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O Rei da Selva – ATITUDE!!!

Rei de Selva - 29 de Novembro

 

 

 

É incrível imaginar que o leão não é o animal mais alto, não é o maior, o mais forte, o mais poderoso, nem o mais inteligente e, mesmo assim, ele é o rei da selva. O que será que faz o leão ser o rei da selva?

É a sua ATITUDE que o faz ser líder e ser rei. O leão não vive pelo que ele vê, mas pelo que ele “pensa”. Ele olha para um elefante e não vê um adversário grande, imponente e mais inteligente. Sua atitude mental diante das adversidades é que determina seu sucesso. Ele olha para o elefante e vê o almoço; o elefante olha para o leão e “pensa”: – Chegou o chefe!

A ATITUDE é um produto da CRENÇA, e a CRENÇA produz CONFIANÇA. As pessoas que se destacam creem no profundo que os fazem falar e viver pela fé! CONFIANÇA é a habilidade de conseguir seus objetivos baseados em uma convicção de que é possível.

Vemos profissionais saindo de casa derrotados justamente porque focam no problema e não visualizam que é possível vencê-los.

Podemos dizer que essa é uma ATITUDE mãe, e tem supremacia sobre todas as outras.

Guardem uma coisa:

“Um exército de ovelhas guiados por um Leão, vão sempre derrotar um exército de Leões guiados por uma ovelha”.

– A ATITUDE controla a maneira como você age;

– A ATITUDE determina a maneira que você responde a vida;

– A ATITUDE pode abrir ou fechar portas de oportunidades na sua vida;

– A sua ATITUDE determina suas limitações.

Você não terá sucesso até que a sua ATITUDE seja mudada.

 Publicado originalmente no site (www.amagiadomundodosnegocios.com.br).

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    As dificuldades em lidar com imprevistos

     

    Imprevistos - 08 de NovembroMuitas vezes, é no Departamento de RH que muitas situações de conflito explodem.

     

     

     Por Daniela Maciel | Diário do Comércio

    Situações estressantes, conflituosas e de difícil solução são comuns a qualquer profissional e a qualquer empresa. E é no Departamento de Recursos Humanos que muitas delas explodem. Impactados por uma série de mudanças que nos últimos anos deram aos profissionais de RH uma série de novas atribuições e ampliaram o caráter burocrático do setor para um perfil estratégico, muitos se sentem perdidos e os conflitos começam a aparecer entre o departamento e os demais setores da empresa.

    A Avaliação de Potencial e Perfil (APP) sobre o perfil do profissional de RH brasileiro, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em março passado revelou que boa parte dos profissionais sente dificuldades ao lidar com situações imprevistas e com as próprias emoções. De acordo com os dados sobre a “Capacidade de Priorizar e Trabalhar com Imprevistos”, que avalia o grau de atenção concentrada e indica se o comportamento é dispersivo e se a pessoa consegue estabelecer suas prioridades de trabalhar com imprevistos e emergências, 17,6% revelaram dificuldades de concentração (geralmente geração Y), 29,6% disseram lidar bem com imprevistos e emergências e 52,8% revelaram-se estressados com imprevistos e emergências.

    Já no item “Gestão de Conflitos” que avalia como o profissional reage diante de situações tensas, 25,9% são explosivos em situações de conflito, 36,2% preferem evitar o conflito e 37,9% administram bem as situações de conflito. Quanto ao “Controle das Emoções”, que avalia a habilidade do indivíduo em lidar com suas emoções, 15,3% reprimem suas emoções, 22% revelam ser do tipo “pavio curto” e 62,7% alegam bom controle emocional. E, por fim, em relação ao “Estilo de Comunicação”, que avalia a capacidade que o indivíduo tem para informar com clareza e objetividade, conseguindo manter o grupo inteirado sobre as informações necessárias para o desenvolvimento de seu trabalho, 38,6% revelam boa capacidade de comunicação, 61,4% tendem a se comunicar mal, 13,8% são prolixos e 47,6% são sintéticos.

    Para a Consultora Especialista em RH da AB Consultoria Associados, Sofia Couto, a grande explicação para o número de conflitos está justamente no último item: a comunicação. “Precisamos entender que os conflitos fazem parte do dia a dia das pessoas, seja fora ou dentro das empresas e não são necessariamente ruins. Eles podem trazer reflexões e mudanças importantes. Aí o papel do RH é traduzir as demandas de cada um e ajudar a empresa a direcionar seus esforços em prol de um resultado”, explica Sofia Couto.

