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Perdeu o emprego? Cinco dicas para buscar um novo trabalho.

Especialista em transição de carreira de altos executivos, José Augusto Minarelli dá dicas práticas para quem está à procura de um emprego

 

Por Ariane Abdallah | epocanegocios.com.br

“Vestir a camisa” para vender seu produto. Esta é a sugestão do conselheiro de carreira José Augusto Minarelli para quem foi demitido ou pediu para sair da empresa em que trabalhava. O produto, no caso, é você. A ideia é que aproveite o tempo livre para procurar um emprego com a mesma dedicação de quem é pago para fazer expediente em período integral. Essa é a orientação que o especialista dá a seus clientes (presidentes de organizações, diretores e alto gerentes) há mais de 30 anos. Autor de dez livros, entre eles Networking e O jogo da transição, Minarelli criou um método que consiste em marcar encontros com o maior número possível de pessoas que possam, direta ou indiretamente, ajudá-lo a conseguir o que quer. Nessa hora, mergulhe na agenda de contatos, mas esqueça o envio de currículo por e-mail ou por telefone. Peça cafés, reuniões ou se ofereça a uma visita, mesmo que de 5 minutos. “Pessoalmente, você pode influenciar o outro com mais eficiência, pois cria um registro afetivo nele”, afirma. A seguir, o passo a passo que pode ocupar seus próximos dias.

1. Saiba com quem está falando
Há dois tipos de pessoas com quem deve se encontrar: aquelas com poder de contratação, que são poucas, as que Minarelli chama de “pessoas-fim”; e a grande maioria que não tem esse poder, mas pode levá-lo a quem tem. São as “pessoas-meio”. O contato com ambos interessam nesse momento.

2. Respeite a regra do mercado: problema se troca por solução
Quem está em busca de um trabalho, deve se apresentar como uma solução à demanda do setor que pretende integrar. Se, em vez disso, a pessoa chega a um potencial empregador com uma postura de vítima, falando mal do antigo chefe, reclamando da situação atual, desanimado, estará se apresentando como um problema. Portanto, evite essa postura. Seja positivo.

3. Vá direto ao ponto
Resuma sua história de vida e torne-a interessante. Começar a contar toda sua biografia desde a infância, listando acontecimentos em ordem cronológica só vai dar sono no interlocutor – ou deixá-lo irritado, se for alguém muito ocupado, que gentilmente abriu alguns minutos na agenda para lhe receber.

Fale pouco sobre o passado (algo como “não esperava perder o emprego, foi um susto, mas já superei”) e também sobre o presente (basta um “estou bem”). Dedique o resto da conversa ao que interessa: o que pretende de agora em diante. Seja direto. Comece com algo como: “Estou em busca de um novo emprego de diretor de Recursos Humanos em indústria”.

4. Apresente ou atualize sua imagem
Mesmo que esteja conversando com alguém que já conhece de longa data, relembre suas principais experiências e conte as novidades dos últimos anos. Por exemplo, cursos de especialização, cargos e responsabilidades que assumiu na empresa anterior.

Em seguida, explique por que alguém deveria lhe contratar. “Me considero capaz e preparado para…” e descreva, como se organizasse em tópicos, suas especialidades e interesses. Se estiver conversando com uma pessoa-fim, o papo acaba em seguida, quando você se coloca à disposição de um próximo contato. Já com pessoas-meio, a conversa continua.

5. Use a técnica C.O.I.S.A. 
Minarelli batizou seu método com as iniciais da palavra COISA para facilitar a memorização. Cada letra lembra um dos objetivos da interação que se segue ao papo preliminar.

C: conselho. Depois de expor suas intenções, peça um conselho ao outro. Por exemplo: quem ele indicaria para você falar? Que empresas estariam interessadas no que tem a oferecer?;

O: orientação. É uma continuação do conselho. O que ele acredita que você deveria fazer em seguida? Como se preparar melhor?;

I: informações. As respostas que receber são informações sobre o mercado que podem lhe ajudar. Absorva o máximo possível delas. Nunca se sabe quando serão úteis.

