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Os 10 erros de português mais comuns em processos seletivos

A comunicação é uma das habilidades mais valorizadas no ambiente profissional, por isso é necessário que o candidato a uma ocupação profissional, além de se comunicar com clareza e objetividade, também tenha atenção para não cometer erros semânticos, sintáticos e ortográficos.

 

Listamos agora os erros mais comuns cometidos durante uma entrevista emprego, confira:

  1. Mais/Mas
    Exemplo correto: Sou uma profissional recém-formada, mas tenho experiências profissionais.
    Exemplo errado: Sou uma profissional recém-formada, mais tenho experiências profissionais.
  2. Aonde/ Onde
    Exemplo correto: Realizei uma pós-graduação em Marketing digital, onde adquiri muitos conhecimentos.
    Exemplo errado: Realizei uma pós-graduação em Marketing digital, aonde adquiri muitos conhecimentos.
  3. Afim/ A fim
    Exemplo correto: Almejo novos desafios a fim de desenvolver minhas habilidades de liderança.
    Exemplo errado: Almejo novos desafios afim de desenvolver minhas habilidades de liderança.
  4. Fazem/Faz
    Exemplo correto: Faz dois que me tornei bacharel em direito.
    Exemplo errado: Fazem dois que me tornei bacharel em direito.
  5. A/Há
    Exemplo correto: Não exerço a função há três anos.
    Exemplo errado: Não exerço a função a três anos.
  6. Imprimido x Impresso
    Exemplo correto: Os relatórios foram impressos ontem.
    Exemplo errado: Os relatórios foram imprimidos ontem.
  7. Ao meu ver/ A meu ver
    Exemplo correto: A meu ver, a reunião foi um sucesso.
    Exemplo errado: Ao meu ver, a reunião foi um sucesso.
  8. Visa/ Visar a
    Exemplo correto: Ele visava ao cargo de diretor.
    Exemplo errado: Ele visava o cargo de diretor.
  9. Chegar em/ Chegar a
    Exemplo correto: Os documentos chegam a São Paulo amanhã.
    Exemplo errado: Os documentos chegam em São Paulo amanhã.
  10. Fim de semana / Final de semana
    Exemplo correto: Bom fim de semana!
    Exemplo errado: Bom final de semana!
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    As empresas sabem o que você fez no seu trabalho anterior

    Consultorias especializadas atuam na detecção de risco e investigam o histórico de candidatos a cargos gerenciais e operacionais

     

    Thinkstock

    Já pensou se ter sua vida vasculhada e checada por investigadores particulares fosse parte dos processos seletivos? Ter gente verificando se você realmente tem as certificações listadas, se desenvolveu os processos — e não apenas participou deles —, se sofreu sanções ou multas administrativas por má conduta no mercado financeiro e até se cometeu fraudes num emprego anterior? Pois saiba que esse roteiro já é realidade em algumas seleções.

    Impulsionadas pela Operação Lava-Jato, que revelou a participação de diversos executivos brasileiros em esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro, grandes companhias têm recorrido com frequência cada vez maior aos serviços de consultorias especializadas em investigar minuciosamente o passado dos candidatos. De biografia profissional a evolução patrimonial e imagem pública do candidato, não há quase nada que passe despercebido pelos olhos — e pela pesquisa — desses recrutadores.

    Tudo para evitar fraudes e a associação a profissionais que possam prejudicar a reputação da corporação. “É padrão realizar uma investigação profunda da vida pregressa do candidato antes de apresentá-lo ao cliente. Avaliamos o capital intelectual, profissional, comportamental e dados públicos, além de consultar ex-pares, subordinados e chefes para entender seu perfil”, diz Luiz Wever, presidente da Odgers Berndtson, empresa de recrutamento executivo, de São Paulo.

    Dados da Kroll, consultoria global especializada em análise de risco, apontam que a contratação do serviço de avaliação de reputação conhecido como due diligence (“diligência prévia”, numa tradução livre do inglês) dobrou em 2016 quando comparada ao ano anterior.

    Um dos serviços mais requisitados foi o de background screening, uma revisão do histórico e das atividades profissionais do candidato. “As empresas querem a certeza de que estão trazendo para dentro da casa alguém confiável”, diz Carlos Lopes, diretor sênior da Kroll, de São Paulo.

    No Brasil, a demanda pelos serviços de investigação tem ocorrido tanto na esfera pública quanto na privada, principalmente após a Lei no 13.303, ou Lei das Estatais, sancionada em junho de 2016 e regulamentada em dezembro.

    Após tantos escândalos envolvendo indicações políticas no alto escalão de empresas públicas, a lei promete tornar mais criteriosa a nomeação de profissionais em cargos de direção. “O background é sigiloso e obrigatório para os indicados a cargos-chave antes de uma nomeação. Com ele, podemos apurar episódios de desvio de integridade, como condenações ou processos em andamento e a existência de conflitos de interesse pela vinculação com empresas concorrentes ou fornecedoras de bens e serviços”, afirma Lúcia Casasanta, diretora de conformidade da Eletrobras.

    Linha de frente

    E não são apenas os executivos que vão entrar na mira das novas regras. Apesar de esse tipo de análise ser mais comum para presidentes, vice-presidentes, diretores e conselheiros administrativos, o mercado já sinaliza que até mesmo posições hierárquicas inferiores estão sujeitas a ter seu histórico profissional esquadrinhado.

