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Liderança X Stress

   Liderança X Stress - 30 de Agosto

                           

    O Líder precisa saber administrar o                        companheiro chamado “estresse”

 

Por Patrícia Bispo | rh.com.br

 

Prazos cada vez menores para entregar resultados, superação de metas, decisões que precisam ser tomada em curto espaço de tempo e com um grau de assertividade significativo. Somando-se a isso, a responsabilidade de conduzir um time formado por pessoas que apresentam necessidades e características comportamentais diferenciadas. Ao ler apenas algumas das atribuições que uma liderança convive diariamente, muitas profissionais certamente pensarão duas vezes antes de assumir a responsabilidade de gerir pessoas. Contudo, o objetivo aqui é mostrar que diante de tantos desafios estressantes, o líder pode encontrar um estado de equilíbrio e estendê-lo aos liderados, conseguindo, dessa forma, formar um time de alta performance.
Para trazer à tona o tema liderança X estresse, o RH.com.br conversou com a consultora Rosana Rodrigues que atua em projetos de Coaching Individual e em equipe. Com a experiência de também conduzir treinamentos comportamentais, Rosana diz que se um líder começar a apresentar sinais de estresse, ele precisa identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez a liderança possa precisar da ajuda de alguém para fazer essa análise. “Essa ajuda pode ser encontrada na área de Gestão de Pessoas da empresa, em psicólogos, em médicos ou mesmo através de uma boa conversa com um amigo”, sugere. Durante entrevista concedida ao RH.com.br, a consultora pontua os principais fatores estressantes que têm acometido os líderes contemporâneos.
Rosana Rodrigues é uma das palestrantes da Jornada Virtual de Liderança 2013 – evento promovido pelo RH.com.br, que acontece no período de 12 a 27 de setembro próximo. Na ocasião, ela irá proferir a palestra em vídeo “Como construir equipes vencedoras”. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

 

RH – Ser líder significa que o profissional sempre estará diante da necessidade de lidar com situações que exigem rapidez de resposta, equilíbrio emocional e pressão imposta pelo próprio mercado. Toda liderança tende a ser estressada?
Rosana Rodrigues – Primeiro é preciso entender o que é estresse. De acordo com o site psychologytoday.com, estresse é uma simples reação para um estímulo que mexe com o nosso equilíbrio físico ou mental. Em outras palavras, é parte onipresente de nossa vida. Um evento estressante pode disparar a resposta “lute ou fuja”, fazendo com que hormônios como adrenalina e cortisol espalhem-se pelo corpo. Um pouco de estresse, conhecido como “estresse agudo” pode ser excitante – nos mantêm ativos e alertas. Mas no longo prazo, o estresse crônico, pode ter efeitos deteriorantes na saúde. Você pode não ser capaz de controlar os fatores estressantes no seu mundo, mas você pode modificar a maneira como você reage a eles. Partindo desse pressuposto, eu diria que sim, toda liderança deveria ser estressada no sentido de estar alerta e buscando sempre o melhor em si mesmo e nos outros.

RH – Líder estressado é sinônimo obrigatório de equipe tensa?
Rosana Rodrigues – Ainda levando em consideração a definição anterior, a resposta, em minha opinião, é não. Enquanto o líder estiver utilizando esse estado de alerta para, primeiramente, entender o perfil de sua equipe, provocar discussões de brainstorming que busquem o engajamento das pessoas nas soluções, para despertar o interesse da equipe em alcançar resultados que tenham significado para todos, o estresse não será, necessariamente, sinônimo de equipe tensa.

RH – Quais são os principais sinais que alertam a liderança, avisando-a de que ela está a um passo dos níveis perigosos de estresse?
Rosana Rodrigues – Os principais sinais são: falta de paciência; cansaço constante, falta de energia; desinteresse ou diminuição do interesse pelas pessoas; desinteresse ou diminuição do interesse em buscar conhecimento, novidades; e falta de perspectiva para o futuro.

