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Desemprego no terceiro trimestre é o mais alto em três anos

Captura de Tela 2015-10-30 às 20.44.05Neste final de ano é preciso fazer um balanço da carreira e avaliar quais as perspectivas para uma reinserção e em que aspectos será preciso flexibilizar para que a tão aguardada Recolocação Profissional se torne real.

Mesmo com as taxas de desemprego crescendo, Marisa Ayub fala ao Bom Dia Brasil dando algumas orientações sobre como os profissionais devem se posicionar com relação à realidade atual do mercado de trabalho para terem êxito em sua busca.

Assista à materia na íntegra no site do Bom Dia Brasil CLICANDO AQUI.

(Publicado originalmente no site da Globo.com, 30/10/2015).

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    Um terço dos desempregados no Brasil tem entre 18 e 24 anos

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    Assista a entrevista dada pela Diretora da Quality Training RH, Marisa Ayub, ao Jornal Hoje e veja as dicas para aumentar suas chances de uma Colocação Profissional.

     

    Edição do dia 12/10/2015

    Ricardo Soares

    Belo Horizonte

    Maioria desses jovens está à procura do primeiro emprego. Apesar da falta de experiência, a disponibilidade de tempo pode ser uma grande vantagem.

    Sem trabalho desde que se formou em engenharia civil, há quase um ano, Graziela Lorenzetti manda currículo todo dia para empresa de diversas áreas. Um jogo de paciência, quase como numa pescaria.  “O primeiro que fisgar a gente aceita, porque infelizmente não estamos podendo escolher exatamente a área que sempre sonhamos em trabalhar”, declara.
    Se o currículo está magrinho por falta de experiência, é a trajetória na faculdade que pode virar o jogo.

    “Tirando notas boas na escola, procurando ser monitor em alguma matéria, se desenvolvendo bem em cursos, às vezes até no trabalho de conclusão final de curso. Para que os professores também possam indicá-lo, para que ele tenha mais facilidade depois de entrar no mercado”, orienta Marisa Ayub, diretora recursos humanos.

    Morar com os pais, não ter tanta despesa ainda nessa fase da vida, tudo isso conta muito a favor do candidato, segundo consultores de recursos humanos. Menos peso sobre os ombros significa mais flexibilidade, especialmente na hora de negociar a proposta salarial.

    “É melhor eu reduzir um pouco e entrar no mercado e com os meus resultados eu conseguir o que eu busco, do que de repente tentar já entrar com um salário alto e, infelizmente não dar conta de entrar no mercado”, completa a diretora recursos humanos.

    Mas o que fazer para não jogar oportunidade fora, quando aparecer o convite para a entrevista de emprego? “Olhar no olho é fundamental. Falar a verdade é fundamental. Saber se posicionar, ter segurança ao passar as informações. Uma boa entrevista é que define um processo seletivo”, ressalta Ayub.

    Sinceridade e cordialidade foi o que abriu as portas de uma oficina mecânica para Rafael Carvalho, que não tinha experiência alguma no ramo. “Experiência não tenho, mas muita força de vontade de aprender”, conta o auxiliar administrativo.

    João Barreto Lima, dono da oficina onde Rafael trabalha, conta que uma das coisas que perguntou ao funcionário foi o que ele pretendia na empresa. “Eu quero crescer junto com a empresa”, respondeu Rafael. “Isso foi o que me motivou a contratá-lo. A vontade de aprender e crescer. Aí ele ganhou o coração do patrão”, conta o dono da oficina.

    (Originalmente publicado no site g1.globo.com em 12/10/2015)

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