    Confira a reportagem na íntegra. Boa leitura!

     Publicado originalmente no Diário do Comércio.

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    Liderança pelo Exemplo

    Liderança pelo Exemplo - 18 de OutubroInspiração, desafio e motivação são ingredientes essenciais para estimular a equipe a apresentar resultados. Pragmático ou afetivo, o líder deve saber retirar o melhor das pessoas.

     

    Humberto Siqueira, Jornal Estado de Minas

     

    Quando se fala em líder corporativo, logo se pensa em chefe. Mas há diferença entre liderar e chefiar. Embora os dois termos possam estar associados com comendo, direcionamento, a forma como se executa essa função diferencia um do outro. Nem todo chefe é líder e nem todo líder é chefe.

    Liderança é a arte de liberar as energias e potencial das pessoas, visando atrair talentos, inteligência e conhecimentos para enfrentar a complexidade das mudanças, influenciando de forma positiva mentalidades e comportamentos. O líder precisa inspirar, desafiar e motivar a equipe a realizar seu potencial máximo, entregando resultados. Para isso, tem de ser capaz de fazer com que cada um e todos aceitem desafios e se sintam relevantes o tempo todo. Engajar pessoas e despertar nelas confiança é fundamental, assim como investir na própria competência técnica, que será sempre a sustentação dessa posição.

    Nem todo líder nasce com esse perfil. Alguns têm trajetória de vida que o encaminham a agir dessa forma, enquanto outros buscam, conscientemente, aprimorar esse perfil. Segundo Karla Candal, diretora da LHH/DBM, empresa em soluções de mobilidade de talentos e transição de carreira, “o sucesso em processos de desenvolvimento está intimamente relacionado ao quanto indivíduos e organizações estão alinhados às suas identidades e propósitos”.

    Para ela, o líder tem que estar alinhado com o que a organização tem definido na sua identidade – missão, valores, visão, competências e o resultado que deve ser atingido. “Para cada negócio temos estilos de interação diferenciados. Em ambientes mais competitivos, um líder mais pragmático pode ter mais aderência à organização do que um mais afetivo, por exemplo”, pondera.

    Na visão de Lee Ellis, palestrante e autor do livro Leading with honor: leadership lessons from the Hanoi Hilton, em que apresenta sua experiência como prisioneiro de guerra durante cinco anos no Vietnã e destaca lições de liderança aprendidas no cativeiro, “a boa liderança é fundada em bom caráter. Inclui a obtenção de resultados e cuidado com as pessoas para alcançá-los. Normalmente, há uma tensão entre a missão (resultados) e as pessoas (relações), porque a missão deve ser sempre realizada, mas você não pode abusar das pessoas na obtenção de resultados sob pena de a performance diminuir a produtividade. No entanto, poucas são naturalmente talentosas em resultados e relacionamentos. Para ser um bom líder, a maioria das pessoas tem que aprender uma das duas habilidades, aquela que não é seu forte”, avalia.

    Nesse cenário, o líder seria aquele que sabe tirar o melhor das pessoas, tem visão para alocar o profissional certo no lugar certo, uma escuta mais apurada, estabelece a confiança, engaja as pessoas e tem a compreensão de que o resultado é mérito de todos. O chefe seria aquele que trabalha pensando no seu próprio sucesso, não consegue segurar a pressão que ele mesmo sofre, não comunica bem para a equipe e mantém o nível de estresse alto para conseguir o resultado. Em geral, fica longe de conflitos e problemas, visando manter sua posição, sua equipe tem problemas de performance e turn over elevado.

    Para Lee, um superior não terá capacidade de liderança se ele não consegue obter a confiança de sua equipe. “A confiança é a marca registrada de equipes coesas. Sem ela, as pessoas têm dúvidas, medos e incertezas que não levam a um alinhamento e unidade. E confiança, nesse contexto, significa que entendo e aceito você, porque você está disposto a ser vulnerável e genuíno. Esse tipo de confiança leva tempo e os líderes devem tê-la como prioridade”, afirma o ex-piloto da Força Aérea Americana.

     

    Publicado originalmente no Jornal Estado de Minas, Caderno Megaclassificados, dia 13 de Outubro de 2013

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    Pare de se enganar: SUCESSO pede autoconhecimento


    Autoconhecimento - 14 de OutubroO Professor de Harvard Robert Steven Kaplan diz que o sucesso depende de um processo corajoso de conhecimento pessoal.

