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Entrevista de Emprego – Os erros mais comuns

 

Para garantir um emprego, é preciso ter mais do que um bom currículo, por isso o momento da entrevista de emprego pode ser determinante em um processo seletivo.

Para mostrar os erros mais comuns cometidos nesse momento tão importante a Rede Globo Minas produziu a série Entrevista de Emprego, com a participação da Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, que participou da simulação de diferentes situações que podem ser decisivas em uma entrevista.

 

Confira mais episódios dessa série e outros vídeos em nosso canal no Youtube.

 

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    A ansiedade pelo sucesso

    O mundo digital obrigou o ser humano a ter em mente de que “tudo é para ontem”, mas um bom líder sabe que o essencial é saber agregar as experiências.

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    Num momento de tantas informações e oportunidades ao alcance de um clique, fazer as escolhas adequadas e focar no planejamento da carreira pode parecer fácil, porém, não o é.  Até bem poucos anos a escolha de uma profissão era algo definitivo. O ingresso numa universidade e a decisão da carreira garantia a estabilidade no mundo corporativo de passos lineares.

    Estamos na era digital e já há quem diga que, no final dela, para as novas gerações o digital já é o óbvio. Um mundo globalizado, com novos paradigmas, que abrem as portas para infinitas oportunidades. Tudo se torna possível. Basta fazer as escolhas corretas. Qualquer janela é uma chance, uma passagem rumo a um destino próspero. Vendo dessa perspectiva, tudo está ao alcance das mãos. Porém como escolher em meio a tantas promessas irresistíveis de carreira? Como ser assertivo? Como progredir? Com tantas ofertas e possibilidades o planejamento de carreira deixa de ser linear.
    A velocidade das mudanças tecnológicas e científicas não garantem que o certo de hoje será o melhor de amanhã. São muitas alternativas e poucas certezas. O universo virtual traz a sensação de multiplicidades de escolhas e com elas vem um senso de urgência. É preciso ingressar na carreira, ser promovido, liderar, tudo na velocidade dos games. A questão desafiadora é que na vida real existe um “delay” se comparado ao virtual. Entre o que parece possível e o de fato atingível existe um gap. Na mente virtual tudo está dado, pronto.  A vida real pede a tal da experiência, o passo a passo que só se aprende vivenciando. É preciso seguir protocolos, regras, burocracias e hierarquias.
    No cenário real, o que fazer com a expectativa de conquistas a curtíssimo tempo? Já que sabemos ser esse um grande fator para o desengajamento nas corporações. Pesquisas demonstram que o maior índice de insatisfação e desligamentos nas empresas é a falta de perspectiva de plano de carreira. Se por um lado é preciso correr para ocupar os cargos mais altos em curtíssimo prazo, por outro lado, quando esse cenário não parece oportuno, vem a desistência.
    É preciso ter cuidado com a matemática da urgência ao invés de simplesmente mudar de empresa rumo a uma possível escalada galopante. É imprescindível entender o que é necessário que seja modificado internamente. É importante compreender quais limitações e impedimentos internos e também externos precisam ser revistos. As limitações internas podem ser algumas inseguranças, crenças limitadoras, valores contraditórios, entre outras tantas. Os impedimentos externos são a ausência de conhecimentos específicos, falta de alianças, problemas na comunicação, etc. No entanto, na maioria das vezes em que se tem a percepção do que é necessário rever internamente, isso resulta em mudanças de comportamentos e no desenvolvimento de novas habilidades e saberes.
    Não é só o iniciante que enfrenta os desafios das escolhas. Muitos profissionais de ponta e financeiramente bem estabelecidos se veem diante de questionamentos internos sobre o que fazer nos próximos muitos anos de suas vidas. Rever periodicamente o que energiza profissionalmente e pessoalmente são fatores importantíssimos para se manter em alta performance. Nesse sentido é relevante estar disposto a se reinventar em diversos momentos da carreira. É preciso coragem para reconhecer que não se conhece o todo. Um profissional, por maior maturidade e destaque que tenha no contexto já estabelecido, quando começa algo novo, inevitavelmente terá que desenvolver outras habilidades a partir do estágio básico de aprendizagem. Essa qualidade de inovar, de ter humildade e disposição para aprender o inédito pode garantir o frescor, a qualidade, a alegria, a saúde e a possibilidade de experimentar muitas carreiras brilhantes numa mesma vida.
    Como pesquisadora do comportamento e valores humanos, acredito que alguns fatores podem fazer total diferença numa escalada progressiva e bem-sucedida de carreira. Conhecer as novas tendências é um deles.
    Pesquisas apontam o eminente surgimento de mudanças tecnológicas com crescimento exponencial e capacidade de alterar radicalmente o modo de vida ao qual estamos inseridos nesse início de século. Diante do que já é e de tudo que está por vir, penso que quanto maior a integração do ser humano com seus reais valores, suas principais habilidades humanas e com o seu verdadeiro propósito de vida, maiores serão os benefícios e oportunidades de uma carreira bem-sucedida. Nesse cenário é importante encontrar bem-estar e equilíbrio emocional, conju
    gal, espiritual, familiar, social, intelectual e de lazer.
    Diante das perspectivas, não é possível dizer de forma lógica e precisa o que será necessário fazer para garantir o sucesso no planejamento da carreira. Mas o certo é que ter excelência naquilo que se faz é e será sempre um dos principais ingredientes em qualquer tempo ou lugar.
    Líderes inspiradores servem como modelo em qualquer etapa do planejamento de carreira. Ensinamentos que podem fazer a diferença entre ser mais um ou ser único em meio a tantos. Líderes inspiradores não visam somente o dinheiro ou bem-estar pessoal. Líderes inspiradores têm em comum propósito e missão. Têm como ambição criar, promover ou impactar em algo que sirva como legado para as próximas gerações. Líderes inspiradores acreditam no poder da abundância e por isso não se prendem às pequenas questões e picuinhas, ao contrário: promovem um ambiente de permanente desafio, atentos ao projeto de vida de seus colaboradores. Oferece feedback constante e sobretudo geram oportunidades, ao qual, sabemos, ser um dos principais aliados na manutenção da equipe e do chamado plano de carreira.
    (Texto originalmente publicado na Revista Você S/A em 21/12/2016).
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    Crise modifica perfil dos contratados para postos de alto escalão em Minas

