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O impacto do conteúdo das redes sociais no processo seletivo

A equipe de Jornalismo da Newton Paiva conversou com a Quality Training RH sobre o assunto. Veja a matéria exibida no último sábado no programa Descolado na Band Minas.

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    Veja como evitar gafes comuns na hora de procurar um emprego

    Você já se perguntou por que não foi chamado para aquele emprego? Provavelmente você pode ter cometido uma gafe. Veja como evitá-la

    Luiza Belloni Veronesi

    SÃO PAULO – Na hora de procurar um emprego toda dica de seleção e recrutamento é bem-vinda. Muitos profissionais se perguntam por que não foram chamados para uma vaga ou para outras etapas de um processo seletivo. Parece óbvio supor que algo deu errado, mas o que a maioria não sabe dizer qual gafe cometeu e o que poderia ter feito para evitá-la.

    “Na hora de buscar uma oportunidade no mercado é importante fazer um exercício de autoconhecimento para que você consiga destacar suas características mais expressivas”, afirma a coordenadora de qualidade da Adecco Brasil, Fabiane Cardoso.

    Pensando nisso, a Adecco, especialista em Recursos Humanos, levantou alguns dicas relevantes nessa etapa e como não cair nas temidas gafes corporativas.

    O que fazer e não fazer na hora de procurar emprego
    O primeiro passo do profissional é conhecer bem as características de sua área de atuação, com isso ele poderá desenvolver as melhores ferramentas de comunicação com o seu meio.

    Para cada profissional existe uma postura diferente a ser tomada, por exemplo, as áreas de Marketing e Comunicação apresentam profissionais mais persuasivos e criativos, o que permite maior liberdade de criar currículo adequado ou mesmo uma forma de envios diferenciados, que fujam do e-mail convencional. Já profissionais de áreas administrativas ou financeiras são mais analíticos e organizados, devem focar mais nos resultados.

    O currículo
    Com as inúmeras oportunidades que a internet oferece, muitas pessoas utilizam suas ferramentas de forma errada. É fundamental ser seletivo quando for enviar um currículo, lembre-se que ele é seu principal cartão de visita e não deve ser tratado como spam, sugere Fabiane. Para não cometer esse erro, busque os canais corretos de envio de currículo, como e-mail do departamento de seleção, cadastros no site da empresa e Redes Sociais.

    Outro erro comum é bombardear amigos e conhecidos com seu currículo. Ao invés disso, converse em particular com eles e verifique se eles podem te ajudar com uma indicação.

    Enviar cópias de certificados, comprovantes de endereços e documentos pessoais também é errado. Só mande caso a empresas necessite tais documentos. Seja sucinto em seu currículo e informe claramente suas habilidades, conhecimentos e experiências em até duas folhas.

    A entrevista
    A primeira impressão é, muitas vezes, determinante para a contratação ou não. Desconhecer informações básicas da empresa é a primeira gafe. É preciso pesquisar sobre a empresa e pensar em perguntas inteligentes que possam ser feitas no término da entrevista.

    A informalidade também pode atrapalhar seu desempenho nessa etapa. Adicionar o entrevistador ou pessoas que você conheceu na empresa durante o processo seletivo no Facebook ou em outras redes sociais passa imagem de falta de profissionalismo. Também inclui usar gírias, erros de português e falar frases sem sentido. Caso queira manter contato posterior, adicionar no LinkedIn pode ser a solução.

    Já outra gafe comum é mentir sobre as qualificações ou falar mal do antigo emprego. Seja o mais delicado possível nesses dois ítens e leia atentamente o seu currículo previamente para se preparar com possíveis perguntas sobre as verdadeiras qualificações. Também não “pega bem” buscar retorno logo após a entrevista. A ansiedade é normal mas poderá ser interpretada como desespero.

    Vídeo entrevista
    É cada vez mais comum os entrevistadores utilizarem os vídeos para realizarem o recrutamento. Para isso, o profissional deverá estar ainda mais preparado e cuidadoso com detalhes do ambiente e de sua própria roupa que não passarão despercebidos pelos recrutadores.

