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Como anda seu Coeficiente Emocional?

 

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    Carreiras: ter contato com o alto escalão da empresa faz realmente alguma diferença?

    Por: Gladys Ferraz Magalhães

    SÃO PAULO – Muitos profissionais passam pela seguinte situação: passam anos trabalhando em uma empresa com a sensação de que os altos executivos da companhia não sabem ao menos o seu nome. Diante de tal realidade, vale a reflexão: ter contato com o alto escalão da empresa faz realmente alguma diferença?

    De acordo com especialistas ouvidos pelo portal InfoMoney, ter uma certa proximidade com os principais gestores da empresa não é determinante para a evolução de um profissional, mas faz, sim, diferença.

    Na opinião da diretora da Vox Solution Gestão de Relacionamento, Angela Mota Sardelli, a proximidade com o alto escalão ajuda a entender as diretrizes da empresa, o que facilita para o profissional atender ao que se espera dele.

    “Desde que natural, é uma proximidade bem-vinda (…) Ela deixa os profissionais mais próximos da missão e dos valores da empresa”, diz.

    Lembre-se da hierarquia
    O professor do Núcleo de Estudos e Negócios em Desenvolvimento de Pessoas da ESPM (Escola Superior de Propaganda e Marketing), Gilberto Cavicchioli, também acredita que ter algum contato com o alto escalão é positivo, “especialmente se a aproximação partiu do alto executivo”.

    Por outro lado, observa, este contato não é essencial para que um profissional seja reconhecido e tenha mais espaço na empresa. Para isso, diz ele, o importante é ter o reconhecimento do gestor imediato.

    “É sempre importante se informar, conhecer o perfil de quem decide dentro da companhia (…) Porém, para o profissional, primeiramente, é importante observar se o gestor imediato está satisfeito com o seu trabalho”.

    Como aparecer?
    Ainda que não seja essencial, saber que o alto escalão da empresa reconhece o seu trabalho faz diferença, além de ser um fato com grande potencial motivador, especialmente para aqueles profissionais que trabalham em companhias de menor porte.

    Assim, para se destacar, o profissional deve fazer a lição de casa. Ou seja, ser agregador, ter bom desempenho, perfil inovador, entregar de acordo com os valores da empresa, estar comprometido com a companhia. “Tem que ter consciência de que atende também a clientes internos”, destaca Angela.

    No que diz respeito aos gestores, ambos os especialistas acreditam ser importante que estes procurem se aproximar de seus funcionários, sendo que Cavicchioli acredita que este é um momento oportuno para perceber o clima organizacional.

    “O executivo de alto escalão deve reservar algum momento da semana ou do mês para se aproximar dos profissionais e perceber como funcionam as relações, o clima organizacional”, finaliza.

    (Publicado originalmente no Portal Infomoney Carreiras, 27/03/2012)

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    Como não se queimar diante de muitas propostas de emprego

    Diminuir o volume das pressões do mercado e ser autêntico na sua decisão é o primeiro passo

    São Paulo – O mercado está aquecido e seu currículo tira o fôlego do mais criterioso dos headhunters. A combinação de ambos fatores não poderia render resultado melhor: enxurradas de (boas) propostas de emprego. Muitas vezes, de uma vez só.

    Mas como encará-las sem se queimar com uma ou outra companhia? De acordo com especialistas consultados por EXAME.com, tudo é uma questão de postura, da maneira como você vai se portar diante das empresas com propostas preteridas.

    1.  Fique surdo para as pressões (e medo)

    Para não errar a mão na sua decisão e na maneira como reportar isso às oportunidades que ficaram pelo caminho, a primeira dica é abaixar o volume das pressões do mercado e dar ouvidos ao que você, realmente, quer para a sua carreira.

    Isso mesmo. “Todo mundo tem o direito de cuidar da própria vida. As oportunidades estão aí para quem puder percebê-las. O prblema não é mudar de opinião, é não ter a opinião para mudar”, afirma Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori.

    Em outras palavras, não se afobe, nem se limite por medo de minar todas as suas chances nesta ou naquela empresa. “As empresas fazem a mesma coisa o tempo todo”, diz o especialista.

    2.  Escolha sob medida para os seus planos

    Agora, não vale se encantar apenas com os cifrões oferecidos. O que tem que valer é o quanto a proposta é coerente com o que você projeta para o próprio futuro.

    Ou em outras palavras: sua decisão deve pender para “onde você acha que a lógica do trabalho mais se relaciona e se integra com o seu ser”, diz Thirza Sifuentes, sócia da Homero Reis e Consultores.

    Se sua decisão for autêntica e coerente com quem você é, será muito mais fácil reportar isso para as empresas com propostas preteridas sem abalar sua reputação.