     

    Por Beatriz Rey | Você S/A

     

     

    Chapel Hill – Robert Steven Kaplan tornou-se professor da escola de negócios de Harvard em 2005, depois de uma carreira de mais de 20 anos em Wall Street — a maior parte do tempo como alto executivo do banco Goldman Sachs, de onde saiu como vice-presidente do conselho (não confundir com o professor homônimo, criador da metodologia Balanced Scorecard).

    Mesmo com um grande repertório em gestão de investimentos, na academia ele enveredou pela linha de estudos do comportamento profissional. Em seus livros, Kaplan trata da investigação profunda que os profissionais devem fazer em suas fontes de motivação — que, segundo ele, não são investigadas e por isso as pessoas não crescem. É nesse ponto que entra a experiência do mercado financeiro.

    Como orientador de carreira, Kaplan não amacia. “Executivos bem-sucedidos devem ser capazes de listar seus pontos fortes e fracos”, diz. Em entrevista à VOCÊ S/A, o professor fala sobre seu novo livro, What You’re Really Meant to Do (“O que você realmente deve fazer”, em tradução livre), que será lançado em maio nos Estados Unidos. E ele promete ir fundo na busca dos interesses profissionais.

    VOCÊ S/A – As pessoas realmente buscam conhecer a si mesmas? 

    Robert Steven Kaplan – Todos nós, e aqui me incluo, temos “pontos cegos”, ou seja, características pessoais das quais não temos conhecimento, mas que são evidentes para quem nos observa. Os profissionais estão em diferentes estágios do processo de conhecimento íntimo. Nunca conheci alguém que não precisasse de ajuda ou conselho para se desenvolver. Uma pessoa pode prescindir de ajuda durante algum tempo, mas em algum momento certamente precisará conversar. A situação é a seguinte: se você não precisa de conselho, não está produzindo nada. Está parado, não está crescendo.

    VOCÊ S/A – Essa busca é um processo constante, certo? 

    Robert Steven Kaplan – É importante dizer que não são somente as pessoas que mudam. O mundo também está em transformação. A natureza das empresas e das indústrias muda. E você também muda: pode assumir novas responsabilidades, por exemplo. A busca do potencial único é certamente um processo constante. Uma situação muito comum é encontrar uma pessoa que trabalha há dez anos no mesmo lugar e simplesmente deixa de gostar da empresa, do trabalho. A pergunta é: por quê? Ouço bastante esse tipo de queixa: “Eu costumava amar meu emprego, hoje detesto”. O que aconteceu? O emprego mudou ou é o profissional que está diferente?

     VOCÊ S/A – Com qual frequência devemos revisitar o que sabemos sobre nós? 

    Robert Steven Kaplan – Não há um tempo certo, mas claro que não pode ser algo feito a cada segundo. Meu livro fala em atualizações regulares de seus pontos fortes e fracos, de suas paixões, de quem você é, o que você ama, qual o seu caráter, seu tipo de liderança. Essas são perguntas que as pessoas devem se fazer de tempos em tempos. O livro é como um roteiro — você não precisa consultá-lo sempre, mas deve pegá-lo de vez em quando para ter certeza de que sabe para onde está indo.

    VOCÊ S/A – O senhor acha que as pessoas dedicam a energia necessária a essa investigação?

    Robert Steven Kaplan – Se você é cínico, tem complexo de vítima ou acha que o mundo é muito injusto, terá muita dificuldade em tentar qualquer caminho diferente daquele que está trilhando. Esse tipo de mentalidade negativa coloca o profissional em um ciclo de insatisfação. Lido com pessoas que são cínicas ou que acreditam que a Justiça não funciona o tempo todo. Percebo o quanto isso é improdutivo. Nos Estados Unidos, quando se fala em imposto, por exemplo, há quem acredite que nada funcionará, que o governo está sempre prejudicando a população. É difícil encontrar uma solução quando se adota um padrão de comportamento destrutivo. Entendo que as pessoas recorrem a ele para se proteger. Elas já foram prejudicadas e não querem passar por isso novamente. Só que, no fim das contas, acabam prejudicando a elas mesmas.

    VOCÊ S/A – De acordo com o livro, esse tipo de mentalidade está relacionadoa experiências negativas que persistem na memória e prejudicam o desempenho. Isso é comum no trabalho?

