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O Rei da Selva – ATITUDE!!!

Rei de Selva - 29 de Novembro

 

 

 

É incrível imaginar que o leão não é o animal mais alto, não é o maior, o mais forte, o mais poderoso, nem o mais inteligente e, mesmo assim, ele é o rei da selva. O que será que faz o leão ser o rei da selva?

É a sua ATITUDE que o faz ser líder e ser rei. O leão não vive pelo que ele vê, mas pelo que ele “pensa”. Ele olha para um elefante e não vê um adversário grande, imponente e mais inteligente. Sua atitude mental diante das adversidades é que determina seu sucesso. Ele olha para o elefante e vê o almoço; o elefante olha para o leão e “pensa”: – Chegou o chefe!

A ATITUDE é um produto da CRENÇA, e a CRENÇA produz CONFIANÇA. As pessoas que se destacam creem no profundo que os fazem falar e viver pela fé! CONFIANÇA é a habilidade de conseguir seus objetivos baseados em uma convicção de que é possível.

Vemos profissionais saindo de casa derrotados justamente porque focam no problema e não visualizam que é possível vencê-los.

Podemos dizer que essa é uma ATITUDE mãe, e tem supremacia sobre todas as outras.

Guardem uma coisa:

“Um exército de ovelhas guiados por um Leão, vão sempre derrotar um exército de Leões guiados por uma ovelha”.

– A ATITUDE controla a maneira como você age;

– A ATITUDE determina a maneira que você responde a vida;

– A ATITUDE pode abrir ou fechar portas de oportunidades na sua vida;

– A sua ATITUDE determina suas limitações.

Você não terá sucesso até que a sua ATITUDE seja mudada.

 Publicado originalmente no site (www.amagiadomundodosnegocios.com.br).

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    Estresse, trabalho e qualidade de vida na Gestão de Pessoas

    Estresse, trabalho e qualidade de vida na Gestão de Pessoas - 22 de NovembroO estresse vem tornando-se um problema com dimensões cada vez maiores nas organizações.

     

     

     Por Ligia Henz | rh.com.br

    O estresse vem tornando-se um problema com dimensões cada vez maiores nas organizações, tendo como algumas causas a falta de tempo para concluir os serviços e a necessidade de realizar muitas tarefas diferentes ao mesmo tempo. O estresse ocupacional refere-se aos estímulos do ambiente de trabalho que exigem respostas adaptativas por parte do trabalhador e que excedem sua habilidade de enfrentamento. Estes estímulos são chamados de estressores organizacionais.

    Foi Hans Selye que, em 1926, utilizou este termo pala primeira vez, definindo o estresse como “um conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptação”, pois já havia notado que muitas pessoas que sofriam de várias doenças reclamavam dos mesmos sintomas como, por exemplo, falta de apetite, pressão alta, desânimo e fadiga.

    Podemos dizer que estresse é uma alteração psicofisiológicas do organismo, observável através de sintomas físicos e psicológicos, para reagir a uma situação de tensão e opressão. O estresse é um processo e não uma reação única, pois a partir do momento em que uma pessoa é submetida a uma fonte de estresse, um longo processo bioquímico instala-se, cujo início manifesta-se de maneira bastante semelhante, por sintomas como taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e sensação de estar em alerta.

    Estresse no trabalho é o resultado de um conjunto de várias situações ou condições, que são potencialmente desestabilizadoras, em razão de incongruências ou falta de adaptação entre pessoas e ambiente, e pode manifestar-se como problemas de saúde física ou emocional e ainda como alterações de comportamento no trabalho e em casa. Sintomas físicos: dores de cabeça, tensão muscular, dores das costas e no pescoço, cansaço excessivo, problemas de sono e no sistema digestivo, taquicardia, suor excessivo, diminuição da libido, entre outras.

    As condições de trabalho são geradoras de fatores estressantes, quando há deterioração das relações entre funcionários, com ambiente hostil entre as pessoas, perda de tempo com discussões inúteis, trabalho isolado entre os membros, com pouca cooperação, presença de uma inadequada abordagem política, com competição não saudável entre as pessoas.

    O estresse ocupacional, assim como as outras formas de manifestação desse fenômeno, não é necessariamente uma doença ou algo que deva ser eliminado totalmente do cotidiano das pessoas, principalmente porque está associado ao mecanismo de sobrevivência dos indivíduos. O estresse, quando se manifesta dentro dos limites toleráveis que são específicos e únicos para cada indivíduo, faz parte de nossas vidas. Viver pressupõe estar em condições nas quais o estresse necessariamente se manifestará.