    3.  Siga um roteiro

    Para não errar no tom na hora de abrir o jogo, a dica é estruturar seu “discurso” antes.

    “Antes de conversar com o recrutador, é preciso dialogar consigo mesmo”, afirma a especialista. “Com que emoção você quer entrar nessa conversa? Qual seu objetivo? Quais temas precisa contemplar?”

    4.  Seja verdadeiro e cheio de respeito

    Se você acabou de ser contratado e surgiu uma oportunidade melhor, a dica é já se dispor para ajudar no processo de sucessão. “Você tem que valorizar o que você tem hoje. Não chegue com uma postura de quem está cuspindo no prato que come”, diz Thirza. “Faça isso de uma maneira honrosa”.

    A regra vale para os casos em que você ainda não assumiu o novo cargo. “É preciso que a pessoa esteja comprometida com a verdade, com o respeito e que ela construa isso na perspectiva da validação do espaço que ela está”, afirma.

    Para Passadori, não é necessário se encher de justificativas. “A pessoa tem que escolher o que é mais condizente para o momento. Mas sempre agradecer e mostrar-se humilde”, afirma o especialista.

    (Publicado originalmente na Exame Carreiras, 21/03/2012).

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    Está no ar o novo site da Quality Training RH!

    Atentos ao mercado e suas inovações, continuamos investindo para lhe  atender cada vez melhor.

    As novas abas permitem que você escolha o tipo de serviço que atenderá suas necessidades. Além disso, você encontrará ícones que irão direcioná-lo de forma mais rápida às redes sociais.

    Navegue pelo novo site, agora de forma ágil e fácil, e tenha acesso a um conteúdo antenado com relação aos principais acontecimentos e dicas profissionais sobre o mercado de trabalho.

    Acesse o site www.qtrh.com.br e fique atento às novidades.

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    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, fala ao Infomoney e dá dicas sobre como agir diante de um processo de fusão de empresas.

    SÃO PAULO – Quando o assunto é a fusão  de empresas, um dos maiores problemas enfrentados pelosprofissionais envolvidos é a dificuldade de adaptação à nova cultura desta nova corporação. Assim, o portal InfoMoney foi ouvir especialistas para ajudar quem está passando por esta situação.

    De acordo com a diretora executiva da Quality Training, Marisa Ayub, primeiramente, é importante entender quais aspectos estão envolvidos no que é chamado de cultura de empresa. “A cultura de uma empresa nada mais é do que a maneira como a companhia trabalha, como ela conduz as etapas do trabalho, seus valores e sua missão”, explica.

    Dessa forma, esclarece, a adaptação torna-se mais fácil quando o profissional busca informações sobre a empresa e os gestores que estão chegando, já que isso o ajuda a se manter estável durante o processo de transição, não apresentando, por exemplo, declínio no ritmo de trabalho.

    “É muito importante buscar informações e interagir com os profissionais e líderes que estão chegando, assim fica mais fácil entender o que está sendo esperado”, explica.

    Flexibilidade
    O diretor de projetos e outplacement da Ricardo Xavier Recursos Humanos, Vladimir Araújo, concorda e ressalta que neste processo é muito importante que o profissional esteja disponível.

    “A adaptação a uma nova cultura ocorrerá mais facilmente se a pessoa estiver disponível, flexível. Além disso, quanto mais envolvimento com a empresa o profissional demonstrar, maiores serão as chances dele permanecer na companhia, concluído o período de transição”, conclui Araújo.

    Ainda neste sentido, o diretor de projetos e outplacement da Ricardo Xavier avalia que um período de aproximadamente seis meses, geralmente, é o suficiente para que a empresa conclua o processo de transição e para que os profissionais avaliem se conseguiram se adaptar à nova cultura ou se é melhor se lançar ao mercado.

    Para ele, caso a pessoa conclua que não se adaptou, é importante verificar se o profissional se esforçou para isso.

    Liderança
    Apesar de estar sujeito a todas as inseguranças geradas pelo processo de transição para a implantação de uma nova cultura, o líder, dizem os especialistas, nunca deve demonstrar medo ou insegurança para seus liderados.

    “Ele tem que ser um disseminador da nova cultura e não deixar transparecer suas dúvidas e medos para a equipe”, ressalta Araújo.

    Marisa concorda e completa que ao líder cabe o papel de elo entre o responsável pelo processo de adaptação e a equipe, devendo ele ser sempre claro, direto, transparente, procurando, sempre que possível, dizer aos liderados quais mudanças são esperadas e em quanto tempo serão concluídas.

    (Publicado originalmente no Infomoney Carreiras, 13/02/2012)

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