RH – Esses mesmo sinais que alertam que o líder está extremamente estressado, também podem partir do comportamento externado pelo time?
Rosana Rodrigues – Sim. Eis alguns sinais: quando há o confronto entre as pessoas e não o conflito de ideias; faltas ao trabalho; turnover; criação de feudos; ausência de feedback e presença forte da rádio-corredor que se manifesta através de fofocas.

RH – Uma vez que o líder é vitimado por níveis elevados de estresse, como é possível reverter esse quadro e reencontrar o equilíbrio no trabalho?
Rosana Rodrigues – Primeiramente, tentar identificar as causas desse sintoma. Se o grau do estresse estiver bastante alto, talvez ele precise da ajuda de alguém para fazer essa análise – área de Gestão de Pessoas da empresa, psicólogos, médicos ou mesmo uma boa conversa com um amigo. Vale a pena refletir, também, sobre o bom e velho tripé da liderança: missão, visão, valores. Será que há um desalinhamento entre o que ele quer e o que a empresa espera dele? Outro fator relevante é procurar oscilar a sua energia, dando atenção para todas as esferas: física, mental, emocional e espiritual. Infelizmente, grande parte das pessoas acaba deixando de lado as energias físicas – não cuidam da saúde do corpo, e a espiritual – não cuidam da saúde da alma. Também se deve: encontrar atividades extracurriculares, que lhe permitam explorar novas possibilidades ou simplesmente buscar o ócio criativo; dedicar um tempo para a solitude – não solidão, reconhecendo suas conquistas e aprendendo com seus erros; e controlar o que está sob seu controle e aceitar o que não está.

RH – Falasse muito que a qualidade de vida no trabalho tem sido fator de atração e de retenção para os talentos. Essa premissa também vale para as lideranças?
Rosana Rodrigues – Sem dúvida alguma. De uma forma geral, as pessoas estão cada vez mais conscientes de que, para produzir e obter resultados, é importante cuidar das outras áreas da vida. Se a empresa para a qual trabalham não lhes permite isso, elas buscarão outros desafios. Quando um líder ou qualquer outro profissional faz o que acredita e gosta, e percebe que a empresa onde trabalha lhe permite explorar seus sonhos individuais e seus outros interesses – que podem não estar diretamente ligados aos projetos da empresa, elas não terão motivos para olhar para o mercado.

RH – Liderança que preza pela sua qualidade de vida no trabalho estende esse pensamento aos liderados de forma inconsciente ou não?
Rosana Rodrigues – Muito provavelmente sim. Melhor ainda se for de forma consciente, ou seja, quando a liderança cria programas de incentivo, reconhecendo aqueles que, de alguma forma, melhoraram sua qualidade de vida no trabalho. O líder pode, por exemplo, premiar um liderado que trouxer uma ideia que alinhe qualidade de vida e alcance de resultado da equipe ao mesmo tempo.

RH – Suponhamos que um profissional extremamente “light” recebe a responsabilidade de conduzir uma equipe estressada. Qual a maior probabilidade: o time encontrar o equilíbrio ou a liderança tornar-se extremamente tensa?
Rosana Rodrigues – Isso vai depender do propósito do líder. Se liderança é, por definição, modelo e influência, é provável que essa equipe encontre o equilíbrio. O desafio do líder, nesse caso, será o de identificar os motivos pelos quais essa equipe está estressada e entender o perfil de cada um dos seus membros. Entender a cultura da empresa também é de grande validade para que o líder possa traçar uma estratégia de desenvolvimento de pessoas.

RH – Em sua opinião, quais os fatores que mais estressam os líderes?
Rosana Rodrigues – Podemos destacar: pressão para o alcance de metas e resultados; excesso de tarefas; má administração do tempo, ou melhor, dizendo, má administração das prioridades; baixo autoconhecimento; desalinhamento entre os interesses pessoais e interesses da empresa para qual trabalha.

RH – E quais os fatores que mais estressam os times?
Rosana Rodrigues – Neste caso, podemos citar: falta de perspectiva de crescimento profissional; liderança fraca; metas mal elaboradas; falta de recursos; líderes estressados; desenvolvimento insuficiente das habilidades comportamentais e técnicas; e falta de uma visão clara.