    É impossível determinar todos os impactos causados pelo estresse nos funcionários, sendo que pessoas diferentes reagem biológica e psicologicamente de forma igualmente distinta ao processo de estresse. Nas organizações, o estresse pode gerar absenteísmo, rotatividade, afastamento por doenças, conflitos interpessoais, acidentes de trabalho, dentre outros.

    Embora o estresse não seja doença, é papel do gestor de pessoas monitorar constantemente como ele se manifesta no ambiente laboral, avaliando suas consequências e seus impactos, seja na saúde dos indivíduos seja nos resultados organizacionais.

    Não existem soluções únicas e receitas milagrosas para se lidar com o estresse. Cada contexto requer uma análise, de preferência com a participação de profissionais de diversas competências tais como médicos do trabalho, gestores de Recursos Humanos, psicólogos, dentre outros. E para cada situação específica, uma solução que seja construída de forma participativa e interativa, envolvendo também os colaboradores.

    A mudança de atitudes permite uma melhor forma de lidar com os fatores estressantes presentes no ambiente de trabalho, principalmente quando há o investimento em relações humanas saudáveis, baseadas em situações de valorização e apreciação de pessoas.

    Intervenções que podem ser adotadas com o objetivo de gerenciar os níveis de estresse pessoal e organizacional: técnicas de relaxamento, alimentação balanceada, exercício físico regular, repouso, lazer e diversão, sono apropriado às necessidades humanas, psicoterapia e vivências que favoreçam o autoconhecimento, administração do tempo livre para atividades ativas e prazerosas, medicação, com supervisão médica.

    O uso de metas específicas, que sejam percebidas como tangíveis, reduzem as incertezas e, consequentemente, o estresse ocupacional. É necessário dar aos empregados responsabilidade, trabalhos significativos e maior autonomia, fatores que podem reduzir o nível de estresse. Clareza na comunicação permite maior transparência no relacionamento entre empresa e colaborador, contribuindo no controle do estresse.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Acreditar em si – O primeiro passo para alcançar metas e superar sonhos

    Acreditar em si - 15 de NovembroViver do passado não leva a lugar algum e dar o primeiro passo rumo à mudança faz todo o diferencial seja no âmbito pessoal e/ou profissional.

     

     

     Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    Mais uma vez, estamos próximos à chegada de um Ano Novo. Diante disso, muitas pessoas começam traçar metas, a fazer uma listagem de sonhos que desejam realizar, mas que nunca conseguiram concretizar por inúmeras razões. O fato é que viver do passado não leva a lugar algum e dar o primeiro passo rumo à mudança faz todo o diferencial sejam no âmbito pessoal e profissional. Para falar sobre superação realização de conquistas e quais são as principais ferramentas que estão disponíveis para o desenvolvimento individual, o RH.com.br entrevistou José Roberto Marques – fundador e presidente do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching).
    Na visão de José Roberto Marques, a proximidade da chegada do Ano Novo pode servir de estímulo para as pessoas darem uma guinada, principalmente no campo profissional. Esse comportamento, segundo ele, está relacionado à cultura do brasileiro, porém podem utilizá-la ao nosso favor. O segredo é ter foco e determinação, e o principal – ação. Esse é o outro problema, as pessoas sonham, planejam, mas não executam.

     RH.com.br – Quando o Ano Novo aproxima-se as pessoas costumam traçar metas, inclusive no campo profissional. A “vira do calendário” é um estímulo para os talentos brasileiros?