    Em um levantamento exclusivo para VOCÊ S/A, a Protiviti, consultoria especializada em risco e auditoria interna, aponta que as áreas de auditoria e compliance, comunicação e marketing, financeira e de logística e suprimentos têm recebido maior demanda por investigações sobre o passado profissional dos candidatos, mesmo nos níveis gerencial e operacional. “De analistas a supervisores, são muitos os pedidos. Somente na área de suprimentos, para os cargos estratégicos e operacionais, já realizamos mais de 2 300 processos”, diz Antonio Carlos Hencsey, líder de ética & compliance da Protiviti, de São Paulo.

    A recente preocupação com os cargos operacionais não é sem motivo. Por estarem na linha de frente da produção e do atendimento, e mais próximos dos clientes, se agirem com má-fé, eles podem prejudicar não só a imagem da empresa mas também os resultados. O Relatório Global de Fraude e Risco da Kroll, por exemplo, destaca que os funcionários juniores são os responsáveis por 22% das fraudes registradas nas corporações. Já as posições de médio e alto escalão representam 9% dos danos.

    Perfil ético

    De olho nesse movimento, a Libbs Farmacêutica tem apostado, desde 2015, numa metodologia de análise para avaliar os candidatos a cargos operacionais. “Utilizamos o compliance individual, aplicado por meio de uma consultoria, para checar o risco da posição e definir o perfil ético do colaborador. O trabalho é realizado nas áreas financeira, de suprimentos, compras, auditoria e engenharia, que detêm informações sigilosas e estratégicas”, afirma Madalena Ribeiro, diretora de RH da Libbs, de São Paulo.

    Na avaliação realizada pela empresa, o candidato é colocado frente a dilemas éticos, que incluem desde procedimentos concorrenciais até questões relacionadas a assédio, bem como o relacionamento com parceiros de negócios e terceiros. Tudo para saber se a conduta do profissional será condizente com a esperada pela Libbs. “Mapeamos o perfil do entrevistado e os possíveis riscos em negociações ou decisões futuras que ele possa tomar em nome da empresa”, diz Madalena.

    Recentemente, antes de ser contratada pela Libbs, em abril, a analista de exportação plena Lucy Maia de Moraes, de 37 anos, de São Paulo, foi submetida ao processo. “Passei por uma avaliação de caráter que abordava minha vida pessoal, atitudes e crenças, mas foi tudo muito profissional. Não me senti desconfortável”, afirma.

    Lucy respondeu a um questionário sobre como seria seu comportamento em vários tipos de situação. “Queriam saber se eu já havia furtado, e minha opinião sobre pessoas que cometem pequenos crimes por causa de sua condição social — se eu achava que era uma questão relacionada ao ambiente onde vivem ou uma questão de índole”, diz. Ela acredita que sua postura nas redes sociais a ajudou na conquista da vaga. “Não me exponho nas redes, e sei que a maneira como mantenho meu perfil do LinkedIn, sempre atualizado e completo, me ajudou a transmitir uma boa imagem profissional.”

    Apesar de as consultorias que rea­lizam processos de due diligence e compliance afirmarem não estar interessadas na vida pessoal dos candidatos, é bom reforçar os cuidados na administração da imagem na internet. “Do discurso do candidato ao seu posicionamento na web, suas conexões e aquilo que ele compartilha, tudo é considerado. É importante ter cuidado com o que se publica, pois qualquer deslize pode representar uma mancha na reputação profissional”, afirma Marcia Vazquez, gestora de capital humano da Thomas Case & Associados, empresa de recolocação profissional, de São Paulo.

    Juridicamente, não há impedimento para o acesso a informações públicas, online ou offline. O sigilo só se dá nas esferas bancária e fiscal. “Pesquisar informações em redes sociais não representa invasão de privacidade, o que só se daria, por exemplo, se o empregador criasse um perfil falso para acessar dados que o empregado compartilha apenas com amigos e familiares”, diz Jorge Cavalcanti Boucinhas Filho, advogado e professor de direito do trabalho na Fundação Getulio Vargas de São Paulo.

    Já informações sobre orientação sexual, questões familiares e dados financeiros não podem ser consideradas em seleções por ser discriminatórias. “As companhias precisam observar as limitações legais desses processos”, diz o advogado Guilherme Amorim Campos da Silva, do Rubens Naves Santos Jr. Advogados, de São Paulo. Mesmo com essas ressalvas, o fato é que nos próximos anos a reputação não será um ativo precioso apenas para as marcas e empresas mas também para todos os profissionais.

    O que elas querem saber?

    Os itens mais investigados e os cuidados que se deve ter com a reputação profissional.

    Conflitos de interesse: Associações com concorrentes ou fornecedores são avaliadas com rigor para mapear conflitos de interesses, evitar fraudes e vazamento de informações.

    Se você tem alguma participação societária em outra companhia ou atua como consultor em mais de uma empresa, avalie se a proposta de trabalho representa dilema ético e traga o assunto à tona.

    Sua biografia: É praxe checar cada item do histórico profissional, de graduações a atividades rea­lizadas na empresa. Além de verificar as referências, os recrutadores investigam, por meio de um bate-papo, se o candidato foi o responsável por implementar um projeto na empresa ou se só participou dele.

    Por isso, Seja honesto sobre suas habilidades técnicas e comportamentais e aja com transparência.

    Suas parcerias: Não importa seu partido ou posição política. O que os recrutadores querem saber é se você tem conexões que possam prejudicar a empresa no futuro. Em outras palavras, a intenção é descobrir se seus contatos comerciais — fornecedores, clientes, órgãos públicos e colaboradores — podem vir a facilitar negociações ilícitas em troca de favores. Por isso, seja franco sobre sua atuação com parceiros e esclareça pontos-chave que possam vir a gerar incertezas no recrutador.