RH – A senhora poderia deixar alguma orientação final para os líderes estressados e que desejam sair desse estado de constante tensão?
Rosana Rodrigues – Não vejo como resolver essa situação a não ser parando para avaliar suas causas e pensar sobre planos de ação. Somos experts para criar planos de ação e de contingência para as empresas para quais trabalhamos e infelizmente pouco utilizamos essa expertise para avaliarmos nossa postura e nossas escolhas como profissionais e pessoas. Se nos lembrássemos das instruções dadas pelos comissários de bordo antes do avião decolar, saberíamos que para formar equipes vencedoras, trazer excelentes resultados para a empresa e para nossa carreira e ter uma vida mais equilibrada, precisaríamos cuidar de nós mesmos em primeiro lugar para depois cuidarmos dos outros.

(Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    28 de Agosto – Dia do Bancário

    Mensagem Dia do Bancário

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    27 de Agosto – Dia do Psicólogo

    Mensagem Dia do Psicólogo

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    Preciso contratar Vendedor. E, agora?

    Entrevista dada pela Coordenadora de RH do núcleo de R&S à GBL Jeans.

     

     

    Por Flávia Toledo | gbljeans.com.br

     

     

    Saiba o que perguntar no momento da seleção, quais são as habilidades do candidato a serem analisadas e que treinamento do escolhido é atividade obrigatória.

     

    Há não muito tempo boa aparência, desembaraço e falar bem seriam as três habilidades fundamentais para contratar um vendedor ou uma vendedora de loja de roupas. Com o mercado aquecido e consumidores exigentes, está cada vez mais difícil encontrar profissionais já preparados e preencher vagas. Por isso, o processo de seleção também tem que mudar para se adaptar à nova realidade. O GBLjeans consultou duas lojas multimarcas e uma consultora em recursos humanos para reunir dicas para traçar o perfil do profissional de vendas da era atual e como identificá-lo.

    Treinamento deixou de ser opcional. É investimento necessário para moldar competências e mesmo para referendar escolhas. “Durante a seleção, procuro pessoas que sejam dinâmicas, pois, o resto das características ideais (ser comunicativa e se vestir bem) são adquiridas após o treinamento oferecido pela loja. Acho de extrema importância esse treinamento, porque nele também descubro quem realmente quer trabalhar nesta área”, conta João Santos, gerente da La Pomme, multimarcas de moda feminina que tem três lojas em Recife, em Pernambuco. É ele o responsável pela contratação do quadro de vendedoras.

    Para Boukje Soares, coordenadora da Quality Training Recursos Humanos, empresa mineira especializada em recrutamento e seleção de profissionais, quem vai contratar deveria se ater a competências que na opinião dela não podem faltar a um vendedor de loja de roupas: ter foco em resultados, iniciativa e habilidade para contornar situações difíceis.

    Com 15 anos de experiência à frente da multimarcas Armazém Modas, em Catalão (GO), Elisson Leite, diz que teve funcionários na área de vendas, mas, que já faz tempo optou pelo atendimento direto ao cliente da loja que vende roupas, calçados e acessórios para mulheres. Ele acredita que a principal qualidade de um vendedor de qualquer área é entender o que está vendendo. No caso de uma loja de roupas, avalia que se vestir bem funcionaria como um bom critério de seleção.

    Competências a avaliar
    ■ Controle emocional: a famosa paciência para saber lidar com clientes xiliquentos. Em geral, a habilidade de sair de situações complicadas só é constatada no calor dos acontecimentos. Uma opção é simular o cenário de guerra durante o recrutamento e verificar como o candidato se sai.

    ■ Iniciativa: capacidade de executar tarefas, sem que ninguém mande fazer. Pode ser treinada, porém, algumas pessoas têm essa competência mais desenvolvida que outras.

    ■ Aparência: saber se vestir, combinar peças, pode queimar etapas do treinamento. Se a pessoa tem noção do que lhe cai bem, pode transferir essa experiência no momento do atendimento ao cliente, além de passar confiança na hora de opinar, quando e se solicitado.

    ■ Desembaraço comercial: pode ser treinado. É a qualidade de abordar o cliente com educação, mantendo-se atento às demandas e formas alternativas de atender, ainda que a loja não tenha todos os itens solicitados.