    José Roberto Marques – Podemos dizer que sim. Na verdade é uma coisa cultural do brasileiro, porém podemos utilizá-la sim a nosso favor. O maior problema é que muitas vezes esses sonhos e desejos morrem no carnaval. O segredo é ter foco e determinação, e o principal – ação. Esse é o outro problema, as pessoas sonham, planejam, mas não executam. No próximo ano vou malhar, parar de comer gordura, tomar refrigerante, vou começar um curso de inglês, vou terminar de ler aquele livro. Para iniciar bem o ano, comece agindo. A decisão é o primeiro passo para gerar ação. Não basta apenas querer, é preciso decidir e agir em prol dos objetivos pretendidos. Se a meta é malhar, por exemplo, faça sua matrícula em uma academia. Se a intenção é parar de comer gordura e tomar refrigerantes, procure uma nutricionista que indicará outras opções mais saudáveis, evitando que você caia em tentação. Se você pretende começar um curso de inglês, que tal se preparar antes? Se o desejo é terminar o livro, que tal estipular um prazo para concluí-lo? O importante é criar estratégias para que cada desejo e sonho sejam, efetivamente, cumpridos.
    “O ser humano só conquista o que deseja quando se permite conhecer-se e transformar atitudes e comportamentos que o impedem de alcançar algo em uma poderosa força motivadora para conquistar tudo o que deseja. E é exatamente esta a proposta do Coaching, acelerar resultados rápidos, permanentes e duradouros em qualquer contexto, seja ele pessoal ou profissional”, acredita o presidente do IBC. Durante a entrevista ao RH.com.br, José Roberto Marques apresenta muitos outros pontos relevantes para quem deseja começar 2014 com o pé direito e ter boas conquistas! Tenha uma agradável leitura!

     RH – Muitos profissionais também se deparam com uma incógnita: como e onde investir no desenvolvimento de carreira? Qual o passo inicial para os que buscam dar uma guinada profissional?

    José Roberto Marques – Primeiramente qualquer profissional deve ter um plano de carreira bem definido. O planejamento feito através do Coaching fará com que ele obtenha uma visão sistêmica de sua carreira de maneira a enxergar o mercado, sua vida financeira, pessoal, além da definição clara de seus objetivos e metas, bem como suas maiores competências, pontos positivos e de melhoria que farão com que haja um desenvolvimento contínuo, aprimoramento de competências e potencialização pessoal e profissional. Além disso, com o auxílio do Coaching ele conquistará diversas aptidões fundamentais para melhorar seu desempenho enquanto profissional como uma liderança eficaz, organização, criatividade, comunicação, gestão de tempo, foco, entre muitos outros.

     RH – Nos últimos anos, o mercado brasileiro observou o surgimento de muitos recursos direcionados ao desenvolvimento de carreira. Entre eles, encontra-se o coaching. O que esse instrumento oferece de tão diferenciado em relação a outras metodologias?

    José Roberto Marques – Autoconhecimento. O ser humano só conquista o que deseja quando se permite conhecer-se e transformar atitudes e comportamentos que o impedem de alcançar algo em uma poderosa força motivadora para conquistar tudo o que deseja. E é exatamente esta a proposta do coaching, acelerar resultados rápidos, permanentes e duradouros em qualquer contexto, seja ele pessoal ou profissional. O coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano que visa a conquista de metas e objetivos em um curto espaço de tempo. O Coaching é um processo diferente de outras metodologias, pois a partir do comprometimento total do cliente com seu processo, os resultados são extraordinários e percebidos rapidamente.

     RH – O que deve esperar um talento que opta pelo Coaching como instrumento de desenvolvimento de carreira?

    José Roberto Marques – Resultados rápidos e ser surpreendido pela sua própria experiência de vida, pelos seus valores e anseios. A conquista do autoconhecimento, do autodesenvolvimento e da autoestima para ser o condutor de sua própria vida e carreira. Além de uma infinidade de competências que farão com que ele desenvolva rapidamente o seu potencial infinito.

     RH – Os benefícios do Coaching são rapidamente perceptíveis pelos profissionais que recorrem a esse processo de desenvolvimento?

    José Roberto Marques – Sim, pois ele tomará uma nova postura e terá em mãos, a cada sessão, tarefas a cumprir, sendo que se ele não às executar não chegará ao resultado esperado. Tendo consciência disso, são altíssimas as chances de sucesso. O Coaching só é Coaching se houver resultados e, para isso, é necessário total comprometimento do indivíduo com as sessões, seu Coachee e suas tarefas a cumprir.

     RH – O Coaching veio para todo profissional, independentemente do segmento de atuação?

    José Roberto Marques – Sim, qualquer profissional que deseja alcançar seus objetivos através de desenvolvimento pode utilizar oCoaching. Uma pesquisa da Harvard apontou que para se obter sucesso profissional 15% se dá a conhecimentos específicos, e os outros 85% a habilidades. O Coaching possui diversos nichos, uma modalidade para qualquer área que um indivíduo desejar desenvolver, seja ela pessoal, profissional, organizacional, familiar, esportiva, social, espiritual, entre outras.

     RH – Quais as principais dúvidas que ainda “rondam” os profissionais em relação ao coaching?