    Finanças pessoais: Mais que uma análise de RG, CPF ou uma consulta em órgãos de crédito ao consumidor, como SPC ou Serasa, a avaliação para um cargo estratégico de confiança implica um levantamento da atividade financeira e do patrimônio do candidato para apurar se houve enriquecimento ilícito.

    Litígios e ações disciplinares: Quem está envolvido — ou já esteve — em disputas judiciais desabonadoras, atividades antiéticas ou ilegais, ou já tenha sofrido alguma penalização, como multa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) por violar as regras do mercado financeiro, deve pensar numa estratégia para abordar o tema, pois há consultorias que checam esse tipo de informação.

    O melhor é ser honesto sobre o desvio de conduta.

    Aparições na mídia: Reportagens em jornais, revistas e artigos revelam não só se a biografia é condizente com a descrita em currículo mas também permitem fazer uma análise positiva ou negativa da reputação de um profissional. faça uma pesquisa na internet e fique de olho nas notícias já publicadas a seu respeito para não ser pego de surpresa.

    Imagem nas redes sociais: Atenção às informações divulgadas em suas mídias sociais. Mensagens de ódio, racismo e polêmicas contam negativamente em avaliações comportamentais. Lembre-se de que o Google exibe, inclusive, menções em ações na Justiça.

    Por isso, apague da rede informações que possam depor contra sua imagem. caso não seja possível, toque no assunto ainda no início do processo de seleção para construir uma relação de confiança com o recrutador.

    (Texto originalmente publicado na Revista Você S/A em 10/08/2017).

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    A importância do currículo para conseguir um emprego

    Para quem busca conseguir um emprego é muito importante saber distinguir e ressaltar muito bem suas experiências, os pontos fortes e expressá-los de forma transparente, clara e objetiva em seu currículo e comprová-los de forma convincente na hora da entrevista.

    Mas como se escrever bem um currículo? Simples de dizer e  nem sempre tão tranquilo de fazer.

    • Currículo: Procure colocar, além da sua formação de graduação e  experiências  adquiridas, informações que todo currículo obrigatoriamente contém, características pessoais , desempenho em projetos ou tarefas, resultados obtidos e realizações relevantes que, na sua opinião, possam distingui-lo dos demais candidatos que  esteja competindo. Por exemplo: liderança em projetos, com resultados(demonstre em percentual), coordenação  de equipes para desenvolvimento da ampliação da fábrica(sempre demonstrando seus resultados obtidos), voltado para pesquisas, desenvolvimento de software para gestão, entre outros”.

    Uma boa entrevista é que define um processo seletivo!

    • Entrevista: Seja confiante e informe bem suas atuações, sempre informando o que consta em seu currículo.   Converse com o entrevistador sobre o que perguntado de forma bem objetiva, sem se delongar demais, demonstrando com isso franqueza e uma atitude positiva. fale dos seus resultados e prazos e situações onde você foi bem sucedido, realizações em empregos anteriores, informações que possam ser  relevantes para quem procura, através da entrevista, conhecer um pouco melhor a pessoa que esta na sua frente.

    O importante é conseguir transmitir ao entrevistador confiança nas informações e o que é capaz de fazer para gerar resultados para a empresa.

    É fundamental se informar sobre a empresa que você esta indo fazer a sua entrevista e  também sobre sua cultura e valores, para que você possa tentar se recolocar ali e fazer perguntas pertinentes ao entrevistador, pois o equilíbrio entre a fala  e a avaliação é o que irá te deixar mais próximo de conseguir um emprego.

    Equipe Quality Training RH.

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    Como criar um perfil mais eficaz no Linkedin?

    Os cuidados que vão ajudá-lo a construir um bom currículo online.

    Carreira - 14 de março

    O volume de currículos que um recrutador recebe diariamente é muito grande e estudos indicam, que este profissional leva em média seis segundos para decidir se aquele CV vai seguir adiante ou não. Por isso, o currículo deve ser bem escrito e as informações mais relevantes precisam saltar aos olhos do headhunter.