    Robert Steven Kaplan – Se você me der mil pessoas, lhe darei mil narrativas diferentes. A mais comum é “não sou bom o suficiente” e suas variações. Mesmo se as pessoas que convivem com o profissional o consideram incrível, a narrativa persiste. Isso leva profissionais a cometer erros graves. As situações de pessoas que perdem a cabeça, que não cooperam e que são imprevisíveis, em muitos casos, não acontecem porque são babacas. Elas ocorrem por causa de insegurança, porque querem se proteger. Cada pessoa tem sua própria narrativa negativa. Não há quem não a tenha. O segredo é ter consciência de que ela existe e entender como afeta seu comportamento. Livrar-se dela não é possível. Mas saber que ela existe e não ser prisioneiro dela, sim.

    VOCÊ S/A – O senhor diz que devemos buscar uma definição própria para o sucesso. Como fazer isso diante dos modelos que a sociedade impõe? 

    Robert Steven Kaplan – O livro é justamente sobre isso. É preciso entender pontos fortes e fracos e quais são suas paixões para definir o conceito próprio de sucesso. É um processo que demanda muito trabalho. A pressão dos colegas é muito forte. O roteiro que proponho não vai fazer com que o profissional fique blindado a essa pressão. Além de conhecer suas qualidades e defeitos, ele deve entender por que se sente vulnerável à pressão social. Talvez falte autoconfiança. Ou então haja questões não resolvidas com os pais, o que leva o sujeito a tentar agradar os outros. Esse entendimento aumenta a determinação.

    VOCÊ S/A – Em termos práticos, quais estratégias um profissional pode adotar para se conhecer? 

    Robert Steven Kaplan – Um bom exemplo é pensar em um momento durante a vida em que se sentiu melhor. O que você estava fazendo? Por que gosta tanto desse momento? Talvez você estivesse trabalhando com esportes, com crianças ou simplesmente escrevendo. Quais tarefas estava desempenhando? Por que você era tão bom nessas tarefas? É apenas um exemplo de exercício simples, que força a pensar sobre o passado. Quando as pessoas fazem isso, percebem que gostam de trabalhar com gente ou com vendas, por exemplo. Mais: percebem que não pensavam a respeito disso havia anos. Na sequência, minha pergunta é: por que não trabalhar em uma empresa que ofereça esse tipo de trabalho? O importante é fazer algo além de pensar. Há o cérebro e o coração. Em outras palavras, pensar no que sentimos é fundamental.

    Boa leitura!

    (Originalmente publicado no site  www.exame.abril.com.br)

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    Por que o mau humor prejudica a carreira?

    Mau humor - 04 de Outubro

    Dizem que os conflitos fazem parte do dia a dia das corporações e que através deles as pessoas são capazes  de extrair aprendizados que lhes agregarão diferenciais comportamentais futuros.

     

    Por Patrícia Bispo | rh.com.br

     

     

    Para quem já precisou lidar com um fato conflitante, depois de passado o “calor da emoção”, sabe muito bem que essa premissa é verdadeira. Isso porque quando vivenciamos algo, saímos mais amadurecidos para administrar questões similares e colocamos, em prática, aquilo o que os estudiosos chamam de Inteligência Emocional. Dentro do mar de emoções em que mergulha a mente humana, deparamo-nos com o humor que sinaliza se a pessoa está em comunhão ou em desarmonia com algum fator interno ou externo. O fato é que o mau humor em “larga escala” pode prejudicar tanto a vida pessoal como a carreira de um talento. Vejamos abaixo os porquês do péssimo humor à trajetória profissional!

    1 – Quem tem sempre o mau humor e o leva para o ambiente de trabalho, costuma afastar os demais pares do seu convívio. Isso porque todas as pessoas têm problemas pessoais e por mais que o seu colega de trabalho tenha boa vontade para ajudá-lo nas situações mais complicadas, é possível que em determinado momento ele perda o senso de companheirismo e tenha uma reação contrária ao que você esperava. Afinal, todos têm problemas pessoais e muitos fazem de tudo para controlar as emoções e não prejudicar os colegas e espero que, no mínimo, a recíproca seja verdadeira.

    2 – Qual o mau humor contamina a pessoa, em alguns casos, o próprio profissional nem se dá conta do que realmente está acontecendo com o suporto distanciamento dos colegas em relação a ele. Isso pode acarretar numa situação de baixa autoestima, pois o indivíduo passa a acreditar que está sendo excluído injustamente e que ele é a única vítima dessa desagradável situação.

    3 – Uma vez excluído do convívio dos seus pares, o profissional deixa começa a perceber que já não faz mais parte da equipe e que deixa de receber o compartilhamento de conhecimento que antes estava acostumado a ter em seu dia a dia.