    Oportunidades em cargos de gestão serão maiores em 2017

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal Hoje em Dia dá dicas sobre oportunidades em cargos de gestão.

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    Assim como para os demais profissionais, conquistar uma vaga de executivo na crise não tem sido fácil. Mas as perspectivas para 2017 são um pouco mais animadoras.

    “Até o ano passado, o país estava estagnado. Mas neste ano, a economia tende a reagir. As empresas já terão que se preparar para reposicionamento no mercado com contratação de gestores”, afirma a diretora-executiva da Quality Training, Marisa Ayub.

    Para disputar uma vaga nesse mercado é preciso se especializar para atender necessidades específicas das empresas. O ideal é conhecer bem aquele nicho onde pretende atuar e desenvolver cada vez mais habilidades profissionais na área escolhida.

    Dominar outros idiomas e ter uma vivência internacional também são questões importantes. Outro aspecto que pode agilizar o reposicionamento é a ampliação da rede de relacionamentos, uma vez que quem não é visto, não é lembrado quando surgem as oportunidades.

    “O profissional precisa ter uma experiência consistente na área de atuação, independentemente da idade. Por isso, mudar de foco de uma hora para a outra não é o ideal”, afirma a diretora-executiva do escritório de Belo Horizonte da Thomas Case e Associados, Elizabeth Pinheiro Chagas.

    Ela acredita em que um contexto de crise o ideal é também “abrir a cabeça”. Isso serve tanto para aceitar cargos em localidades mais distantes, quanto salários menores.

    Para os profissionais mais maduros, que já tinham uma carreira mais consolidada, essa flexibilidade pode ser mais difícil, porém fundamental para fazer frente à concorrência.

    Uma dica comum aos especialistas em recolocação profissional é a importância da estratégia na distribuição dos currículos. Se colocar à disposição de todas as vagas que surgirem é algo que mais atrapalha do que ajuda.

     

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    A importância do currículo para conseguir um emprego

    Para quem busca conseguir um emprego é muito importante saber distinguir e ressaltar muito bem suas experiências, os pontos fortes e expressá-los de forma transparente, clara e objetiva em seu currículo e comprová-los de forma convincente na hora da entrevista.

    Mas como se escrever bem um currículo? Simples de dizer e  nem sempre tão tranquilo de fazer.