    ■ Simpatia: é a capacidade de deixar o cliente à vontade e transmitir a sensação de que ele é bem vindo, mesmo que o vendedor tenha tido horas de cão antes de chegar à loja. Não significa vendedores invasivos, que forjam intimidade – que não têm – com os clientes.

    ■ Disponibilidade de horário: é bom perguntar antes. Se a loja estiver localizada em shopping center é grande a possibilidade de a pessoa ter que trabalhar também aos domingos. Nem todo mundo costuma se adaptar a esse tipo de rotina. Pode ser ainda mais difícil para quem tem filhos pequenos. É bom perguntar se tem filhos, como se sentiria em ter que sacrificar os domingos, geralmente o dia que se passa em família, para trabalhar.

    ■ Entender o ritmo do comércio: às vezes, a pessoa pode ser dinâmica, de fácil adaptação, porém, não está preparada para a rotina do varejo de roupas: dias de pouco movimento, alternados com outros de grande agitação em que é necessário atender mais de um cliente ao mesmo tempo e de forma atenciosa.

    ■ Buscar resultados: ser capaz de entender que, na maioria dos casos, boa parte do salário corresponde à comissão por vendas. Quanto mais vende, mais ganha. Porém, nem todas as pessoas estão preparadas para viver dessa forma, com rendimentos que variam a cada mês. Se o cargo for comissionado, para evitar surpresas é bom deixar claro como funciona e prestar muita atenção à reação.

    (Originalmente publicado no site www.gbljeans.com.br)

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    Sucesso Profissional????

    Sucesso - 16 de agosto      

                               

        O que significa ter sucesso na vida pessoal e                                       profissional?

     

     

    Por Jerônimo Mendes | rh.com.br

     

    O mundo atual proporciona infinitas possibilidades de sucesso no campo pessoal e profissional. Com ideias simples, esforço e otimismo, é possível destacar-se em qualquer área que você escolher para ganhar a vida e se transformar numa pessoa de bem. Você precisa apenas de cabeça (talento), preparação (coração) e oportunidade (chance). Não é necessário curso superior.

    O caminho mais rápido para o sucesso é reavaliar o que ele significa para você. Se você lembrar que o mundo conta com sete bilhões de pessoas, que nem todas dispõem das mesmas ferramentas e oportunidades e que cada pessoa tem uma visão diferente do sucesso, o importante é não se deixar influenciar pelo motivo que levou outras pessoas a ter sucesso.

    Quando você decide ouvir seus amigos, vizinhos, parentes ou se deixa influenciar pela mídia – revistas, jornais, televisão e Internet -, haverá um enorme pressão para realizar tudo ao mesmo tempo: comprar o celular da hora, ser gerente em menos de dois anos, trabalhar no Google, conseguir um milhão antes dos 30 anos e assim por diante.

    É possível conseguir tudo isso? Provavelmente sim, mas, talvez não seja possível no tempo que você imagina. Além disso, ainda que você seja extremamente bem-sucedido, será que isso é o que realmente deseja da vida?

    Warren Buffett, um dos homens mais ricos do mundo, declarou o seguinte: “Eu daria toda a minha fortuna para ser reconhecido como um grande filósofo e não como o homem mais rico do mundo”.

    O erro mais comum que se pode cometer é não estabelecer o sucesso segundo os seus próprios valores. Você é capaz de identificar os parâmetros de sucesso que diferem da maneira tradicional, sem ser o dinheiro, a fama ou 15 minutos de exposição na mídia?

    Isso é importante na hora de definir os seus objetivos e sonhos pessoais, entretanto, é preciso ser sensato ao escolher o tipo de sucesso que você pretende alcançar. Quando alguém alimenta sonhos impossíveis, tende a buscar atalhos mais fáceis para alcançá-los, o que, por vezes, pode acabar em frustração.

    Felicidade, sucesso, fama e glória dependem de metas realistas. Quanto mais realistas, mais fácil de serem alcançadas. Deve existir significado em tudo isso. O que conta mesmo é o seu esforço e o risco envolvido, caso contrário, você nunca vai se sentir realizado plenamente.