    4 – Uma vez isolado na equipe, ele pode passar a aumentar o mau humor que já havia contaminado o seu comportamento e passa a entrar, cada vez mais, numa reação de reclusão. Afinal, todos estão contra eles: seus melhores colegas de trabalhos, seus pares e até mesmo o seu líder, em quem depositava tanta confiança.

    5 – Quebrado esse relacionamento de confiança com todos os que o cercam, o profissional mau humorado já passa a ver seu trabalho que antes lhe dava prazer, a ser um fardo. Se antes ele acordava satisfeito para trabalhar e dar o melhor de si, pensa a pensar apenas em acordar, cumprir o mínimo de suas atividades laborais para receber seu salário, ao final do mês.

    6 – Se cumprir o mínimo das suas atividades passa a ser seu foco, o profissional mal humorado coloca um véu sobre seus olhos e esquece de que as oportunidades de aprendizado, de crescimento profissional passarão por ele sem que o mesmo percebe. Ele estará tão centrado em se proteger de todos os que o cercam que não mais se preocupará em olhar para “fora da caixa”.

    7 – Com o tempo, o mau humor acabará indo mais longe e não apenas prejudicando a performance e o futuro de uma carreira promissora. Logo, a pessoa passará a sentir os reflexos na própria saúde e sinais de alerta do organismo como dores de cabeça, problemas no estômago mostrarão que começará a se formar um equilíbrio orgânico, pois o corpo sente os reflexos da mente e das emoções que, por ventura, somos levados a vivenciar.

    8 – Como uma bola de neve, o mal humorado não vê perspectivas de melhoras. Isso porque sua mente passa a ficar tão conturbada com os “fantasmas que são criados em sua mente”, que um simples problema pode significar uma dificuldade sem precedentes e sem solução. Nesse caso, é comum que os conflitos com os demais membros da equipe surjam e o clima do time venha a ser prejudicado.

    9 – Quando o profissional chega a este estágio, é comum que sua vida pessoal também entre em desequilíbrio. Isso porque ele, provavelmente, levará os problemas que acumulou no trabalho para o convívio com seus familiares, que nada tem a ver com a questão que ele formou junto ao ambiente de trabalho. Clima tenso na empresa, clima tenso em casa é sempre uma péssima combinação e só tende a aumentar os problemas.

    10 – Se você está passando por algum desses problemas e reconhece que seu humor não é dos melhores, converse com alguém que você confie e tente identificar a “raiz” do problema. Tudo tem solução a parti do momento em que reconhecemos que precisamos mudar, desenvolver novas competências, inclusive as comportamentais. Afinal, somos todos humanos e, dessa forma, passíveis de erros. O que, às vezes, precisamos rever são os nossos conceitos, quebrar paradigmas que nos foram impostos ao longo da nossa vida e passarmos a olhar a vida com outros prismas. Se você reconhece que precisa de ajuda, que precisa mudar em algum ponto, acredite, você já deu um grande passo para dar uma guinada tanto no campo pessoal como no lado profissional.

    Confira a reportagem na íntegra. Boa leitura!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Aprenda a usar a ansiedade a seu favor


    Ansiedade - 20 de Setembro Como conseguir qualidade de vida diante da agitação que vivemos? 

     

    Por Cersi Machado | rh.com.br

     

    Hoje em dia, saber lidar com as preocupações de forma consciente tornou-se uma das principais capacidades para se obter êxito. Como conseguir qualidade de vida diante da agitação que vivemos? Como lidar com a ansiedade que toma conta do cotidiano de todos nós? Precisamos compreender que ansiedade não é doença. É normal sentirmos um pouco de ansiedade, isso pode até nos ajudar a ter atitude, a colocar em movimento algo que consideramos importante, a nos ajudar na adaptação de alguma mudança. Há uma grande diferença entre ansiedade e a superansiedade. A ansiedade torna-se ruim quando prolongada, quando foge de seu controle e se torna irracional, interferindo em seus relacionamentos e na sua saúde.

    De acordo com os estudiosos nos assuntos sobre ansiedade e estresse, não há mal em ter um pouco de ansiedade, por exemplo: antes de uma entrevista de emprego, antes de uma apresentação em público etc. A respiração acelera, o coração bate mais forte, as mãos começam a suar – esses são sinais fisiológicos da ansiedade. Mas quando isso começa a fugir do controle, é preciso avaliar a maneira como está interpretando os desafios de seu dia a dia para que a ansiedade não se transforme em algo patológico. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, o excesso de ansiedade está entre as principais causas de afastamento do trabalho. Quando ficamos ansiosos o organismo libera cortisol, que em doses moderadas é uma coisa boa, porém quando a ansiedade se repete demasiadamente, o cortisol aumenta e isso pode prejudicar o sistema imunológico, acelerando a morte de células.