    Em um mundo cada vez mais digital, o currículo on-line passa a ser o perfil no Linkedin – que também requer cuidados. Por isso, reuni neste artigo alguns conselhos práticos para deixar seu perfil mais atraente aos olhos do headhunter.
    Diferencial do Linkedin
    A grande vantagem desta rede é que não há limitação de espaço. Enquanto um currículo deve ser sucinto, com no máximo duas páginas, o perfil no Linkedin permite um pouco mais de flexibilidade e detalhes, porém sem exageros. Além disso, há alguns recursos que podem agregar valor à sua experiência.
    Recomendações
    Se tiver a oportunidade, peça para que pessoas do sua rede recomendem você em alguma atuação que tenha sido relevante, isso aumenta a credibilidade do seu perfil.
    Atividades extras
    Inclua suas experiências fora do mercado de trabalho, como vivências internacionais, publicações acadêmicas, participação de projetos na empresa, seminários, simpósios ou até mesmo trabalho voluntário. Jamais minta sobre alguma informação, pois o recrutador tem meios para verificar as informações expostas.
    Contribuição com conteúdo
    Seja ativo e relevante para sua rede. Da mesma forma que você pode usufruir de conteúdos interessantes divulgados por seus contatos, sempre que possível compartilhe também conteúdo. No entanto, é preciso ter cautela quando for compartilhar algo. Sempre pense se você compartilharia essa informação com os seus gestores na empresa atual, clientes e equipes. Se não tiver certeza sobre isso, é melhor não compartilhar. O Linkedin deve ter tópicos voltados para o mundo corporativo ou sua área de atuação, nunca itens informais, não é uma rede para postar piadas ou fotos que não agreguem valor para as suas conexões.
    Networking
    Tenha o maior número de conexões possível. O Linkedin possui filtros e geralmente as pessoas só conseguem visualizar até a 3° conexão, ou seja, se você tiver mais pessoas na sua rede aumenta a chance do seu perfil ser visualizado. O mesmo vale para os grupos, participe de grupos ligados à sua área de atuação e interesses, pois as pessoas dos mesmos grupos também conseguirão visualizar o seu perfil em buscas. Mantenha seus contatos ativos também nessa rede, além de seguir amigos e empresas.
    Monitoramento de oportunidades
    De tempos em tempos, é válido verificar vagas que possam ser de seu interesse e enviar o currículo. Também é importante ler artigos ou publicações que possam contribuir para que você seja um profissional melhor aproveitando a oportunidade para interagir com sua rede de contatos comentando ou curtindo algum artigo que lhe agradar aumentando, assim, a visualização do seu perfil.
    Foto
    Utilize uma foto corporativa (nunca deixe sem uma) que consiga transmitir seriedade e profissionalismo. Evite fotos na balada ou com amigos.
    Experiência
    Enumere suas experiências em ordem cronológica inversa, ou seja, do emprego mais recente ou o atual para os mais antigos, deixando mais detalhadas as descrições das três últimas experiências. Organize o texto em tópicos, evitando frases longas, e inclua palavras-chave referentes à sua área, lembre-se que alguns filtros encontrarão o seu perfil por essas palavras.
    Formação profissional e cursos relevantes
    Sempre inclua a sua formação profissional e os cursos de especialização ou outros cursos relevantes para a sua área de atuação, isso ajudará a fazer com que seu perfil seja encontrado.
    Idiomas
    Coloque o nível de fluência nos idiomas. Se isso não estiver claro, você pode ser barrado em algum filtro de busca. Mas cuidado: seja franco quanto à sua fluência. O idioma será testado.
    Dados de contato
    Esteja acessível para suas conexões. Sempre disponibilize um endereço de e-mail ativo, que você olhe com regularidade. Em alguns momentos, vale também fornecer o celular, principalmente se você está em busca de uma recolocação.
    Por fim, em seu perfil, logo abaixo do seu nome coloque algumas palavras-chaves que possam resumir suas principais qualificações. Evite colocar “disponível no mercado” ou “em busca de recolocação”, pois os recrutadores não utilizam essas palavras na busca e, sim, algo como, IRFS, engenheiro de alimentos, SAP, marketing digital etc. – palavras-chave que fazem sentido para a vaga.
    (Texto originalmente publicado na Revista Você S/A em 04/01/2017).

     

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    Brasil perdeu mais de 650 mil empregos com carteira assinada neste ano.

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal da Globo e dá dicas sobre como conseguir se recolocar no mercado de trabalho.

    Veja como se preparar!

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    Vagas de emprego: veja dicas para conseguir se recolocar no mercado

    Internet tem sido uma importante aliada na hora de procurar emprego. Venda direta tem sido uma boa saída para a crise.

    Matéria Quality

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal Hoje dá dicas sobre como conseguir se recolocar no mercado de trabalho.

    Assista a matéria na íntegra CLICANDO AQUI.

    A Sala de Emprego desta segunda-feira (30) fala sobre como procurar um emprego. O caminho para a recolocação no mercado de trabalho está mais longo, pela quantidade de gente desempregada no Brasil. Nesse cenário, a internet tem sido uma importante aliada na hora de procurar uma vaga.

    A internet ajuda na busca por emprego. Até o Sistema Nacional de Empregos (Sine) já anuncia as vagas disponíveis no site. “É importante já vir direcionado praquela vaga, com a documentação necessária pra que ele possa chegar aqui no Sine dentro do perfil do cargo escolhido”, orienta Alvimar Paiva, secretário adjunto de Trabalho e Emprego.

    Uma busca na internet antes pode ajudar a evitar as filas do Sine, que têm sido longas. “Porque tem gente que tem acesso à internet e tem gente que não tem acesso. Eu não tenho”, afirma Ernandes Aparecido Vieira, desempregado.

    Quem não tem acesso a um computador e, principalmente, à internet, hoje em dia, sai em desvantagem na hora de procurar um emprego. Em alguns casos, não consegue nem se candidatar a uma vaga, já que algumas empresas só recebem currículos no próprio site.
    “Diariamente eu faço buscas na internet por vagas que estejam de acordo com meu perfil e também para conhecer empresas de recolocação no mercado”, relata João Francisco de Souza, engenheiro de produção.

    O cadastro online deve ser objetivo e conter contatos pessoais, qualificação profissional, função que pretende ocupar e experiência coerente com o perfil da vaga, informações que a pessoa também pode postar nas redes sociais. “Ela pode colocar ali todas as experiências dela, vivências internacionais, se ela tem idiomas fluentes. Ela pode colocar as empresas nas quais já atuou, os prazos que ela ficou em cada empresa. Assim, como se fosse um currículo, ela vai divulgar aquilo na internet”, explica a consultora de RH Marisa Ayub.