    Por isso, pijamas, cabelos despenteados e pessoas passando atrás ou falando com você, esqueça! Prepara-se como uma entrevista normal. Vista-se formalmente e, de preferência, utilize um espaço reservado e silencioso.

    (Publicado originalmente no Portal Infomoney Carreiras, 12/09/2012)

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    20 perguntas para você também entrevistar o recrutador

    Especialistas indicam as perguntas que você deve fazer ao recrutador antes de aceitar um convite de emprego

    Luís Pereira

    São Paulo – A entrevista de emprego virou um processo rigoroso, em que as empresas deslocam uma série de profissionais para avaliar e falar com o candidato — um diretor, uma pessoa de RH e o chefe imediato. Isso ocorre porque elas querem ter certeza de estar contratando a pessoa certa.

    O candidato também tem o direito — e a responsabilidade — de saber se ele vai dar certo na vaga. Para isso, deve aproveitar a entrevista de emprego para se informar. Isso se faz perguntando. Ouvimos o coach Cláudio Yusta e os headhunters Luiz Carlos Cabrera, da Amrop Panelli Motta Cabrera, e Sheila Nowicki para selecionar 20 perguntas que você deve fazer antes de aceitar um convite de emprego.

    Perguntas pessoais

    O enfoque é você e o objetivo é entender por que foi o escolhido entre outros candidatos as questões servem para descobrir a imagem que a empresa faz de seu perfil profissional.

    1. Por que você me escolheu?

    2. Por que o cargo ficou vago? o que ocorreu com o profissional que o ocupava?

    3. Qual é o principal conselho que você pode me dar para ter bom desempenho?

    4. Que dicas você me daria para uma melhor adaptação?

    5. Quais são as possibilidades de crescimento profissional que eu tenho dentro dessa organização?

    Sobre a expectativa do chefe

    Há expectativas que estão na cabeça de seu chefe que ele não conseguirá dizer com facilidade entender essas coisas são o segredo de um início mais tranquilo no emprego. e, se você acha que não é bom em algo, conte para ele também.

    11. Quais tipos de comportamento você considera fundamentais para eu ser visto com um profissional de sucesso, além do resultado?

    Sobre o cargo

    Aqui, a meta é detectar a visão que a empresa e seu chefe imediato têm sobre o cargo que lhe foi oferecido. É importante ter uma clareza razoável do desafio que o espera e verificar se o trabalho condiz com suas competências e aspirações de carreira.

    12. Quais são os principais desafios da posição?
    13. Quais são as ações imediatas que você espera que eu tome e qual é o cronograma?
    14. Fale da equipe que eu vou liderar.
    15. Quanto tempo eu tenho para apresentar um plano de ação?
    16. Quais as dificuldades que você enfrenta e eu vou ter de enfrentar na empresa e na área?

    Sobre a cultura da empresa

    Nas entrevistas que você fizer, tente entender como a companhia é percebida pelas pessoas que lá trabalham. Veja qual é a cultura e quais são os valores considerados importantes. Compare as respostas que cada profissional dá a você e se elas têm consistência entre si.

    17. Quais os valores que você detectou em mim que combinam com os da empresa?
    18. Na sua trajetória nessa companhia, quais valores que você aprendeu são importantes para mim?
    19. Como você vê a empresa daqui a cinco anos?
    20. Quais tipos de comportamento são inadmissíveis na cultura dessa empresa?

    (Publicado originalmente em Exame Carreiras, 20/07/2012).

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    Entrevista de emprego: o que te dá brilho nos olhos?

    Questão investiga coerência entre as motivações do profissional e cultura da empresa; veja como respondê-la

    São Paulo – A pergunta típica de entrevista de emprego pode parecer complicada e muito abrangente, mas quando um recrutador questiona o que te dá brilho nos olhos ou algo parecido sua verdadeira pretensão é compreender o que motiva o entrevistado e o que ele ainda quer conquistar.

    “Eu quero entender o que o candidato busca e valoriza para avaliar se ele tem o perfil corporativo da empresa do meu cliente”, explica o especialista em recrutamento Rodrigo Forte, da EXEC.

