empresas no país aumentarão seus investimentos no início do ano. Cabe, portanto, ao profissional avaliar sua carreira com o objetivo de decidir em qual matriz deseja atuar.

    Com informações do Jornal Valor Econômico.

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    15 erros cometidos durante uma entrevista de emprego | Parte III – Entrevista

    Última parte da matéria especial sobre os principais erros cometidos durante um processo seletivo para uma vaga de emprego. Na semana passada, você pôde conferir alguns cuidados com a aparência e com a comunicação durante a entrevista de emprego.

    No post de hoje, os especialistas da Quality Training RH revelam para você alguns cuidados com a argumentação.

    11. Não saber nada sobre a empresa ou o setor

    É fundamental informar sobre o segmento de atuação da empresa em que pretende trabalhar. Um conhecimento sobre o setor, além de demonstrar interesse pelo emprego, ajuda no momento da entrevista. Você pode articular suas habilidades com o trabalho desenvolvido por aquela organização.

    Acesse o site da empresa e procure conhecê-la melhor. Isso lhe dará mais segurança durante a entrevista.

    12. Mentir sobre as suas qualificações profissionais

    Inventar cursos, especializações ou experiências de trabalho para incrementar o currículo colocam o profissional em uma situação de vulnerabilidade. Caso seja contratado, pode ser difícil sustentar a mentira por muito tempo, sobretudo, se o cargo exigir algumas daquelas habilidades que o candidato não tem.

    13. Vangloriar de conquistas pessoais

    Coloque o seu ego de lado e jamais em primeiro lugar. Quando o recrutador perguntar sobre suas realizações profissionais, procure ressaltar as conquistas em equipe e como você contribuiu para o sucesso daquele grupo. Valorize sua participação em um projeto que tenha tido destaque e como suas habilidades profissionais e pessoais foram decisivas para aquele trabalho. Egocentrismo não é uma característica admirada pelo contrante.

    14. Falar mal do emprego ou do chefe anterior

    Falar mal é uma postura antiética e deselegante. Além disso, o recrutador não está interessado em saber sobre os problemas ocorridos no antigo emprego ou com o antigo chefe. Quando o entrevistador perguntar o motivo da saída do emprego anterior, uma boa saída é dizer que você está em busca de novos desafios profissionais.

    15. Demonstrar desequilíbrio emocional

    O nervosismo demonstrado ao longo da entrevista de emprego pode revelar ao recrutador que o candidato não está preparado para assumir as responsabilidades daquela vaga. Se você tem um bom currículo e suas competências correspondem ao perfil da atividade a ser realizada, não há motivo para se preocupar.

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    15 erros cometidos durante uma entrevista de emprego | Parte II – Comunicação

    Já falamos sobre os cuidados que você deve ter com a aparência antes de uma entrevista de emprego. No post de hoje, você fica sabendo quais os principais erros de comunicação cometidos pelos profissionais durante um processo seletivo de vaga de emprego e como deve ser sua linguagem durante a entrevista.

    6. Erros de português

    É fundamental ter atenção na hora de conjugar um verbo ou pronunciar uma palavra. Alguns escorregões podem ocorrer em situações de extremo nervosismo. Evite, entretanto, que estes deslizes aconteçam com frequência. Um português correto é garantia de sucesso nos diálogos e nas reuniões de trabalho.

    Evite usar palavras que não saiba pronunciar ou verbos em que não esteja seguro da conjugação. É melhor comunicar-se de forma simples e clara, a tentar impressionar. O resultado pode acabar prejudicado!

    7. Ser formal ou informal ao extremo

    Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Uso de gírias, palavrões denotam informalidade e devem ser evitados. A entrevista de emprego também não exige o mesmo vocabulário de profissionais da área jurídica. É preciso demonstrar quem você é, sendo respeitoso com o recrutador e sem revelar muita afetação.

    8. Timidez e Tagarelice

    Tanto timidez quanto falar exageradamente são excessos que precisam ser evitados.

    Encontre o equilíbrio. Responda as perguntas de forma clara e objetiva e ressalte tudo aquilo que você pode contribuir para a empresa.

    9. Não mostrar convicção

    Não comece frases com a expressão “eu acho”. É preciso revelar segurança naquilo que diz. Escolha expressões mais elegantes como “na minha experiência” ou “no meu entendimento”.

    10. Usar muitas pausas

    Pausas demonstram ausência de vocabulário e argumentação. Para evitar tropeços no meio de uma fala, respire fundo e organize suas ideias mentalmente.

    Aguardem! Vamos falar sobre como argumentar com o recrutador no próximo post.

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    15 erros cometidos durante uma entrevista de emprego | Parte I – Aparência

    Cuidados com a aparência não tem a ver com estilo, mas com higiene e educação. É preciso observar alguns detalhes antes de fazer uma entrevista de emprego.

    1. Cabelos

    Fios bagunçados revelam um certo desleixo do candidato à vaga de emprego. O ideal, pelo menos nesse primeiro contato pessoal, é que o profissional exiba um penteado que demonstre discrição e seriedade e não provoque muito a atenção das pessoas.

    2. Unhas

    Unhas grandes, sujas ou com o esmalte descascado revelam desinteresse com o processo seletivo. A aparência das unhas é um quesito fundamental em algumas profissões, como chef de gastronomia, por exemplo.

    3. Guarda-roupa

    Decotes, roupas curtas ou muito justas e ternos amassados são itens proibidos durante uma entrevista de emprego. Uma roupa muito sensual desperta mais atenção do que as habilidades profissionais do candidato, enquanto um terno amarrotado revelam descuido com o visual.

    É importante se atentar para as características da empresa em que concorre a vaga e se vestir de acordo com aquele perfil. Uma agência de publicidade, por exemplo, permite um visual mais despojado. Agora, se a entrevista for em uma instituição financeira, o ideal é que o traje seja esporte fino.

    4. Tatuagens e piercings

    Você pode usá-los, até mesmo por que a presença desses itens não tem nada a ver com a competência do candidato. O ideal, entretanto, é que eles não estejam muito evidentes na primeira entrevista seletiva. Piercings em locais muito aparentes devem ser retirados para evitar que o entrevistador desvie o foco de sua atenção.

    5. Chegar atrasado

    A displicência com o horário demonstra desorganização e que o candidato não está dando o valor devido à entrevista. A pontualidade revela respeito e educação com as pessoas.

    Imprevistos, no entanto, acontecem. Se por qualquer motivo, você precisar chegar atrasado, comunique imediatamente ao entrevistador e tente remarcar para um novo horário.

    No próximo texto, vamos falar dos principais deslizes de comunicação durante a entrevista.

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