    José Roberto Marques – O Coaching é uma metodologia nova no Brasil, o nome em inglês, e os resultados efetivos ainda são desconhecidos por muitas pessoas. Mas, aos poucos estamos caminhando para propagar a filosofia do coaching em todo o Brasil. Nosso desejo é que mais e mais pessoas, profissionais, equipes e organizações conheçam esta poderosa metodologia e saibam como suas vidas podem ser transformadas a partir de uma única decisão: fazer Coaching!

     RH – O processo de Coaching torna o profissional mais competitivo?

    José Roberto Marques – Sim. O profissional estará mais certo de suas aptidões e competências. Estará seguro em suas convicções e valores, saberá exatamente o caminho que trilhará para alcançar seu objetivo.

     RH – Para os que buscam se aprimorar como líderes, o Coaching tornou-se um processo indispensável?

    José Roberto Marques – Sim, por ser um processo rápido ele passou a ser bastante utilizado por profissionais que desejam ou já ocupam cargos de liderança, como gestores, diretores e executivos. Isso se dá pelo fato de que o Coaching não só dá ao profissional as ferramentas e o conhecimento, para que ele se aprimore e tenha uma liderança mais efetiva, mas também para que desenvolvam outras pessoas, no caso seus subordinados.

     RH – E para aqueles profissionais que ainda têm em dúvidas em escolher um instrumento com foco no desenvolvimento de carreira, que conselhos o senhor pode deixar registrados?

    José Roberto Marques – Todas as respostas estão dentro de você. Você precisa se conhecer para assim poder traçar um plano de carreira assertivo, que alinhe sua vida profissional e pessoal.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    As dificuldades em lidar com imprevistos

     

    Imprevistos - 08 de NovembroMuitas vezes, é no Departamento de RH que muitas situações de conflito explodem.

     

     

     Por Daniela Maciel | Diário do Comércio

    Situações estressantes, conflituosas e de difícil solução são comuns a qualquer profissional e a qualquer empresa. E é no Departamento de Recursos Humanos que muitas delas explodem. Impactados por uma série de mudanças que nos últimos anos deram aos profissionais de RH uma série de novas atribuições e ampliaram o caráter burocrático do setor para um perfil estratégico, muitos se sentem perdidos e os conflitos começam a aparecer entre o departamento e os demais setores da empresa.

    A Avaliação de Potencial e Perfil (APP) sobre o perfil do profissional de RH brasileiro, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em março passado revelou que boa parte dos profissionais sente dificuldades ao lidar com situações imprevistas e com as próprias emoções. De acordo com os dados sobre a “Capacidade de Priorizar e Trabalhar com Imprevistos”, que avalia o grau de atenção concentrada e indica se o comportamento é dispersivo e se a pessoa consegue estabelecer suas prioridades de trabalhar com imprevistos e emergências, 17,6% revelaram dificuldades de concentração (geralmente geração Y), 29,6% disseram lidar bem com imprevistos e emergências e 52,8% revelaram-se estressados com imprevistos e emergências.

    Já no item “Gestão de Conflitos” que avalia como o profissional reage diante de situações tensas, 25,9% são explosivos em situações de conflito, 36,2% preferem evitar o conflito e 37,9% administram bem as situações de conflito. Quanto ao “Controle das Emoções”, que avalia a habilidade do indivíduo em lidar com suas emoções, 15,3% reprimem suas emoções, 22% revelam ser do tipo “pavio curto” e 62,7% alegam bom controle emocional. E, por fim, em relação ao “Estilo de Comunicação”, que avalia a capacidade que o indivíduo tem para informar com clareza e objetividade, conseguindo manter o grupo inteirado sobre as informações necessárias para o desenvolvimento de seu trabalho, 38,6% revelam boa capacidade de comunicação, 61,4% tendem a se comunicar mal, 13,8% são prolixos e 47,6% são sintéticos.

    Para a Consultora Especialista em RH da AB Consultoria Associados, Sofia Couto, a grande explicação para o número de conflitos está justamente no último item: a comunicação. “Precisamos entender que os conflitos fazem parte do dia a dia das pessoas, seja fora ou dentro das empresas e não são necessariamente ruins. Eles podem trazer reflexões e mudanças importantes. Aí o papel do RH é traduzir as demandas de cada um e ajudar a empresa a direcionar seus esforços em prol de um resultado”, explica Sofia Couto.

    Confira a reportagem na íntegra. Boa leitura!

     Publicado originalmente no Diário do Comércio.

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