    • Currículo: Procure colocar, além da sua formação de graduação e  experiências  adquiridas, informações que todo currículo obrigatoriamente contém, características pessoais , desempenho em projetos ou tarefas, resultados obtidos e realizações relevantes que, na sua opinião, possam distingui-lo dos demais candidatos que  esteja competindo. Por exemplo: liderança em projetos, com resultados(demonstre em percentual), coordenação  de equipes para desenvolvimento da ampliação da fábrica(sempre demonstrando seus resultados obtidos), voltado para pesquisas, desenvolvimento de software para gestão, entre outros”.

    Uma boa entrevista é que define um processo seletivo!

    • Entrevista: Seja confiante e informe bem suas atuações, sempre informando o que consta em seu currículo.   Converse com o entrevistador sobre o que perguntado de forma bem objetiva, sem se delongar demais, demonstrando com isso franqueza e uma atitude positiva. fale dos seus resultados e prazos e situações onde você foi bem sucedido, realizações em empregos anteriores, informações que possam ser  relevantes para quem procura, através da entrevista, conhecer um pouco melhor a pessoa que esta na sua frente.

    O importante é conseguir transmitir ao entrevistador confiança nas informações e o que é capaz de fazer para gerar resultados para a empresa.

    É fundamental se informar sobre a empresa que você esta indo fazer a sua entrevista e  também sobre sua cultura e valores, para que você possa tentar se recolocar ali e fazer perguntas pertinentes ao entrevistador, pois o equilíbrio entre a fala  e a avaliação é o que irá te deixar mais próximo de conseguir um emprego.

    Equipe Quality Training RH.

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    Um terço dos desempregados no Brasil tem entre 18 e 24 anos

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    Assista a entrevista dada pela Diretora da Quality Training RH, Marisa Ayub, ao Jornal Hoje e veja as dicas para aumentar suas chances de uma Colocação Profissional.

     

    Edição do dia 12/10/2015

    Ricardo Soares

    Belo Horizonte

    Maioria desses jovens está à procura do primeiro emprego. Apesar da falta de experiência, a disponibilidade de tempo pode ser uma grande vantagem.

    Sem trabalho desde que se formou em engenharia civil, há quase um ano, Graziela Lorenzetti manda currículo todo dia para empresa de diversas áreas. Um jogo de paciência, quase como numa pescaria.  “O primeiro que fisgar a gente aceita, porque infelizmente não estamos podendo escolher exatamente a área que sempre sonhamos em trabalhar”, declara.
    Se o currículo está magrinho por falta de experiência, é a trajetória na faculdade que pode virar o jogo.

    “Tirando notas boas na escola, procurando ser monitor em alguma matéria, se desenvolvendo bem em cursos, às vezes até no trabalho de conclusão final de curso. Para que os professores também possam indicá-lo, para que ele tenha mais facilidade depois de entrar no mercado”, orienta Marisa Ayub, diretora recursos humanos.

    Morar com os pais, não ter tanta despesa ainda nessa fase da vida, tudo isso conta muito a favor do candidato, segundo consultores de recursos humanos. Menos peso sobre os ombros significa mais flexibilidade, especialmente na hora de negociar a proposta salarial.

    “É melhor eu reduzir um pouco e entrar no mercado e com os meus resultados eu conseguir o que eu busco, do que de repente tentar já entrar com um salário alto e, infelizmente não dar conta de entrar no mercado”, completa a diretora recursos humanos.

    Mas o que fazer para não jogar oportunidade fora, quando aparecer o convite para a entrevista de emprego? “Olhar no olho é fundamental. Falar a verdade é fundamental. Saber se posicionar, ter segurança ao passar as informações. Uma boa entrevista é que define um processo seletivo”, ressalta Ayub.

    Sinceridade e cordialidade foi o que abriu as portas de uma oficina mecânica para Rafael Carvalho, que não tinha experiência alguma no ramo. “Experiência não tenho, mas muita força de vontade de aprender”, conta o auxiliar administrativo.

    João Barreto Lima, dono da oficina onde Rafael trabalha, conta que uma das coisas que perguntou ao funcionário foi o que ele pretendia na empresa. “Eu quero crescer junto com a empresa”, respondeu Rafael. “Isso foi o que me motivou a contratá-lo. A vontade de aprender e crescer. Aí ele ganhou o coração do patrão”, conta o dono da oficina.

    (Originalmente publicado no site g1.globo.com em 12/10/2015)

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    Mercado instável: E agora?