    As redes sociais têm ajudado o vendedor Charles Batista Correia a distribuir currículos. Ele já avisou a um grupo de amigos que está procurando emprego de vendedor: “Às vezes, a empresa arquiva o CV e não dá muita atenção. Pelo grupo, aí é por indicação, eu acho que indicação é um bom caminho”.

    Pra quem não acredita, o redator Gustavo César Vitor conseguiu emprego por uma rede social dedicada a contatos profissionais e continua recebendo convites: “Depois que eu consegui esse emprego, algumas empresas entraram em contato comigo. Eu agradeci, mas acabei recomendando outras pessoas também. Vagas que poderiam ser minhas, mas eu mandei pra amigos meus que estão desempregados e que estão buscando uma recolocação profissional”.

    Venda direta
    Muita gente viu na venda direta uma saída para a crise e está recorrendo às vendas de porta em porta.

    Ir atrás do cliente é o segredo da venda direta. O revendedor Alexandre dos Santos passa o dia mimando seus clientes. Ele demonstra o produto que está vendendo, faz vídeo, coloca na rede social, manda e recebe mensagens o dia todo. Há um ano, ele largou um bom cargo de gerente em uma empresa que estava mal das pernas e foi vender: “Primeiro mês deu R$ 500 e aí começou a acontecer. Eu tinha oito anos como gerente comercial, atendia o mercado de óleo e gás, ganhava relativamente bem. Só que hoje eu sei o que é ganhar bem de verdade”.

    Só em 2015, a venda direta ganhou 110 mil novos revendedores. Gente que encontrou no setor a única fonte de renda depois que foi demitida do emprego. Existem hoje no Brasil 4,6 milhões pessoas trabalhando com venda direta.

    As empresas treinam de graça e o treinamento não é obrigatório. Para investir, é preciso pouco dinheiro, o suficiente para comprar os produtos. “Em média, cobra-se R$ 80, R$ 100, e dentro desse kit já tem produto que se você vender, já recupera o investimento desse negócio”, explica Roberta Kuruzu, diretora da Associação das Empresas de Venda Direta.

    O modelo nasceu nos Estados Unidos e é de lá que vem boa parte das empresas. Em uma delas, por exemplo, todo revendedor é considerado dono do próprio negócio. “Eu encontrei uma oportunidade de empreender, de vender produtos e ter o lucro da revenda e aí comecei a divulgar os produtos”, conta Giovana Albano, revendedora.

    A comerciante Jandilene Galvão acaba de aderir à marca. Ela é dona de três lojas de roupas e artigos importados em São Paulo e planeja no futuro fechar as lojas e só trabalhar com venda direta: “Eu penso na minha qualidade de vida, acordar a hora que eu quero, não ter funcionários, vender e me dedicar a venda e focar nisso”.

    (Originalmente publicado no site da Globo.com na página do Jornal Hoje em 30/05/2016)

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    Um terço dos desempregados no Brasil tem entre 18 e 24 anos

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    Assista a entrevista dada pela Diretora da Quality Training RH, Marisa Ayub, ao Jornal Hoje e veja as dicas para aumentar suas chances de uma Colocação Profissional.

     

    Edição do dia 12/10/2015

    Ricardo Soares

    Belo Horizonte

    Maioria desses jovens está à procura do primeiro emprego. Apesar da falta de experiência, a disponibilidade de tempo pode ser uma grande vantagem.

    Sem trabalho desde que se formou em engenharia civil, há quase um ano, Graziela Lorenzetti manda currículo todo dia para empresa de diversas áreas. Um jogo de paciência, quase como numa pescaria.  “O primeiro que fisgar a gente aceita, porque infelizmente não estamos podendo escolher exatamente a área que sempre sonhamos em trabalhar”, declara.
    Se o currículo está magrinho por falta de experiência, é a trajetória na faculdade que pode virar o jogo.

    “Tirando notas boas na escola, procurando ser monitor em alguma matéria, se desenvolvendo bem em cursos, às vezes até no trabalho de conclusão final de curso. Para que os professores também possam indicá-lo, para que ele tenha mais facilidade depois de entrar no mercado”, orienta Marisa Ayub, diretora recursos humanos.

    Morar com os pais, não ter tanta despesa ainda nessa fase da vida, tudo isso conta muito a favor do candidato, segundo consultores de recursos humanos. Menos peso sobre os ombros significa mais flexibilidade, especialmente na hora de negociar a proposta salarial.

    “É melhor eu reduzir um pouco e entrar no mercado e com os meus resultados eu conseguir o que eu busco, do que de repente tentar já entrar com um salário alto e, infelizmente não dar conta de entrar no mercado”, completa a diretora recursos humanos.

    Mas o que fazer para não jogar oportunidade fora, quando aparecer o convite para a entrevista de emprego? “Olhar no olho é fundamental. Falar a verdade é fundamental. Saber se posicionar, ter segurança ao passar as informações. Uma boa entrevista é que define um processo seletivo”, ressalta Ayub.

    Sinceridade e cordialidade foi o que abriu as portas de uma oficina mecânica para Rafael Carvalho, que não tinha experiência alguma no ramo. “Experiência não tenho, mas muita força de vontade de aprender”, conta o auxiliar administrativo.

    João Barreto Lima, dono da oficina onde Rafael trabalha, conta que uma das coisas que perguntou ao funcionário foi o que ele pretendia na empresa. “Eu quero crescer junto com a empresa”, respondeu Rafael. “Isso foi o que me motivou a contratá-lo. A vontade de aprender e crescer. Aí ele ganhou o coração do patrão”, conta o dono da oficina.