S: sugestão. Faça perguntas ao longo da conversa para estimular a pessoa a esticar a prosa, assim sairá de lá com mais conselhos, orientações e informações;

A: apresentação. Ao longo da conversa, vai identificar quem são as pessoas-fins que o interlocutor poderia apresentá-lo. Finalize a conversa perguntando se seria possível mediar um contato entre você e estas pessoas.

 Publicado originalmente no site (www.epocanegocios.com.br).

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    Coaching, um processo para alavancar resultados.

    O que pode impulsionar uma carreira de sucesso?

     

    Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    Não dá para se conceber uma pessoa feliz, sem que esta traga consigo a satisfação de acordar todos os dias e realizar atividades proporcionem prazer tanto no campo pessoa quanto profissional. São incontáveis os talentos que vivem pela constante busca de uma carreira promissora, que lhes proporcionem aquele “brilho no olhar”. Mas entre o desejo e a realização deste sonho, existe um trajeto a ser percorrido e fatores que devem ser levados em consideração para que a pessoa não se torne um “poço de frustação”.

    Para entender como percorrer esse caminho frente a tantas adversidades que surgem dia a dia, o RH.com.br entrevistou Eduardo Shinyashiki. Palestrante, consultor organizacional e especialista em desenvolvimento das competências de liderança e preparação de equipes, Eduardo consegue falar sobre o assunto com propriedade, ao mesmo tempo em que apresenta argumentos singulares que fazem as pessoas a fazerem uma avaliação sobre suas próprias escolhas. “As pessoas que vão atrás de sua vocação e buscam prazer no que fazem são, geralmente, encantadas com a profissão e felizes com o que trabalham. São pessoas que têm consciência de quanto as escolhas criam a nossa realidade, de quanto essa mesma realidade é consequência dos comportamentos e ações, de como os sucessos ou fracassos dependem de fatores internos”, sinaliza Shinyashiki que também é presidente da Sociedade Cre Ser Treinamentos.
    Eduardo Shinyashiki é um dos participantes da 2ª Turma da Jornada Virtual de Liderança 2013 – evento promovido pelo RH.com.br, que acontece no período de 07 a 22 de novembro próximo. Na ocasião, ele irá proferir a palestra em vídeo “Quando Ser Líder Faz a Diferença”. Confira a entrevista na íntegra, tenha uma agradável leitura e aproveite este momento para saber se o brilho do seu olhar está sendo ofuscado por algum fator!

    RH.com.br – O brilho no olhar de um profissional está apenas relacionado ao que a pessoa almeja?

    Eduardo Shinyashiki – Não apenas, mas conta bastante, pois os objetivos representam a direção e criam motivação. Esse brilho no olhar é relacionado ao que a pessoa é, à sua forma de ver o mundo, à confiança que o profissional tem em seu poder pessoal, ao fato de ter um foco mais definido e sentir que tem as forças para alcançá-lo.


    RH – 
    Quais são os fatores que despertam o encanto de uma pessoa por sua carreira?

    Eduardo Shinyashiki – As pessoas que vão atrás de sua vocação e buscam prazer no que fazem são, geralmente, encantadas com a profissão e felizes com o que trabalham. São pessoas que têm consciência de quanto as escolhas criam a nossa realidade, de quanto essa mesma realidade é consequência dos comportamentos e ações, de como os sucessos ou fracassos dependem de fatores internos. Se enfrentamos a vida e nos preparamos para sermos sujeito e não objeto dentro desse contexto, mais assumimos o domínio de para onde estamos levando a nossa vida e o nosso talento, conscientes de que nos tornaremos frutos das nossas escolhas. Quem tem esses pontos bem alinhados, sem dúvida alcança mais realização pessoal e profissional.

    RH – O peso da empresa sobre o profissional pode ofuscar definitivamente o brilho no olhar do talento?

    Eduardo Shinyashiki – Nossas escolhas de hoje definem nosso futuro. Portanto, se um profissional escolhe estar numa empresa que ele não gosta e fazendo coisas que ele não gosta, certamente esse brilho ofuscará. Mas se ele souber fazer escolhas adequadas com seu objetivo de vida dentro do contexto profissional, fortalecer seu poder pessoal, confiar no seu trabalho e saber o seu valor, saberá se posicionar como um profissional valioso e, consequentemente, portas se abrirão alinhadas com seu objetivo de vida. Nesse contexto, a empresa vai ser o meio pelo qual o profissional busca seus propósitos e vai dar o seu melhor, gerando satisfação, mantendo a motivação e o seu brilho.

