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Veja os 9 hábitos que prejudicam sua produtividade e como combatê-los

A Coordenadora de Coaching e Recolocação Profissional, Lúcia Ribeiro Mendes, deu entrevista para a Folha de São Paulo falando sobre o tema. Leia abaixo:

FERNANDA PERRIN

DE SÃO PAULO

Enquanto você começa a ler um e-mail enviado pelo seu chefe com um pedido de relatório, o celular notifica uma nova curtida na sua foto de perfil e dois colegas na mesa ao lado comentam a última fofoca do escritório.

Entre tentar entender exatamente a ordem do chefe, responder um comentário no Facebook e se inteirar da conversa, chegam mais 15 e-mails. Como conseguir ser produtivo nessa rotina?

Para especialistas da área de recursos humanos ouvidos pela Folha, o ambiente de trabalho nunca ofereceu tantas distrações como hoje, com a moda dos escritórios sem divisórias e funcionários sempre conectados.

Ao mesmo tempo, os profissionais têm dificuldade em identificar os maus hábitos que prejudicam sua performance, porque não conseguem classificar as atividades entre o que é importante e o que é urgente e por não terem objetivos de longo prazo que os motivem.

A primeira recomendação é: planejamento. “A produtividade está ligada a metas, indicadores e projetos de alto valor, não é ficar apagando incêndio”, diz Luciano Meira, vice-presidente da filial no Brasil da Franklin Covey, empresa especializada em melhoria de desempenho.

Com base na visão de profissionais de recursos humanos das organizações Quality Training Recursos Humanos, Franklin Covey, Stato, Endeavor e Triad PS, a Folha elencou os piores hábitos que prejudicam o trabalho, assim como estratégias para combatê-los.

1. SEMPRE DISPONÍVEL

As interrupções e a dificuldade de dizer “não” estão entre as maiores ameaças à produtividade. Elas desconcentram o profissional e fazem com que ele assuma muitas responsabilidades ao mesmo tempo, o que aumenta a probabilidade de erros.

“Diga que você não pode, coloque um sinal próximo da sua mesa indicando que você está ocupado, deixe o telefone cair na caixa postal”, recomenda Luciano Meira, da empresa de RH Franklin Covey. Para Yukiko Takaishi, da Stato, a pessoa não pode se mostrar sempre disponível: é preciso negar pedidos.

2. COMUNICAÇÃO FALHA

Um problema recorrente nas empresas são pedidos mal explicados e/ou mal entendidos, fazendo com que uma tarefa tenha que ser corrigida ou mesmo refeita. Meira, da Franklin Covey, recomenda sempre “conferir” a comunicação: quem ouve deve explicar para quem fala o que entendeu, para garantir que todos tenham uma ideia clara do que deve ser feito.

Outro hábito contraprodutivo na área de comunicação é a atitude “puxa-saco”, afirma Kátia Campelo, mentora da organização de fomento ao empreendedorismo Endeavor.

“O puxa-saco quer agradar a qualquer custo, então ele perde muito tempo e energia pensando em como ser aceito”, avalia.

Desse modo, ele acaba assumindo atividades para as quais não é qualificado, o que prejudica a sua produtividade e a de sua equipe.

3. REUNIÕES DESNECESSÁRIAS

As empresas fazem reuniões em excesso e as organizam mal, de acordo com os especialistas. O tempo é perdido com assuntos que poderiam ser resolvidos por outros meios, como e-mail, e envolvendo um número menor de pessoas.

“Quando tem muita reunião, os funcionários não trabalham e acabam fazendo hora extra”, critica Barbosa, da Triad PS.

Lúcia Mendes, da consultoria Quality Training Recursos Humanos, aconselha sempre preparar uma pauta do que deve ser tratado na reunião, compartilhá-la previamente com todos os envolvidos e escolher um responsável por liderar o encontro.

Mendes também recomenda abordar as pessoas prolixas, que costumam atrasar o andamento das reuniões, e conversar sobre o problema com elas, para que possam mudar o comportamento.

4. VÍCIO DE E-MAILS

Ficar de olho na caixa de entrada é um vício que muitas vezes passa despercebido. “Não é preciso ler o e-mail assim que ele entra, você pode estipular alguns períodos do seu dia para fazer isso”, afirma Takaishi, da Stato.

Outra dica é classificar as mensagens, fazendo com que e-mails do chefe, por exemplo, entrem em uma pasta que você olhe com maior frequência.

“Isso libera tempo para colocar o pé no acelerador em projetos mais importantes”, diz Meira, da Franklin Covey.