    Por isso, Forte ressalta que não há uma resposta certa para esse tipo de pergunta: o candidato tem de ser o mais honesto possível.

    Algumas respostas que podem parecer mais arriscadas, para Forte, devem ser ditas, sim, se forem verdadeiras. Por exemplo, se o que te der mais brilho nos olhos for ficar com a sua família, essa é a resposta certa para você.

    “Há empresas que valorizam esse perfil em um profissional. Outras procuram alguém que esteja disponível para trabalhar 12 horas por dia”, explica Forte. Para ele, honestidade é essencial justamente porque alguém que valoriza a família não vai querer ficar em uma empresa que exige dedicação integral do funcionário.

    O especialista Eduardo de Paula Santos, da Ascend, concorda que o ideal é ser honesto para o recrutador conseguir perceber se o entrevistado realmente se encaixa na vaga. Santos, porém, é mais pragmático: “Claro que se eu pergunto o que dá brilho nos olhos da pessoa e ele me responde algo extremamente pessoal como ‘tocar violão’, por exemplo, eu vou me questionar se esse é o candidato ideal para essa vaga corporativa”, decreta.

    Para Santos, apesar de não haver necessariamente uma resposta certa para uma pergunta sobre motivação, algumas falas agradam mais. “Uma resposta clara que traga benefícios para a empresa, algo como ‘fazer novos negócios me dá brilho nos olhos’, é uma resposta bastante positiva”, explica.

    Uma dica do recrutador é responder a essa pergunta contando uma situação em que você tenha feito a diferença no ambiente de trabalho e se orgulhe disso.

    Apesar de terem visões distintas, os dois especialistas concordam em uma coisa: o candidato não pode ir contra o padrão geral das empresas atuais. “Nenhuma empresa quer ouvir que o que dá brilho nos olhos no candidato é ganhar muito dinheiro trabalhando pouco”, diz Rodrigo Forte.

    (Publicado originalmente no Portal Exame Carreira, 24/05/2012).

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    Recrutador sabe diferenciar profissional mentiroso do ansioso durante entrevista

    Karla Santana Mamona

    SÃO PAULO – Mãos suadas, gagueira, boca cega, pernas bambas, podem ser sinais de ansiedade, como de mentira. Aos olhos de um leigo, o profissional mentiroso e o ansioso podem ser confundidos. Mas será que isso pode ocorrer em um processo seletivo e quem está nervoso sairá prejudicado?

    A resposta é não. Isso porque o recrutador que está frente a frente com o candidato ao emprego é umespecialista e a análise feita vai muito além da superficial. Segundo a especialista em soluções de Recursos Humanos da De Bernt Entschev Human Capital, Sônia Garcia, quem está mentindo deixa transparecer e acaba se entregando em algum momento.

    “Nós utilizamos várias ferramentas, como perguntar a mesma coisa de quatro maneiras diferentes. Quem estiver mentindo e inventando é descoberto”.

    Outra ferramenta utilizada pelos especialistas é análise do gestos e postura do profissional, segundo explica adiretora-executiva da Quality Training, Marisa Ayub. “Até o olhar é analisado. Quando a pessoa olha para cima e para o lado direito, ela está tentando resgatar acontecimentos, que é comum com quem está nervoso. Já quando é para cima e para esquerda, ela está tentando criar”.

    Investigação profissional
    Além disso, o recrutador costuma fazer uma análise do profissional pela internet, por meio das redes socias e até mesmo ligando nas antigas empresas em que a pessoa passou para buscar referências. Lembrando que isso acontece antes da entrevista.

    “Quem mente se queima, porque mesmo que ele não tenha sido aprovado para aquela vaga por não ter perfil, ele poderia participar de outro processo que realizado pela própria consultoria”, explica Sônia.

    Ansiedade à flor da pele
    Quando o caso do profissional é de ansiedade, os recrutadores relevam o nervosismo e tentam agir de uma maneira para que a pessoa possa se acalmar para prosseguir a entrevista da melhor maneira.