    RH – A atuação da liderança na trajetória de um talento faz realmente a diferença como muitos acreditam?

    Eduardo Shinyashiki – Sim, uma liderança eficaz oferece a oportunidade para todos brilharem e se realizarem dentro do ambiente corporativo. Ao assumir o cargo, o líder convida todos que estão ao seu redor para crescerem junto a ele e se torna uma referência. Isso permite que cada funcionário perceba a sua real importância dentro da empresa e atue de forma alinhada aos seus talentos. O papel do líder não é ser o único responsável pelos resultados, mas, sim, ter a capacidade de identificar os talentos de seus profissionais e permitir que eles os expandam ainda mais.

    RH – Quando a empresa começa a ofuscar o brilho de um profissional, a melhor alternativa é sempre buscar outras oportunidades?

    Eduardo Shinyashiki – Se a pessoa começa a perder o brilho dentro do contexto profissional, onde ela trabalha, alguma coisa não está alinhada com seus propósitos. A partir da insatisfação, começamos a rever alguns conceitos. E essa reflexão é importante para sabermos se os caminhos que escolhemos estão realmente nos levando ao nosso objetivo. Esses sinais são fundamentais para reavaliar questões importantes das nossas decisões. A partir dessa reflexão podemos perceber se é o caso de procurar outra oportunidade para desenvolver melhor nossas competências e estar mais perto do que desejamos.

    RH – Vivemos em um mundo em que vários fatores externos bombardeiam a mente das pessoas, inclusive no ambiente corporativo. Como se proteger desses agentes desmotivadores?

    Eduardo Shinyashiki – Costumo dizer que existe o estresse positivo e o negativo. O mais comum é o negativo, que sentimos não ter controle das coisas, de estarmos em perigo, a agitação mental prevalece e há a sensação de falta de energia vital. O foco da pessoa permanece na dificuldade, no problema, no impasse e na adversidade. A melhor solução para reconstituir o ânimo de viver é fazer pausas, praticar simples atos que gerem momentos de prazer, treinar o autoconhecimento, equilibrar os aspectos da nossa vida profissional, afetiva, social e espiritual. Vale lembrar que as formas positivas e negativas de estresse sempre estarão presentes no cotidiano e todos nós temos condições de conduzir as situações para o melhor caminho, podemos transformar atitudes, treinar novas formas de pensar, de sentir, inovar a nossa maneira de agir, fortalecer uma mentalidade vencedora mesmo nas dificuldades. Podemos reconhecer, utilizar e colocar em prática todo o nosso imensurável potencial, redirecionar o nosso foco e as nossas escolhas.

    RH – Na atualidade, que fatores o senhor destacaria como sendo os que mais prejudicam um profissional de projetar seu brilho e de conquistar uma carreira promissora?

    Eduardo Shinyashiki – A falta de foco e objetivo. Muitas pessoas ainda não descobriram o que realmente querem da vida, ainda não possuem um objetivo, portanto, como podem dar o melhor de si em algo que não definiram? É importante nossas escolhas estarem alinhadas com nossos propósitos, assim ganhamos em poder pessoal, estamos motivados, e focamos em dar o nosso melhor para conquistar uma carreira promissora.

    RH – Se por um lado existem fatores que influenciam negativamente a carreira de uma pessoa, há aqueles que são considerados salutares. Esses últimos são sempre perceptíveis ou é preciso ter feeling para identificá-los?

    Eduardo Shinyashiki – Acredito que é um misto entre fatores bem perceptíveis e práticos, como mencionei anteriormente, e feeling e atenção ao contexto interno, ao que queremos e sentimos, e ao contexto externo, ficando atento às variáveis e às mudanças de cenário.

    RH – O ser humano é o único responsável por fazer a diferença na própria vida?