    Quando você está prestes a alcançar um objetivo importante, uma grande conquista, a ansiedade vai começar a tomar conta de seu corpo e isso é um bom sinal, pois é consequência de sua motivação. Já pensou se você estiver indo em busca da realização de um objetivo, mas sem um impulso maior, sem uma energia e vontade latente para alcançar o que tanto sonhou? Que graça teria essa conquista? O problema, repito, está na ansiedade demasiada e mal administrada.

    A ansiedade é um sentimento de futuro, ninguém sente ansiedade por algo que já aconteceu. Viver demasiadamente a ansiedade é estar preso ao medo do futuro.
    O que cada um precisa avaliar é se a ansiedade não está sendo ausência de fé em si mesmo ou falta de confiança no presente, pois isso acaba gerando insegurança.

    Lembre-se que a vida acontece aqui e agora, e o presente é o recurso mais importante que possuímos para concentrarmos nossa energia. Então, não devemos ficar presos ao futuro. É claro que devemos ter metas e projetar o futuro, porém você deve ficar consciente para que no agora você aja com inteligência.

    Veja algumas dicas para lidar com a ansiedade:

    – Quando a ansiedade começar a tomar conta de você, pare e analise as razões desse sentimento. Talvez você precise se organizar melhor ou talvez necessite avaliar algumas decisões no presente. Então, reflita e depois tenha uma atitude inteligente sem se martirizar.

    – Não bagunce tudo e todos ao seu redor. Não deixe a ansiedade tornar-se irracional.

    – Reconheça seus limites e aprenda a relaxar. Quando estiver no trabalho pare de vez em quando, respire melhor, movimente o corpo, tome água, fique em silêncio. Ao retornar para o trabalho você se sentirá melhor.

    – Lembre-se de que você não pode abraçar o mundo. Seja lógico ao definir suas prioridades do dia. Determine um tempo adequado para cada atividade.

    – Cuide de si mesmo. Determine duas prioridades essenciais: dormir bem e se alimentar corretamente.

    – Procure atividades prazerosas para descontrair e relaxar. Sua vida não deve ser focada somente em trabalho e pagar contas. Então, não abra mão do lazer e da diversão.

    – Tenha resiliência e não olhe somente para o lado negativo das situações, enfrente as adversidades de cabeça erguida, sem fazer “tempestades em copo d’água”.

    Esteja consciente para saber lidar com a ansiedade, pois é através dessa consciência que você poderá desenvolver algumas virtudes tão importantes como, por exemplo, a paciência, a confiança em si mesmo e o autocontrole. A ansiedade faz parte de nossa vida, portanto utilize-a a seu favor porque, às vezes, ela vem para nos fazer sair do lugar, para que a vida não seja uma jornada monótona e sem energia.

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Preciso contratar Vendedor. E, agora?

    Entrevista dada pela Coordenadora de RH do núcleo de R&S à GBL Jeans.

     

     

    Por Flávia Toledo | gbljeans.com.br

     

     

    Saiba o que perguntar no momento da seleção, quais são as habilidades do candidato a serem analisadas e que treinamento do escolhido é atividade obrigatória.

     

    Há não muito tempo boa aparência, desembaraço e falar bem seriam as três habilidades fundamentais para contratar um vendedor ou uma vendedora de loja de roupas. Com o mercado aquecido e consumidores exigentes, está cada vez mais difícil encontrar profissionais já preparados e preencher vagas. Por isso, o processo de seleção também tem que mudar para se adaptar à nova realidade. O GBLjeans consultou duas lojas multimarcas e uma consultora em recursos humanos para reunir dicas para traçar o perfil do profissional de vendas da era atual e como identificá-lo.

    Treinamento deixou de ser opcional. É investimento necessário para moldar competências e mesmo para referendar escolhas. “Durante a seleção, procuro pessoas que sejam dinâmicas, pois, o resto das características ideais (ser comunicativa e se vestir bem) são adquiridas após o treinamento oferecido pela loja. Acho de extrema importância esse treinamento, porque nele também descubro quem realmente quer trabalhar nesta área”, conta João Santos, gerente da La Pomme, multimarcas de moda feminina que tem três lojas em Recife, em Pernambuco. É ele o responsável pela contratação do quadro de vendedoras.