    Os desafios e oportunidades que um profissional de RH vivenciará.Imprevistos - 08 de Novembro

    Já parou para pensar que de tempos em tempos o Brasil vive períodos de instabilidade? O que nós, profissionais de RH, podemos fazer em prol da organização onde atuamos e até mesmo de nossas carreiras?

    Nosso primeiro passo deve ser uma avaliação crítica do cenário econômico, situação da empresa frente a esse momento e nossas perspectivas em curto prazo. Após a análise, há duas possibilidades:

    • Vou permanecer na empresa – Como posso me posicionar de forma estratégica junto ao negócio e prestar suporte aos gestores na tomada de decisão?
    • Vou buscar uma recolocação no mercado – Como devo me preparar para isso?

    Nas duas situações, antes de tudo, é preciso planejamento. Diante de um mercado em crise, temos pouco, ou nenhum direito de errar. Principalmente, quando lidamos com nossa carreira. Pois, na maioria  das vezes, fazemos isso sozinhos, não podendo contar com profissionais que tenham experimentado a mesma situação e possam nos dar direcionamento sobre as melhores decisões a tomar.

    Pensemos então nas possibilidades:

    Vou permanecer na empresa – Como posso me posicionar de forma estratégica junto ao negócio e prestar suporte aos gestores na tomada de decisão?

    Busque informações sobre sua empresa e as alternativas que o RH poderá apresentar diante da situação.

    Como posso apoiar?

    Que tipo de análise tenho condições de apresentar ao gestor?

    Quais são as possibilidades de redução de impacto sobre as pessoas?

    Onde consigo enxergar redução de custo?

    Vou buscar uma recolocação no mercado – Como devo me preparar para isso?

    Avalie quais suas possibilidades junto ao cenário econômico.

    Como está meu currículo?

    Que empresas não foram tão impactadas pela crise e podem absorver de forma adequada meu perfil?

    Qual a faixa salarial trabalhada pelo mercado nesse momento?

    É melhor procurar oportunidades estando empregado, ou desempregado?

    Se mesmo contra minha vontade eu ficar desempregado, por quanto tempo consigo manter minha saúde financeira caso minha recolocação demore?

    Além da minha área de atuação principal, tenho como avaliar outras áreas?

    Após avaliar todos os fatores, “mãos a obra”!
    Elabore um plano de ação que seja pautado em fontes seguras de informação e ferramentas que possibilitem análises precisas. Seu primeiro desafio será identificá-las. Porém, com os dados em mãos, será possível desenhar os possíveis caminhos a seguir.

    Mensure a evolução e os resultados de cada etapa. É preciso definir se as metas propostas estão sendo alcançadas.

    Para toda proposta, construa um Plano A e um Plano B. Em alguns momentos você só saberá que não deu certo quando estiver no meio do caminho e será importante contar com a possibilidade de redirecionar sua estratégia.

    Amplie seus contatos. Busque no mercado/empresa, pessoas que possam servir como mentores e assessorá-lo no processo.

    Nos momentos de crise aprenda a identificar as oportunidades que são criadas, pois os profissionais se destacam não só por sua capacidade de entregar resultados, mas por sua capacidade de inovação, transformação e potencial para superar os desafios.

    A todo o momento nos deparamos com situações que nos fazem refletir e avaliar novas possibilidades. É preciso saber se realmente estamos preparados para o desafio, encarar de frente e avançar para que tudo dê certo.

    MOVIMENTE-SE!

     

     

     

     

    Este material é de propriedade da Quality Training Assessoria em RH e seu uso fica restrito à utilização interna e/ou com prévia autorização.

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    Recolocação no mercado de trabalho

    QualityEm tempos de escassez de vagas de emprego, faz-se necessário avaliar com critério o cenário, analisar as melhores estratégias e compreender as necessidades de adequação para conseguir a tão esperada Recolocação Profissional.

    Em matéria apresentada no Jornal Hoje a Diretoria Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, e a Coordenadora de RH, Lúcia Ribeiro Mendes, falam sobre suas percepções e dão dicas sobre como aumentar o potencial de absorção do profissional.

    Assista a matéria na íntegra no site da Globo.com

    (Publicado originalmente no site www.globo.com na Sala de Emprego, 08/06/2015).

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    Começa o ano, o que temos para 2014???

    Começa o ano - 17 de JaneiroVejamos quais as áreas mais requisitadas e como o inglês vem influenciando nas contratações.