    “O currículo do profissional já foi avaliado e se ele foi chamado para entrevista é porque interessou. Quando a pessoa está muito nervosa, o recrutador pede para ele se acalmar e começa fazendo perguntas mais tranquilas, assim a pessoa vai relaxando”, diz Marisa.

    Segundo as especialistas, a dica para que a profissional controle a ansiedade é se preparar para a entrevista. Um conselho é simular uma entrevista com algum parente para que a pessoa saiba responder sobre a sua trajetória profissional de maneira clara, também é indicado fazer um resumo da carreira por escrito.

    Outra dica é conhecer a empresa que está ofertando a vaga, desde local de trabalho, passando pelas roupas que os empregados da organização vestem, até clientes e parceiros. Este tipo de conhecimento é fundamental para aumentar a segurança e diminuir a ansiedade.

    (Publicado originalmente no Portal Infomoney Carreiras, 07/05/2012)

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    Como não se queimar diante de muitas propostas de emprego

    Diminuir o volume das pressões do mercado e ser autêntico na sua decisão é o primeiro passo

    São Paulo – O mercado está aquecido e seu currículo tira o fôlego do mais criterioso dos headhunters. A combinação de ambos fatores não poderia render resultado melhor: enxurradas de (boas) propostas de emprego. Muitas vezes, de uma vez só.

    Mas como encará-las sem se queimar com uma ou outra companhia? De acordo com especialistas consultados por EXAME.com, tudo é uma questão de postura, da maneira como você vai se portar diante das empresas com propostas preteridas.

    1.  Fique surdo para as pressões (e medo)

    Para não errar a mão na sua decisão e na maneira como reportar isso às oportunidades que ficaram pelo caminho, a primeira dica é abaixar o volume das pressões do mercado e dar ouvidos ao que você, realmente, quer para a sua carreira.

    Isso mesmo. “Todo mundo tem o direito de cuidar da própria vida. As oportunidades estão aí para quem puder percebê-las. O prblema não é mudar de opinião, é não ter a opinião para mudar”, afirma Reinaldo Passadori, do Instituto Passadori.

    Em outras palavras, não se afobe, nem se limite por medo de minar todas as suas chances nesta ou naquela empresa. “As empresas fazem a mesma coisa o tempo todo”, diz o especialista.

    2.  Escolha sob medida para os seus planos

    Agora, não vale se encantar apenas com os cifrões oferecidos. O que tem que valer é o quanto a proposta é coerente com o que você projeta para o próprio futuro.

    Ou em outras palavras: sua decisão deve pender para “onde você acha que a lógica do trabalho mais se relaciona e se integra com o seu ser”, diz Thirza Sifuentes, sócia da Homero Reis e Consultores.

    Se sua decisão for autêntica e coerente com quem você é, será muito mais fácil reportar isso para as empresas com propostas preteridas sem abalar sua reputação.

    3.  Siga um roteiro

    Para não errar no tom na hora de abrir o jogo, a dica é estruturar seu “discurso” antes.

    “Antes de conversar com o recrutador, é preciso dialogar consigo mesmo”, afirma a especialista. “Com que emoção você quer entrar nessa conversa? Qual seu objetivo? Quais temas precisa contemplar?”

    4.  Seja verdadeiro e cheio de respeito

    Se você acabou de ser contratado e surgiu uma oportunidade melhor, a dica é já se dispor para ajudar no processo de sucessão. “Você tem que valorizar o que você tem hoje. Não chegue com uma postura de quem está cuspindo no prato que come”, diz Thirza. “Faça isso de uma maneira honrosa”.

    A regra vale para os casos em que você ainda não assumiu o novo cargo. “É preciso que a pessoa esteja comprometida com a verdade, com o respeito e que ela construa isso na perspectiva da validação do espaço que ela está”, afirma.

    Para Passadori, não é necessário se encher de justificativas. “A pessoa tem que escolher o que é mais condizente para o momento. Mas sempre agradecer e mostrar-se humilde”, afirma o especialista.

    (Publicado originalmente na Exame Carreiras, 21/03/2012).