    Para Boukje Soares, coordenadora da Quality Training Recursos Humanos, empresa mineira especializada em recrutamento e seleção de profissionais, quem vai contratar deveria se ater a competências que na opinião dela não podem faltar a um vendedor de loja de roupas: ter foco em resultados, iniciativa e habilidade para contornar situações difíceis.

    Com 15 anos de experiência à frente da multimarcas Armazém Modas, em Catalão (GO), Elisson Leite, diz que teve funcionários na área de vendas, mas, que já faz tempo optou pelo atendimento direto ao cliente da loja que vende roupas, calçados e acessórios para mulheres. Ele acredita que a principal qualidade de um vendedor de qualquer área é entender o que está vendendo. No caso de uma loja de roupas, avalia que se vestir bem funcionaria como um bom critério de seleção.

    Competências a avaliar
    ■ Controle emocional: a famosa paciência para saber lidar com clientes xiliquentos. Em geral, a habilidade de sair de situações complicadas só é constatada no calor dos acontecimentos. Uma opção é simular o cenário de guerra durante o recrutamento e verificar como o candidato se sai.

    ■ Iniciativa: capacidade de executar tarefas, sem que ninguém mande fazer. Pode ser treinada, porém, algumas pessoas têm essa competência mais desenvolvida que outras.

    ■ Aparência: saber se vestir, combinar peças, pode queimar etapas do treinamento. Se a pessoa tem noção do que lhe cai bem, pode transferir essa experiência no momento do atendimento ao cliente, além de passar confiança na hora de opinar, quando e se solicitado.

    ■ Desembaraço comercial: pode ser treinado. É a qualidade de abordar o cliente com educação, mantendo-se atento às demandas e formas alternativas de atender, ainda que a loja não tenha todos os itens solicitados.

    ■ Simpatia: é a capacidade de deixar o cliente à vontade e transmitir a sensação de que ele é bem vindo, mesmo que o vendedor tenha tido horas de cão antes de chegar à loja. Não significa vendedores invasivos, que forjam intimidade – que não têm – com os clientes.

    ■ Disponibilidade de horário: é bom perguntar antes. Se a loja estiver localizada em shopping center é grande a possibilidade de a pessoa ter que trabalhar também aos domingos. Nem todo mundo costuma se adaptar a esse tipo de rotina. Pode ser ainda mais difícil para quem tem filhos pequenos. É bom perguntar se tem filhos, como se sentiria em ter que sacrificar os domingos, geralmente o dia que se passa em família, para trabalhar.

    ■ Entender o ritmo do comércio: às vezes, a pessoa pode ser dinâmica, de fácil adaptação, porém, não está preparada para a rotina do varejo de roupas: dias de pouco movimento, alternados com outros de grande agitação em que é necessário atender mais de um cliente ao mesmo tempo e de forma atenciosa.

    ■ Buscar resultados: ser capaz de entender que, na maioria dos casos, boa parte do salário corresponde à comissão por vendas. Quanto mais vende, mais ganha. Porém, nem todas as pessoas estão preparadas para viver dessa forma, com rendimentos que variam a cada mês. Se o cargo for comissionado, para evitar surpresas é bom deixar claro como funciona e prestar muita atenção à reação.

    (Originalmente publicado no site www.gbljeans.com.br)

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    Planejamento de Carreira

    Planejamento de Carreira - 12 de agosto

    Quem planeja a carreira torna-se um profissional proativo!

     

     

    Por Patrícia Bispo | rh.com.br

     

    Uma carreira promissora exige muito mais do que almejar conquistas e se inspirar em profissionais que fazem a diferença. Logicamente que esses dois fatores estão naturalmente relacionados às aspirações de muitos talentos, mas é preciso algo a mais para tornar sonhos em realidade. Um passo relevante para ter êxito na trajetória profissional é focar-se no planejamento de carreira, pois dessa forma o indivíduo poderá fortalecer ainda mais as competências que domina, bem como tornar-se capaz de identificar “armadilhas” que o levem a resultados negativos.