    A maneira mais gratificante, e confortante, de descobrir se você está no caminho certo para alcançar o sucesso e a autorrealização é adotar uma definição de sucesso diferente de qualquer outra existente na face da Terra. É a sua própria definição, aquela que vai fazer sentido para você.

    Na medida em que você vai ficando mais velho e mais experiente, também vai acumulando todo tipo de advertência e perdendo contato com os seus desejos mais profundos. A impressão é a de que está caminhando na direção errada. Parece que todo mundo está bem, menos você.

    Na prática, você se perde tentando entender o que mundo quer e acaba adotando um comportamento diferente apenas para obter a aprovação alheia. O resultado de tudo isso é que a maioria das pessoas acaba fazendo coisas que nada têm a ver com a sua vocação, mas que agradam a maioria das pessoas, principalmente pais e amigos mais chegados.

    Não desejo que isso lhe aconteça, portanto, seja razoável e considere o sucesso com base naquilo que você mesmo deseja para toda a vida. Nada me espanta com relação aos adolescentes que ainda nem imaginam o que querem da vida. A maioria demora em encontrar o seu lugar no mundo e boa parte nunca descobrirá a razão pela qual está nele.

    Durante muito tempo eu tentei realizar o sonho de meu pai e acabei fazendo o curso técnico de eletrotécnica, talvez para agradá-lo, talvez para agradar a mim mesmo, talvez para encontrar um rumo na vida. O fato é que eu não tinha a mínima vocação para a área técnica, porém, isso não invalidou a boa intenção do meu pai de querer o melhor para mim, na visão dele, é claro.

    Faz mais de 20 anos que eu concluí o curso de Administração. Os quatro anos da faculdade estão entre os melhores da minha vida, sem sombra de dúvida. Aprendi a tratar a administração como arte, religião e ciência, o que me ajudou a abrir os olhos e as portas para uma nova forma de sobrevivência, além do crescimento pessoal e profissional.

    O bom de tudo isso é a que a Administração me permitiu ampliar o meu networking. Os relacionamentos abriram-me novas portas para a docência e a educação corporativa. E isso, definitivamente, me abriu as portas para consolidar aquilo que eu realmente gosto de fazer e que acabou transformando-se em missão de vida.

    Isso acontece com frequência. Uma porta vai abrindo outra e assim você vai construindo o próprio caminho, razão pela qual desejo compartilhar a minha definição de sucesso pessoal e profissional enquanto você vai pensando na sua.

    Sucesso é…

    – Escolher, por livre e espontânea vontade, o que você quer fazer na vida.
    – Entender que a vida não é só trabalho e que o trabalho não é toda a sua vida.
    – Saber utilizar o tempo livre com sabedoria para aproveitar os pequenos e maravilhosos momentos que a vida lhe proporciona.
    – Ter em mente que o dinheiro é importante, mas que você só é feliz quando o dinheiro deixa de ser importante.
    – Deitar a cabeça no travesseiro e acordar livremente no dia de seguinte com vontade de seguir adiante.
    – Saber que o que você quer ajuda outras pessoas a conseguirem o que querem.

    Sugiro que você dedique um tempo para pensar nisso e tente encontrar a sua própria definição. As questões a seguir poderão ajuda-lo a desvendar esse pequeno mistério e também vão ajuda-lo a reduzir a frustração, se for esse o problema.

    – O que o sucesso significa para mim?
    – O que a felicidade significa para mim?
    – O que eu pretendo ser quando crescer?
    – O que significa ser bem-sucedido na vida pessoal?
    – O que significa ser bem-sucedido na vida profissional?
    – Quais são os valores que melhor representam o meu conceito de sucesso: carro, amigos, família, dinheiro no banco, lazer, fazer parte de uma tribo, liberdade etc.?
    – O que eu preciso fazer desde já para iniciar a caminhada em direção ao sucesso?
    – O que eu estou pensando em fazer é passível de sucesso?
    – Quanto tempo leva para alguém ter sucesso na vida?

    Por fim, evite comparações. Quanto mais você se compara em relação aos outros, mais se distancia da vocação original. Cada pessoa tem a sua própria história, construída com base em uma experiência de vida que é muito diferente da sua.