    Eduardo Shinyashiki – Seja no contexto profissional ou pessoal, cada momento vivido é o resultado das nossas decisões. Isso significa que a vida é definida pela possibilidade que temos de escolher. Quanto mais acreditamos que não temos influência sobre os acontecimentos da vida – ou como reagir a eles -, que o destino nos sufoca e a sorte, os outros e as circunstâncias externas são culpadas pelo que está acontecendo conosco, damos menos valor às nossas capacidades, e a autoestima diminui. Por isso, precisamos estar mais atentos às nossas emoções e mais conscientes de que fazer opções implica em assumir a responsabilidade das mesmas, as consequências e também os riscos presentes nela. Quando reconhecemos a nossa responsabilidade sobre os resultados de nossa história, conquistamos, ao mesmo tempo, mais autoconfiança e um conceito mais elevado de autoeficácia, que permite nos posicionar e enfrentar as variáveis cotidianas com maior segurança e tomar decisões, mesmo que complicadas, com mais serenidade e coerência. Com nossas escolhas, determinamos que realidade iremos viver.

    RH – Reinventar e tentar sempre são indispensáveis para quem deseja manter o brilho nos olhos, quando se para e pensa sobre a própria carreira?

    Eduardo Shinyashiki – Sem dúvida. Reinventar-se está ligado à criatividade, muito importante para estarmos aberto ao novo, para superar as resistências à mudança, indo além dos esquemas mentais habituais. E o tentar sempre já se conecta à persistência, que é uma qualidade que traduz a diferença entre o sucesso e o fracasso. É a falta de perseverança o que mais limita as pessoas na realização de seus objetivos. A perseverança junto à clareza do que se quer, transformam-se em uma força altamente eficaz.

    RH – Para quem perdeu o brilho e acredita que não pode mais se sentir feliz como profissional, o senhor poderia deixar algum recado?

    Eduardo Shinyashiki – Costumo dizer que existem três raízes que nos “impedem de voar”. São elas – Filtros: muitas vezes, as pessoas passam pelas experiências da vida e não tiram delas uma lição valiosa. Repetem-nas de maneira constante, mas não aprendem o que o universo está querendo mostrar, mesmo sentindo na pele os fatos. Isso acontece porque usamos diferentes lentes para enxergar a vida, ou seja, é como se cada um olhasse o mundo e os acontecimentos com um filtro particular. Dependendo de qual tipo usamos, isso nubla nossa visão em relação ao objetivo que queremos alcançar. Foco: as pessoas não conseguem atingir seus sonhos e objetivos porque, no fundo, não estabeleceram ainda quais são eles. Por isso, vão para qualquer lado e não põem energia para fazer seu projeto acontecer. Concentrar-se sem se desviar de uma meta estabelecida é o que fará você se manter firme até chegar a ela. Posicionamento: o resultado é sempre fruto de onde você coloca sua atenção. Se você se concentrar nos problemas, se colocar atenção neles, terá se posicionado do lado deles. Agora, se você se posicionar do lado da solução, esse será o objeto da sua atenção e, consequentemente, o resultado alcançado.

     

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Quatro habilidades para impulsionar sua carreira

    Carreira - 14 de março

    Empregadores estão procurando cada vez mais por pessoas que entendam as necessidades da empresa.

     

    Por Época Negócios | epocanegocios.com.br

    Especialistas norte-americanos de olho nas tendências das empresas mundiais elencaram para o Wall Street Journalquatro grandes habilidades essenciais para impulsionar a carreira profissional.

    Confira:

    1. Boa comunicação
    “Pessoas comunicativas articulam bem seus pontos de vistas e podem criar conexões com quem está em posição de avaliador”, explica o consultor e especialista em recrutamento Holly Paul. Por isso, expressar bem suas ideias, por meio da comunicação, é um dos segredos do sucesso profissional.

    É justamente ela que ajuda o recrutador a sentir, mesmo que em uma conversa breve de cinco minutos, pontos essências do entrevistado como entusiasmo, expectativa e grau de importância que os avaliados atribuem às coisas.

    A comunicação, ou a falta dela, pode ser também decisiva para conseguir a tão almejada promoção. Por isso, a dica de Paul é não estacionar, não deixar de aprimorar suas habilidades comunicativas e, seja para se dirigir ao chefe, ao funcionário ou ao colega, privilegiar o tête-à-tête em vez de conversas online.