    (Originalmente publicado no site g1.globo.com em 12/10/2015)

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    Recolocação no mercado de trabalho

    QualityEm tempos de escassez de vagas de emprego, faz-se necessário avaliar com critério o cenário, analisar as melhores estratégias e compreender as necessidades de adequação para conseguir a tão esperada Recolocação Profissional.

    Em matéria apresentada no Jornal Hoje a Diretoria Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, e a Coordenadora de RH, Lúcia Ribeiro Mendes, falam sobre suas percepções e dão dicas sobre como aumentar o potencial de absorção do profissional.

    Assista a matéria na íntegra no site da Globo.com

    (Publicado originalmente no site www.globo.com na Sala de Emprego, 08/06/2015).

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    42 profissões promissoras para 2015, segundo os recrutadores

    Perfis de nível estratégico lideram o ranking.

    Gerente/diretor de planejamento financeiro

    Perfil: Formação em administração, economia, engenharia ou ciências contábeis, com pós-graduação na área financeira. Proficiência em inglês (e espanhol, se a posição for para a América Latina) pode ser uma exigência. Também é preciso ter experiência no segmento de atuação da empresa e na área de planejamento financeiro.

    Gerente de planejamento tributário

    Perfil: Formação em ciências contábeis e direito. Pós-graduação e especialização na área são um diferencial, segundo especialistas. Multinacionais exigem inglês fluente.

    Gerente ou diretor de compliance e controles internos

    Perfil: Formação em direito é a mais comum. Cursos de administração e finanças, no entanto, também aparecem se a ênfase é em auditoria e controles.

    Controller

    Perfil: Formação em ciências contábeis, administração ou economia. “A base é contábil com especialização em controladoria ou gestão financeira”. Inglês fluente pode ser um pré-requisito.

    Diretor financeiro/CFO

    Perfil: Formação em administração, ciências contábeis ou economia, normalmente com MBA na área e inglês fluente. É desejável que o profissional tenha trabalhado numa grande consultoria na área de auditoria de contabilidade e, mais tarde, tenha tido experiência como controller.

    CEO para novas empresas de médio porte

    Perfil: Formação em economia, finanças ou administração de empresas. É necessário ter experiência na direção de médias empresas em segmentos específicos.

    Especialista em turnaround

    Perfil: É um executivo com visão estratégica, perfil de liderança e capacidade de executar projetos. “É alguém com capacidade de empreender dentro da organização”.

    Advogado especializado em compliance e ética

    Perfil: Formação em direito, com boas noções de interpretação legal. Conhecimento sobre o negócio da empresa em questão é essencial.

    Advogado tributarista

    Perfil: Formação jurídica e contábil, com pós-graduação e/ou cursos de extensão em universidades especializadas. Conhecimento em planejamento tributário é um diferencial.

    Advogado trabalhista

    Perfil: Formação em direito com educação continuada na área trabalhista na forma de especialização, mestrado ou doutorado. Aperfeiçoamento em relações sindicais é um diferencial.

    Advogado especializado em recuperação judicial e de crédito

    Perfil: Formação em direito com amplo conhecimento da lei de recuperação judicial. Experiência prévia em processo civil com foco em contencioso bancário é um requisito.

    Executivo de governança corporativa

    Perfil: Formação em administração, engenharia, economia ou direito. É esperado que tenha especializações e cursos específicos em governança. “Há preferência por profissionais que têm vínculo com o IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa).

    Analista, especialista ou gestor de recursos humanos

    Perfil: O mais comum é que tenha formação em recursos humanos, psicologia, administração de empresas, engenharia ou economia. Experiência prévia é essencial para gestores.

    Coach corporativo

    Perfil: “A preferência vai para os profissionais que venham da gestão, com experiência sólida no ambiente empresarial e certificação de entidades nacionais e internacionais renomadas”. Cada segmento acaba contratando executivos experientes que atuaram com sucesso em sua área e agora exercem a função de coach.

    Gerente de desenvolvimento de negócios

    Perfil: Formação em engenharia, administração de empresas e áreas afins. “É essencial que o profissional desenvolva uma rede de relacionamento com agentes de diferentes níveis em empresas ou instituições”.

    Arquiteto de soluções

    Perfil: Formação na área de tecnologia, com experiência técnica prévia. É fundamental ter visão ampla de negócios e conhecer bem o portfólio de serviços da empresa.

    Arquiteto corporativo

    Perfil: Formação em tecnologia, com pós-graduação ou MBA em negócios. É fundamental ter conhecimento das metodologias SOA, TOGAF, ITIL, COBIT e BPMN.

    Executivo ou gerente de projetos

    Perfil: ter certificação para gerentes de projetos (PMP) é característica de quem se destaca. Profissionais com profundo conhecimento do negócio e experiência na gestão de projetos complexos são os mais disputados.

    Executivo de vendas/ gerente/ diretor comercial

    Perfil: a experiência é o grande diferencial nesta carreira. As áreas de vendas estão cada vez mais especializadas. “São especialistas, não há vez para generalistas. Se o executivo for de telecomunicações, por exemplo, a tendência é que ele atue na área de vendas de telecomunicações”.

    Gerente de compras

    Perfil: Formação em economia, finanças ou administração de empresas. Experiência na área e habilidade na gestão de clientes internos e fornecedores precisam fazer parte do currículo.

    Gerente de logística

    Perfil: Formação pode ser em engenharia, administração, economia, com pós-graduação em logística. “É importante ter idiomas e ter trabalhado com pessoas do chão de fábrica. Resiliência é outro ponto fundamental, já que lida com muitas variáveis”.