    Enquanto não encontra a sua própria definição, continue caminhando e se lembre da sábia definição de Winston Churchill, primeiro ministro britânico: “Sucesso significa ir de fracasso em fracasso sem perder a paixão e o entusiasmo”.

    Pense nisso, empreenda, aja diferente e seja feliz!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Planejamento de Carreira

    Planejamento de Carreira - 12 de agosto

    Quem planeja a carreira torna-se um profissional proativo!

     

     

    Por Patrícia Bispo | rh.com.br

     

    Uma carreira promissora exige muito mais do que almejar conquistas e se inspirar em profissionais que fazem a diferença. Logicamente que esses dois fatores estão naturalmente relacionados às aspirações de muitos talentos, mas é preciso algo a mais para tornar sonhos em realidade. Um passo relevante para ter êxito na trajetória profissional é focar-se no planejamento de carreira, pois dessa forma o indivíduo poderá fortalecer ainda mais as competências que domina, bem como tornar-se capaz de identificar “armadilhas” que o levem a resultados negativos.

    Para o professor Joel Dutra, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e diretor geral do Departamento de Recursos Humanos da Universidade São Paulo (USP), a cultura brasileira leva os profissionais a aproveitarem as oportunidades que surgem, o que os leva a ter um comportamento mais reativo. “Quem planeja sua carreira tem um diferencial competitivo importante. Entretanto, planejar a carreira não é algo fácil, já que a maior parte das pessoas não teve qualquer estímulo nessa direção junto à família e em sua formação escolar”, justifica Dutra que também é autor do livro “Gestão de Carreiras na Empresa Contemporânea”, Editora Atlas. Em entrevista concedida ao RH.com.br, Joel Dutra pontua, ainda, quais são as principais fases do planejamento de carreira e assinala quem deve dar respaldo ao profissional, durante esse processo.

    Confira a entrevista e aproveite a leitura para refletir se sua carreira precisa ou não tomar um novo rumo!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Por que a criatividade é essencial às empresas?

    Criatividade e Inovação - 02 de agosto                             

               Afinal, por que as empresas valorizam tanto a             criatividade e o que isso  significa para o negócio?

     

     

     

    Por Patrícia Bispo | RH.com.br

     

    O que faz o diferencial nas organizações são as pessoas. Essa frase, pelo menos em sua essência, já foi mencionada milhares de vezes por especialistas, empresários e gestores que direcionam suas atenções para o capital intelectual. Dentro desse universo de pessoas que dão vida às empresas, cada vez mais são valorizadas competências como, por exemplo: espírito de equipe, comunicação interpessoal, capacidade de lidar com o novo, empreendedorismo, entre outras. Somando-se a esse conjunto, surge a criatividade – apontada com um dos principais diferenciais dos talentos que hoje são tão cobiçados pelas companhias.

    Afinal, por que as empresas valorizam tanto a criatividade e o que isso significa para o negócio? O que desperta o potencial criativo de um indivíduo? Qualquer pessoa é capaz de externalizar sua criatividade no âmbito organizacional ou há fatores que inibem que esse “fenômeno” aconteça? Qual o grau de proximidade entre criatividade e inovação?

    Esses são apenas alguns dos questionamentos que certamente inúmeros profissionais que lidam com a Gestão de Pessoas devem estar fazendo nesse momento. Para responder essas e outras perguntas, o RH.com.br entrevistou Rui Santo, professor de Criatividade e Inovação em vários MBA’s. Ele é autor de várias ferramentas de criatividade e também responsável pelo desenvolvimento da Balança da Inovação – primeiro instrumento de medidas de Ideias, e responsável pelo site www.galaxiacriativa.com.br. “O profissional inovador precisa ter uma visão muito ampla, ter um lado criativo e outro inovador, precisa conhecer detalhes do mercado onde atua e estar antenado com as tendências e as preferências dos clientes e da concorrência”, comenta.

    A entrevista com Rui Santo é, no mínimo, um convite para que você reflita sobre o seu potencial criativo e o que pode ser feito, na prática, para que sua equipe torne-se inovadora. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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