    A escrita, aliás, está no pacote ‘comunicação’ e merece grande parte da sua atenção, ainda mais em tempos de 140 caracteres. “A tecnologia está tirando também a habilidade de escrever bem. As pessoas estão correndo tanto que elas fazem tudo ao mesmo tempo online e pulam coisas básicas como escrever as palavras com proficiência”.

    2. Cuidado com a imagem pessoal
    Na expectativa de encontrar um novo talento para a empresa, os recrutadores do século XXI têm às mãos ótimos instrumentos online. Eles fazem um verdadeiro passeio por vidas alheias ao vasculharem em blogs, Twitter, Facebook e LinkedIn. Por isso, cuidado com suas postagens.

    3. Flexibilidade

    A capacidade de responder rapidamente às necessidades de mudança de um empregador será importante no próximo ano, já que as organizações tentam responder com agilidade aos clientes.

    “As empresas estão começando a trabalhar com os funcionários sobre como sair da zona de conforto, como se adaptar”, diz Handal.

    Aprender novas habilidades é muito importante, uma vez que cada vez mais as empresas tomam novos rumos, lançando novos programas e produtos e precisam ter certeza de que seus funcionários estão abertos a mudanças e dispostos a aprender.

    4. Proatividade
    “Em seu ambiente de trabalho, você se voluntaria para projetos? Assume responsabilidades? Procura maneiras criativas de ajudar sua equipe? Reflita e lembre-se que uma maneira de se destacar é justamente ser proativo”. Para os próximos anos, as empresas estão considerando a contratação de funcionários que estejam dispostos a ajudá-las a crescer e tenham a capacidade de entender o que a empresa quer e precisa.

    Sinal verde para a contratação
    Se você reúne duas ou mais das características citadas acima é bem possível que você esteja mais perto de atingir seu objetivo profissional. As empresas estão cada vez mais atrás de novos talentos e quando os encontram tentam segurá-los.

     Publicado originalmente no site (www.infomoney.com.br).

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    Deixar de acompanhar o seu progresso profissional é prejudicial

    Coaching de Carreira - 07 de março

    Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais.

     

     

    Por Universia | infomoney.com.br

    Não importa qual seja a sua área de atuação, você provavelmente deseja atingir metas e objetivos. Afinal, a principal motivação de um profissional competente deve ser contornar obstáculos e aceitar novos desafios. Porém, algumas pessoas passam muito tempo sem fazer auto avaliações e não sabem, de forma concreta, o quanto já progrediram em seus projetos.

    Isso acontece porque muitos têm mede de perceber que estão indo para a direção errada, ou que não avançaram o quanto imaginavam. Esse tipo de decepção pode ser muito forte em alguns profissionais e, ao invés de animá-los, pode deixá-los desanimados e com vontade de desistir. E o pior: geralmente, as pessoas que mais precisam de auto análise são as que menos fazem isso.

    Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais. Quando você descobre onde está errado, é necessário sair da zona de conforto e mudar a sua forma de trabalhar. Por mais desanimador que isso seja, é essa mudança de paradigma que irá deixá-lo mais próximo do sucesso.

    Além disso, acompanhar o andamento do seu trabalho é a melhor maneira de não entregar resultados ruins. É muito melhor que você veja, com antecedência, que o seu trabalho não está bom, do que perceber isso pouco antes da data limite de entrega.

    Se você ainda não se sente preparado para acompanhar de perto seu desempenho, uma solução para isso é pedir para que um amigo de confiança faça isso por você. Peça para que ele seja honesto em relação ao seu trabalho e diga onde você está errando e em que aspectos deve melhorar. Mas fique atento: a pessoa deve ser alguém que entenda a sua área de atuação e seja realmente de confiança. Senão, você corre o risco de piorar ainda mais o seu trabalho.

    Perceber que você está fazendo as coisas de maneira errada pode ser doloroso, à princípio. Porém, depois que os resultados positivos começarem a aparecer, você verá que são essas auto análises que irão ajudá-lo a ser um profissional de sucesso. Não tenha medo de assumir seus erros, acompanhe o seu progresso profissional e fique mais próximo de atingir os seus objetivos.

    Pense nisso!

     Publicado originalmente no site (www.infomoney.com.br).

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