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    InfoMoney entrevista a coordenadora de RH da Quality, Danielle Filizola

    “Líder: conheça os 3 principais erros ao dar feedback”

    SÃO PAULO – Faz parte das atividades do líder dar feedback aos seus colaboradores. Ao apontar quais pontos o funcionário está acertando e quais devem ser melhorados, o gestor, além de acompanhar o andamento das tarefas, ajuda o profissional a crescer em sua carreira.

    Na teoria tudo parece fácil, mas na prática nem sempre é assim. Pensando nisso, o Portal InfoMoney conversou com a coordenadora de RH (Recursos Humanos) da Quality Training, Danielle Filizola, que apontou os três erros comuns aos líderes ao dar feedback ao seus profissionais.

    O primeiro erro é dar o feedback na frente de outras pessoas. Se o feedback for negativo, a situação é considerada antiética. Por isso, lembre-se de reservar uma sala, ao chamar alguém para conversar.

    “O feedback tem a função de melhoria. Se for na frente dos colegas, ele pode constranger, perdendo a sua finalidade. O feedback é para tornar a relação transparente”, alerta a especialista.

    Prazo de validade
    O segundo erro tem a ver com o tempo que o líder demora para conversar com o profissional. Se o tempo de uma conversa para outra for muito longa, o feedback pode não servir mais. Isso porque o feedback deve ser relacionado às atividades recentes do profissional.

    Para Danielle, o ideial é que feedback ocorra diariamente, mas, com a correria do cotidiano, fica difícil conversar com todos da equipe em um único dia; por isso, ela recomenda que a conversa aconteça a cada dois meses ou uma vez a cada três meses. “Neste período de tempo, é possível realinhar prazos e metas, se for necessário”.

    Saber separar o profissional do pessoal
    O último erro comum aos gestores é dar feedback de assuntos que não cabem ao ambiente de trabalho. A conversa do gestor deve ser baseada somente na vida profissional do funcionário, por isso, nada de comentários da vida pessoal.

    Além disso, o feedback deve ser isento de julgamento de valores, ou seja, o gestor deve apenas citar quais atitudes do profissional foram consideradas erradas, mas sem adjetivos.

    (publicado originalmente na InfoMoney Carreiras , 24/02/2012)

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    O que dizer sobre a empresa contratante na hora da entrevista?

    Algumas recomendações são bem valiosas na hora de falar sobre a empresa na qual se tem interesse durante uma entrevista. O bom e velho “admiro muito a empresa e quero fazer parte da equipe” já não cumpre o seu papel e soa vazio e previsível para o entrevistador. Nunca se deve exagerar nos elogios à marca ou aos produtos e serviços.

    Para se sair bem, a sinceridade é sempre o mais indicado. Além disso, os principais objetivos dos recrutadores estão relacionados à percepção que o candidato tem da empresa, bem como às suas expectativas lá dentro.

    Confira:

    1- Pesquise

    Um dos pontos essenciais de um processo de seleção é avaliar se o candidato tem conhecimento sobre o cargo pretendido, a empresa, seus valores, concorrentes e posição atual no mercado. Por isso, a pesquisa dessas informações deve ser bem feita para conquistar bons resultados durante a entrevista.

    2-Alinhe seus valores com os da empresa

    O candidato deve ter autoconhecimento para saber se os seus objetivos e anseios profissionais podem ser conquistados na empresa em questão, pois caso contrário, não fará sentido algum dar prosseguimento à entrevista.

    3- Seja sincero

    Quando a pergunta for relacionada a salário, à disponibilidade em trabalhar aos finais de semana, mudar de cidade, etc, a melhor forma de responder é sendo fiel às suas possibilidades e expectativas. A sinceridade sempre é o caminho mais correto. Entretanto, afirmar que pretende ser o presidente da empresa em menos de 5 anos, pode exemplo, pode parecer demais aos olhos do entrevistador. É preciso dosar para não haver complicações depois.

    4- Evite exageros

    É preciso evitar situações de elogios exacerbados à empresa, produtos e serviços, ou críticas ferozes à concorrência. Além de parecer superficial e forçado, não passam a ideia de que você realmente está preocupado em falar a verdade, mas sim em impactar o entrevistador, o que não é legal e pode prejudicar o processo. Seja espontâneo e pontue de forma simples e transparente o que considerar válido.