    Executivo na área de supply chain

    Perfil: Formação em engenharia é a mais destacada, mas também há administradores na área. Pós-graduação e experiência em cadeia de suprimentos são desejáveis.

    Gerente de riscos

    Perfil: Formação em administração, economia, ciências contábeis ou tecnologia da informação. Conhecimento técnico de SOX é essencial, assim como experiência prévia em riscos, ou auditoria interna, controles internos, compliance e governança corporativa.

    Gerente ou diretor de produção (operação)

    Perfil: Formação em engenharia, com experiência em manufatura, se essa for a área foco. Diretores de operações geralmente têm MBA executivo no currículo.

    Gerente de obras industriais

    Perfil: Formação em engenharia civil. É preciso ter experiência na gestão de equipes e acompanhamento de obras industriais.

    Engenheiro de óleo e gás e construção naval

    Perfil: Formação em engenharia, com especializações pertinentes à área de atuação. Inglês fluente é necessário.

    Engenheiro de instalação

    Perfil: Formação em engenharia (mecânica, elétrica, eletrônica ou naval), com experiência prática em atividades que se relacionam com ROV, Survey, Movimentação de Cargas em regime offshore, etc.

    Gerente de embarcações/operações

    Perfil: Formação como oficial de náutica ou de máquinas, ou mesmo engenharia mecânica com bons conhecimentos de equipamentos de praça de máquinas.

    Engenheiro de recursos eólicos

    Perfil: normalmente, a formação é em engenharia ou física. “Profissionais com conhecimento no setor de energias renováveis são bem-vindos”.

    Diretor de engenharia e produção

    Perfil: formação em engenharia é mais comum. A habilitação específica depende da empresa em que atua. É preciso ter experiência na área de produção e vivência em “chão de fábrica”. “Um grande diferencial é ter idiomas para ajudar a trazer novidades tecnológicas internacionais para dentro da empresa”.

    Gerente de TI

    Perfil: Graduação universitária ou tecnóloga em cursos ligados a tecnologia da informação, como ciências da computação. Precisa ser um generalista. Inglês costuma ser uma exigência de multinacionais. Habilidades de comunicação, experiência consolidada e visão de negócio são fatores que fazem o gerente de TI se destacar.

    Desenvolvedor móbile

    Perfil: Formação em tecnologia, com profunda experiência em desenvolvimento em linguagens como C, Java, J2EE, C++ e frameworks. Domínio de inglês pode ser uma exigência.

    Cientista de dados/ engenheiro de big data

    Perfil: Formação em matemática, estatística ou engenharia da computação com mestrado em matemática aplicada ou computação distribuída. É comum ter doutorado e PhD na área de exatas. “Os mais procurados são os engenheiros de big data que têm experiência com bancos de dados e business intelligence (BI)”.

    Arquiteto de computação em nuvem

    Perfil: Formação em cursos da área de tecnologia da informação, sobretudo aqueles voltados para redes de computadores. É pré-requisito ter experiência em arquitetura de redes de computadores, bem como cursos de especialização e certificações na área.

    Especialista em governança de computação em nuvem

    Perfil: “É preciso ter experiência profissional em governança e dominar metodologias já consagradas, como ITIL, CobiT, entre outras”. Universidades vêm oferecendo formação para governança da tecnologia da informação, o que dá uma excelente base.

    Profissional de mídias sociais

    Perfil: Formação em marketing ou comunicação, somada a experiência em ambiente digital e visão estratégica.

    Profissional de marketing digital

    Perfil: Formação acadêmica específica não costuma ser exigida, mas cursos na área digital são desejáveis. Profissionais com bom conhecimento de mercado online e digital e experiência corporativa são mais buscados. Inglês avançado ou fluente é necessário em grande parte das posições.

    Gerente ou diretor de marketing, branding e inovação

    Perfil: Formação em economia, finanças ou administração de empresas, com experiência específica na área.

    Profissional de marketing na área de consumo & insights de mercado

    Perfil: a formação acadêmica importa menos do que o senso analítico e a facilidade para construir estratégias. É preciso saber como usar o entendimento do mercado e do consumidor para direcionar as ações da empresa.

    Especialista em PDPs (política de desenvolvimento produtivo)

    Perfil: Formação superior em áreas da saúde ou administrativa. Bastante experiência em gestão de negócios, manufatura e amplo conhecimento dos processos do Ministério da Saúde são requisitos da profissão.

    Médico para indústria farmacêutica

    Perfil: Médico com residência em áreas que estejam alinhadas aos produtos produzidos pelas indústrias farmacêuticas. “É necessário ter a disposição e a aptidão para fazer a transição de uma carreira de profissional liberal para um ambiente executivo e hierarquizado”.

    Profissional de acesso para indústria farmacêutica

    Perfil: Formação superior em áreas da saúde ou administrativa. Experiência prévia no mercado farmacêutico e conhecimento dos processos do Ministério da Saúde, secretarias de saúde e planos de saúde são requisitos para o cargo.

    Texto originalmente publicado na Revista Exame em 11/12/2014. Leia o artigo completo em exame.abril.com.br

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    Sondar sempre o mercado traz ganhos

    Para consultores, conferir constantemente as oportunidades de trabalho, mesmo estando empregado, ajuda o desenvolvimento profissional

    A busca contínua por informações a respeito de oportunidades no mercado de trabalho entre pessoas empregadas é vista por muitos consultores de recursos humanos como importante fator de crescimento profissional. Mais do que medo do desemprego, fazer uma autoanálise de suas potencialidades, acompanhar as mudanças no mercado de trabalho e até crescer profissionalmente são algumas das razões apontadas pelos especialistas para as pessoas se submeterem a processos seletivos, mesmo que estejam exercendo uma função em alguma empresa.