     

    Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a mão de obra  ainda em qualificação, se fazem  necessários alguns requisitos básicos para a alavancagem profissional e melhora salarial. Neste contexto os profissionais que tiverem habilidades e competências terão vantagem no mercado de trabalho. Algumas exigências que as empresas solicitam são:  bom raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas e ótima comunicação. Neste cenário, os idiomas são fundamentais, tanto para a desenvoltura na carreira como para a alavancagem profissional, sendo assim o idioma inglês um diferencial. A influência das multinacionais no país também requer o uso do idioma, assim como as empresas brasileiras que querem atuar no exterior.

     O que se nota hoje no mercado, é uma carência muito grande de profissionais com fluência no inglês, bem como, com baixa qualificação. Cursos técnicos continuarão valorizados, visto que eles têm uma amplitude maior, oferecem uma formação sólida e um conhecimento técnico aprofundado.

    Verificamos que as carreiras mais promissoras em nossas pesquisas, são as voltadas para os seguintes segmentos: Petróleo e Gás, Infraestrutura (construção civil, logística e telecomunicações), Serviços, Turismo, Hotelaria e Tecnologia da Informação. O  varejo responde pela maioria das oportunidades ofertadas no mercado. Funções estratégicas no mercado financeiro e e-commerce também estão despontando. Além das já citadas ainda temos as ligadas ao Marketing, Engenharia, Atuários, Contadores, Geofísicos e Economistas.

    Com a escassez de talentos o recrutamento e seleção se tornou muito competitivo para as profissões relacionadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Estas são especializações, na qual o inglês se tornou  um diferencial nas contratações e na evolução da carreira. O que se trata hoje em dia é uma relação globalizada, sendo o inglês a língua mais utilizada, tanto nas relações comercias quanto nas relações técnicas, gerando assim uma vantagem salarial e ascensão profissional.

    Texto de autoria de Marisa Ayub, Diretora da Quality Training RH.

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    Veja como evitar gafes comuns na hora de procurar um emprego

    Você já se perguntou por que não foi chamado para aquele emprego? Provavelmente você pode ter cometido uma gafe. Veja como evitá-la

    Luiza Belloni Veronesi

    SÃO PAULO – Na hora de procurar um emprego toda dica de seleção e recrutamento é bem-vinda. Muitos profissionais se perguntam por que não foram chamados para uma vaga ou para outras etapas de um processo seletivo. Parece óbvio supor que algo deu errado, mas o que a maioria não sabe dizer qual gafe cometeu e o que poderia ter feito para evitá-la.

    “Na hora de buscar uma oportunidade no mercado é importante fazer um exercício de autoconhecimento para que você consiga destacar suas características mais expressivas”, afirma a coordenadora de qualidade da Adecco Brasil, Fabiane Cardoso.

    Pensando nisso, a Adecco, especialista em Recursos Humanos, levantou alguns dicas relevantes nessa etapa e como não cair nas temidas gafes corporativas.

    O que fazer e não fazer na hora de procurar emprego
    O primeiro passo do profissional é conhecer bem as características de sua área de atuação, com isso ele poderá desenvolver as melhores ferramentas de comunicação com o seu meio.

    Para cada profissional existe uma postura diferente a ser tomada, por exemplo, as áreas de Marketing e Comunicação apresentam profissionais mais persuasivos e criativos, o que permite maior liberdade de criar currículo adequado ou mesmo uma forma de envios diferenciados, que fujam do e-mail convencional. Já profissionais de áreas administrativas ou financeiras são mais analíticos e organizados, devem focar mais nos resultados.

    O currículo
    Com as inúmeras oportunidades que a internet oferece, muitas pessoas utilizam suas ferramentas de forma errada. É fundamental ser seletivo quando for enviar um currículo, lembre-se que ele é seu principal cartão de visita e não deve ser tratado como spam, sugere Fabiane. Para não cometer esse erro, busque os canais corretos de envio de currículo, como e-mail do departamento de seleção, cadastros no site da empresa e Redes Sociais.

    Outro erro comum é bombardear amigos e conhecidos com seu currículo. Ao invés disso, converse em particular com eles e verifique se eles podem te ajudar com uma indicação.

    Enviar cópias de certificados, comprovantes de endereços e documentos pessoais também é errado. Só mande caso a empresas necessite tais documentos. Seja sucinto em seu currículo e informe claramente suas habilidades, conhecimentos e experiências em até duas folhas.