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    Como responder perguntas muito pessoais em uma entrevista de emprego?

    Você é ou já foi usuário de drogas ilícitas? Você já teve algum problema com a polícia? Como são suas relações afetivas? Essas são algumas perguntas invasivas e que podem gerar bastante desconforto no candidato a uma vaga de emprego.

    Questionamentos como esses, entretanto, são habituais em um processo seletivo, sobretudo, em empresas multinacionais. Essas perguntas são utilizadas por recrutadores, uma vez que exigem habilidade do profissional para respondê-las. O que está sendo analisado é a forma com que você lidará com a questão. Não agir com desconfiança ou de forma exaltada são as melhores atitudes neste momento.

    O recrutador não vai avaliar se aquela resposta é certa ou errada, mas, sim, a maneira com que você lida com questões embaraçosas. Responda honestamente e demonstre estabilidade e que tem capacidade de lidar com problemas. Agir de forma exaltada ou impulsiva revela que o profissional não tem muita inteligência emocional para lidar com turbulências.

    Deixe claro para o recrutador se aquela situação, sobretudo aquelas que ocorreram no ambiente familiar, o incomoda. Agir com maturidade é fundamental neste momento.

    Curiosidade: Foi publicada, recentemente, uma matéria no Valor Econômico com a relação das 25 perguntas mais inusitadas em uma entrevista de emprego.

    “Não vou falar nada durante 5 minutos, me entretenha”, “O que você acha de gnomos no jardim?” ou “O que você acha daqueles palhaços no congresso?” foram algumas das perguntas que apareceram na lista. Você está preparado para respondê-las?

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    15 erros cometidos durante uma entrevista de emprego | Parte III – Entrevista

    Última parte da matéria especial sobre os principais erros cometidos durante um processo seletivo para uma vaga de emprego. Na semana passada, você pôde conferir alguns cuidados com a aparência e com a comunicação durante a entrevista de emprego.

    No post de hoje, os especialistas da Quality Training RH revelam para você alguns cuidados com a argumentação.

    11. Não saber nada sobre a empresa ou o setor

    É fundamental informar sobre o segmento de atuação da empresa em que pretende trabalhar. Um conhecimento sobre o setor, além de demonstrar interesse pelo emprego, ajuda no momento da entrevista. Você pode articular suas habilidades com o trabalho desenvolvido por aquela organização.

    Acesse o site da empresa e procure conhecê-la melhor. Isso lhe dará mais segurança durante a entrevista.

    12. Mentir sobre as suas qualificações profissionais

    Inventar cursos, especializações ou experiências de trabalho para incrementar o currículo colocam o profissional em uma situação de vulnerabilidade. Caso seja contratado, pode ser difícil sustentar a mentira por muito tempo, sobretudo, se o cargo exigir algumas daquelas habilidades que o candidato não tem.

    13. Vangloriar de conquistas pessoais

    Coloque o seu ego de lado e jamais em primeiro lugar. Quando o recrutador perguntar sobre suas realizações profissionais, procure ressaltar as conquistas em equipe e como você contribuiu para o sucesso daquele grupo. Valorize sua participação em um projeto que tenha tido destaque e como suas habilidades profissionais e pessoais foram decisivas para aquele trabalho. Egocentrismo não é uma característica admirada pelo contrante.

    14. Falar mal do emprego ou do chefe anterior

    Falar mal é uma postura antiética e deselegante. Além disso, o recrutador não está interessado em saber sobre os problemas ocorridos no antigo emprego ou com o antigo chefe. Quando o entrevistador perguntar o motivo da saída do emprego anterior, uma boa saída é dizer que você está em busca de novos desafios profissionais.

    15. Demonstrar desequilíbrio emocional

    O nervosismo demonstrado ao longo da entrevista de emprego pode revelar ao recrutador que o candidato não está preparado para assumir as responsabilidades daquela vaga. Se você tem um bom currículo e suas competências correspondem ao perfil da atividade a ser realizada, não há motivo para se preocupar.

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