    A consultora e coach Samanta Luchini, que é formada pelo Integrated Coaching Institute, considera que a melhor forma de uma pessoa ter uma avaliação fidedigna de sua real situação profissional é submeter-se a processos de seleção. Segunda ela, isso ocorre entre pessoas que claramente não estão ansiando por trocar de emprego. “Na verdade, querem saber se estão evoluindo ou como são vistas fora do seu ambiente de trabalho. Não deixa de ser um processo de autoanálise em que elas verificam como o mercado avalia as suas competências.”

    No entanto, a coach Angélica Ferreira, membro da Sociedade Brasileira de Coaching, diz que há sim quem busque uma troca de empresa. Segundo ela, busca contínua por uma nova oportunidade entre pessoas empregadas ocorre, sobretudo, por parte daquelas que ela enquadra como high potential.

    “São profissionais de alto potencial, abertos a novidades, a novos desafios, que ficam de cinco a sete anos dentro de uma mesma empresa. Eu diria que de dez analistas, coordenadores, gerentes, diretores e presidentes, seis estão de olho no mercado, verificando a possibilidade de encarar um novo cargo, especialmente se a atual empresa não estiver lhes dando o retorno que almejam. Buscam melhor remuneração, pacote de benefícios ou um upgrade na carreira”, afirma.

    Independentemente de buscar ou não uma nova experiência, Samanta é favorável a uma exposição contínua do currículo no mercado, pois entende que toda a resposta a esse gesto serve para o desenvolvimento do profissional. A pessoa acostumada e integrada a um determinado ambiente profissional não tem condições de saber como reagiria em outra situação e nem como é vista fora da empresa, defende a coach.

    “Às vezes o profissional está há 15 anos num mesmo emprego e fica apavorado com a possibilidade de passar por um processo de seleção. Mostro a essa pessoa que ela não tem de temer nada. Pelo contrário, a entrevista de emprego vai contribuir para o seu crescimento, mesmo que a resposta seja negativa. Por isso, aconselho que todos se submetam a entrevistas de emprego pelo menos duas vezes por ano”, diz Samanta.

    O contínuo exercício de exposição ao mercado já garantiu melhores empregos e até mudança de profissão. “Lembro de um profissional que, depois de se submeter a várias entrevistas, virou entrevistador, porque ele aprendeu a conduzir uma boa entrevista de emprego, o que não se aprende na faculdade”, conta. “Por isso, sempre digo para as pessoas não sondarem o mercado apenas quando estão insatisfeitas com o atual emprego ou quando ficam desempregadas.”

    Sondagem. A coordenadora de marketing Ellen Freire Melo, de 35 anos, garante que nos seus mais de 12 anos de carreira sempre procurou ficar atualizada com o que o mercado de trabalho exige e oferece. “Meu comportamento é esse, ficar o tempo todo sondando o mercado, conferindo as novidades e tudo o mais, independentemente de estar empregada ou não. Afinal, a concorrência na minha área é muito grande”, diz.

    Em consequência desse comportamento, Ellen não está ansiosa por estar no momento em que busca uma nova colocação. Para ela, o próprio mercado exige essa prática de estar sempre procurando saber como está o seu setor. “O pessoal de recursos humanos está sempre ligado nas redes sociais. As agências de publicidade procuram preencher suas vagas de olho, principalmente, no LinkedIn e no Facebook. E o mercado é muito dinâmico, mudando a todo momento.”

    Para ela, não basta fazer cursos de atualização a toda hora, aperfeiçoar o inglês e adequar o currículo às novas exigências do mercado. “Você tem mesmo de ficar antenado o tempo inteiro, para não ficar fora do mercado. Tem de fazer cursos de reciclagem, assistir a palestras, comparecer a seminários e ficar atento a novas propostas que possam agregar melhor qualidade de vida e bem-estar para você e sua família.”

    Ellen acha fundamental que as pessoas ativem e ampliem o respectivo networking não só quando estão desempregadas. “O certo é fazer isso sempre para ter visibilidade. E é exatamente isso que tenho constatado na minha rede de relacionamento. Meus amigos e parentes empregados estão sempre se mexendo, atualizando os currículos no LinkedIn, buscando novas informações sobre suas áreas de atuação, preparando-se para sair ou não da zona de conforto.”

    Curiosidade. Por conhecer pessoas que encontraram empregos melhores mesmo estando numa boa fase na empresa a que estavam ligadas, a consultora Samanta aponta a persistência na pesquisa de emprego como algo bastante produtivo. Ela considera difícil definir o perfil desses profissionais. Porém, diz que pelos casos que acompanha, são pessoas com inconformismo construtivo e com maior nível de curiosidade e flexibilidade.

    Outra boa razão para sempre estar de olho num possível novo emprego é evitar o nível de tensão que sempre acompanha os primeiros meses numa nova jornada de trabalho. “É justamente o temor de passar por esses primeiros meses que faz com que muitas pessoas se acomodem, evitando enfrentar novos desafios até mesmo quando estão insatisfeitas com o trabalho ou empresa em que estão.”

    (Originalmente publicado em 11/01/2015  na coluna Radar de Emprego do Estadão)

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