    A entrevista
    A primeira impressão é, muitas vezes, determinante para a contratação ou não. Desconhecer informações básicas da empresa é a primeira gafe. É preciso pesquisar sobre a empresa e pensar em perguntas inteligentes que possam ser feitas no término da entrevista.

    A informalidade também pode atrapalhar seu desempenho nessa etapa. Adicionar o entrevistador ou pessoas que você conheceu na empresa durante o processo seletivo no Facebook ou em outras redes sociais passa imagem de falta de profissionalismo. Também inclui usar gírias, erros de português e falar frases sem sentido. Caso queira manter contato posterior, adicionar no LinkedIn pode ser a solução.

    Já outra gafe comum é mentir sobre as qualificações ou falar mal do antigo emprego. Seja o mais delicado possível nesses dois ítens e leia atentamente o seu currículo previamente para se preparar com possíveis perguntas sobre as verdadeiras qualificações. Também não “pega bem” buscar retorno logo após a entrevista. A ansiedade é normal mas poderá ser interpretada como desespero.

    Vídeo entrevista
    É cada vez mais comum os entrevistadores utilizarem os vídeos para realizarem o recrutamento. Para isso, o profissional deverá estar ainda mais preparado e cuidadoso com detalhes do ambiente e de sua própria roupa que não passarão despercebidos pelos recrutadores.

    Por isso, pijamas, cabelos despenteados e pessoas passando atrás ou falando com você, esqueça! Prepara-se como uma entrevista normal. Vista-se formalmente e, de preferência, utilize um espaço reservado e silencioso.

    (Publicado originalmente no Portal Infomoney Carreiras, 12/09/2012)

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    Recrutador sabe diferenciar profissional mentiroso do ansioso durante entrevista

    Karla Santana Mamona

    SÃO PAULO – Mãos suadas, gagueira, boca cega, pernas bambas, podem ser sinais de ansiedade, como de mentira. Aos olhos de um leigo, o profissional mentiroso e o ansioso podem ser confundidos. Mas será que isso pode ocorrer em um processo seletivo e quem está nervoso sairá prejudicado?

    A resposta é não. Isso porque o recrutador que está frente a frente com o candidato ao emprego é umespecialista e a análise feita vai muito além da superficial. Segundo a especialista em soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Garcia, quem está mentindo deixa transparecer e acaba se entregando em algum momento.

    “Nós utilizamos várias ferramentas, como perguntar a mesma coisa de quatro maneiras diferentes. Quem estiver mentindo e inventando é descoberto”.

    Outra ferramenta utilizada pelos especialistas é análise do gestos e postura do profissional, segundo explica adiretora-executiva da Quality Training, Marisa Ayub. “Até o olhar é analisado. Quando a pessoa olha para cima e para o lado direito, ela está tentando resgatar acontecimentos, que é comum com quem está nervoso. Já quando é para cima e para esquerda, ela está tentando criar”.

    Investigação profissional
    Além disso, o recrutador costuma fazer uma análise do profissional pela internet, por meio das redes socias e até mesmo ligando nas antigas empresas em que a pessoa passou para buscar referências. Lembrando que isso acontece antes da entrevista.

    “Quem mente se queima, porque mesmo que ele não tenha sido aprovado para aquela vaga por não ter perfil, ele poderia participar de outro processo que realizado pela própria consultoria”, explica Sônia.

    Ansiedade à flor da pele
    Quando o caso do profissional é de ansiedade, os recrutadores relevam o nervosismo e tentam agir de uma maneira para que a pessoa possa se acalmar para prosseguir a entrevista da melhor maneira.

    “O currículo do profissional já foi avaliado e se ele foi chamado para entrevista é porque interessou. Quando a pessoa está muito nervosa, o recrutador pede para ele se acalmar e começa fazendo perguntas mais tranquilas, assim a pessoa vai relaxando”, diz Marisa.

    Segundo as especialistas, a dica para que a profissional controle a ansiedade é se preparar para a entrevista. Um conselho é simular uma entrevista com algum parente para que a pessoa saiba responder sobre a sua trajetória profissional de maneira clara, também é indicado fazer um resumo da carreira por escrito.

    Outra dica é conhecer a empresa que está ofertando a vaga, desde local de trabalho, passando pelas roupas que os empregados da organização vestem, até clientes e parceiros. Este tipo de conhecimento é fundamental para aumentar a segurança e diminuir a ansiedade.

    (Publicado originalmente no Portal Infomoney Carreiras, 07/05/2012)

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