    Para o professor Joel Dutra, da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP) e diretor geral do Departamento de Recursos Humanos da Universidade São Paulo (USP), a cultura brasileira leva os profissionais a aproveitarem as oportunidades que surgem, o que os leva a ter um comportamento mais reativo. “Quem planeja sua carreira tem um diferencial competitivo importante. Entretanto, planejar a carreira não é algo fácil, já que a maior parte das pessoas não teve qualquer estímulo nessa direção junto à família e em sua formação escolar”, justifica Dutra que também é autor do livro “Gestão de Carreiras na Empresa Contemporânea”, Editora Atlas. Em entrevista concedida ao RH.com.br, Joel Dutra pontua, ainda, quais são as principais fases do planejamento de carreira e assinala quem deve dar respaldo ao profissional, durante esse processo.

    Confira a entrevista e aproveite a leitura para refletir se sua carreira precisa ou não tomar um novo rumo!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Por que a criatividade é essencial às empresas?

    Criatividade e Inovação - 02 de agosto                             

               Afinal, por que as empresas valorizam tanto a             criatividade e o que isso  significa para o negócio?

     

     

     

    Por Patrícia Bispo | RH.com.br

     

    O que faz o diferencial nas organizações são as pessoas. Essa frase, pelo menos em sua essência, já foi mencionada milhares de vezes por especialistas, empresários e gestores que direcionam suas atenções para o capital intelectual. Dentro desse universo de pessoas que dão vida às empresas, cada vez mais são valorizadas competências como, por exemplo: espírito de equipe, comunicação interpessoal, capacidade de lidar com o novo, empreendedorismo, entre outras. Somando-se a esse conjunto, surge a criatividade – apontada com um dos principais diferenciais dos talentos que hoje são tão cobiçados pelas companhias.

    Afinal, por que as empresas valorizam tanto a criatividade e o que isso significa para o negócio? O que desperta o potencial criativo de um indivíduo? Qualquer pessoa é capaz de externalizar sua criatividade no âmbito organizacional ou há fatores que inibem que esse “fenômeno” aconteça? Qual o grau de proximidade entre criatividade e inovação?

    Esses são apenas alguns dos questionamentos que certamente inúmeros profissionais que lidam com a Gestão de Pessoas devem estar fazendo nesse momento. Para responder essas e outras perguntas, o RH.com.br entrevistou Rui Santo, professor de Criatividade e Inovação em vários MBA’s. Ele é autor de várias ferramentas de criatividade e também responsável pelo desenvolvimento da Balança da Inovação – primeiro instrumento de medidas de Ideias, e responsável pelo site www.galaxiacriativa.com.br. “O profissional inovador precisa ter uma visão muito ampla, ter um lado criativo e outro inovador, precisa conhecer detalhes do mercado onde atua e estar antenado com as tendências e as preferências dos clientes e da concorrência”, comenta.

    A entrevista com Rui Santo é, no mínimo, um convite para que você reflita sobre o seu potencial criativo e o que pode ser feito, na prática, para que sua equipe torne-se inovadora. Confira a entrevista na íntegra e boa leitura!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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    Salário motivacional - 05 de Julho

    Sua empresa oferece um bom salário emocional aos seus colaboradores?

     

     

    Por Patrícia Bispo | RH.com.br

     

    Se já é complicado encontrar um profissional que atenda às expectativas do negócio, tampouco se torna uma tarefa fácil reter esse talento na organização e não perdê-lo para a concorrência. Mas, o que de fato encanta um profissional ao ponto de fazê-lo permanecer na organização e se comprometer com o negócio? Algumas empresas apostam em remunerações atraentes, somadas a benefícios diferenciados. Será que isso realmente faz o diferencial? Lógico que contar com um salário acima do oferecido pelo mercado é sempre um fator bem-vindo, mas algo desperta o interesse dos dirigentes para outras vertentes, dentre essas o salário emocional – um conjunto de fatores emocionais que fazem com que as pessoas queiram permanecer em uma empresa.

    Para explanarmos um pouco mais esse assunto, o RH.com.br entrevistou Fausto Alvarez, sócio da Consultoria Kienbaum, que possui mais de 20 anos na área de Recursos Humanos com ênfase em HR Management. Segundo ele, uma pesquisa realizada pela própria Kienbaum junto a 18 mil líderes, o principal fator que encanta o público entrevistado está diretamente relacionado ao progresso na carreira, ao aprendizado e ao desenvolvimento. “A remuneração, tanto de curto como de longo prazo são muito importantes. Contudo outros fatores são tão ou mais importantes para a permanência dos talentos nas empresas”, resume Fausto Alvarez.

    Confira a entrevista na íntegra e avalie se o salário emocional está sendo utilizado na sua organização, para a permanência dos profissionais que fazem o diferencial. Boa leitura!

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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