Os especialistas dizem que é um erro tratar a caixa de entrada como uma lista de tarefas. Se o e-mail exigir apenas uma resposta, faça-o nos intervalos estipulados para ler as mensagens; se ele exigir uma outra ação

-levantar alguns dados, por exemplo- crie uma tarefa e a acrescente a suas metas.

5. COMIDA PESADA

Até o hábito aparentemente inofensivo de almoçar pode ser um inimigo da produtividade. Uma alimentação pesada, que envolva muitos carboidratos e gorduras, dificulta a digestão e aumenta a sonolência, afirma Lúcia Mendes, da Quality Training Recursos Humanos.

Ela recomenda refeições mais leves, como um lanche natural, e de alimentos que forneçam energia para o cérebro ao longo do dia, como barras de cereal, proteínas e gengibre.

6. PRESSA E IMEDIATISMO

Partir direto para a ação pode parecer positivo, mas é um dos piores hábitos para quem deseja ser mais produtivo. Quem pensa pouco antes de fazer uma tarefa aumenta a probabilidade de cometer erros e de ter que fazer trabalho extra depois.

Para o executivo José Moreira Júnior, 38, que dirige duas empresas de locação de móveis, a ansiedade sempre foi seu maior ponto fraco. Ele buscava resolver os problemas de imediato e se frustrava quando não conseguia. Para Barbosa, da Triad PS, quem faz listas de tarefas do dia também cai no imediatismo.

“É preciso organizar-se com pelo menos três dias de antecedência”, recomenda. Para ser produtivo, o conselho é ter objetivos de longo prazo que motivem o profissional para além do agora, diz Meira, da Franklin Covey.

7. MÁ GESTÃO DO TEMPO

As atividades devem ser classificadas entre importantes, urgentes e circunstanciais, recomenda Christian Barbosa, autor do livro “A Tríade do Tempo” (Ed. Sextante, R$ 30, 256 págs.).

Quem não consegue fazer essa diferenciação acaba ficando refém daquilo que é urgente -demandas que surgem no dia, mas que não estão ligadas a projetos mais importantes, de longo prazo, que têm maior valor para o profissional e para a empresa.

Para organizar o tempo, a recomendação é dedicar no máximo 20% do dia a tarefas urgentes, negando-se assumir mais que isso.

O que for circunstancial (algo que não lhe traga nenhum benefício direto, como receber uma visita inesperada no escritório) não deve ocupar mais que 10% do seu tempo. Os restantes 70% devem ser dedicados a tudo o que for importante.

8. ESCRITÓRIOS ABERTOS

“Os ambientes sem divisórias pioraram muito a produtividade e não melhoraram a comunicação”, diz Barbosa, da Triad PS. O maior problema é que esse tipo de espaço favorece a distração: barulhos como um telefone tocando ou colegas conversando fazem o profissional perder o foco na atividade e levar mais tempo para retomá-lo, além de exigir mais energia para se manter concentrado no trabalho.

Trabalhos que requerem maior atenção, como os que envolvem muitos detalhes, são os que mais sofrem com a situação, porque a dispersão aumenta a chance de errar. Takaishi, da Stato, recomenda o uso de fones de ouvido. Para as empresas, Meira, da Franklin Covey, sugere a criação de uma sala separada, com portas, onde atividades que exijam maior concentração possam ser realizadas.

9. REDES SOCIAIS

O problema das redes sociais é que elas distraem o profissional do trabalho e tiram o foco do que precisa ser feito. Impedir o acesso a elas, contudo, é impossível e mesmo contraprodutivo. “A pessoa vai ficar pensando no que está acontecendo na rede”, diz Yukiko Takaishi, da consultoria de recrutamento e treinamento Stato. O ideal é que o profissional separe intervalos de tempo para checar essas páginas.

Alexandre de Souza, 42, gerente distrital da farmacêutica MSD, cancelou as notificações de redes sociais que recebia no celular. “É impressionante como você se liberta. A rede social não me acessa mais, sou eu que a acesso”, diz.

Barbosa, da Triad PS, recomenda limitar o uso das redes a cerca de 20 minutos por dia, como forma do funcionário fazer pausas e descansar entre atividades.

(Publicado originalmente no site da Folha de São Paulo na seção Classificados – Carreiras, 19/07/2015).

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    Histórias de sucesso: pessoas que trocaram de profissão para realizarem um sonho

    Imagem Lúcia

    A Coach e Coordenadora da área de Recolocação Profissional da Quality Training Assessoria em RH, Lúcia Ribeiro Mendes, deu entrevista à Rede Super falando sobre o tema: como planejar sua transição de carreira, as melhores estratégias e como profissionais de sucesso chegaram lá.

    Entenda como o Programa de Coaching de Carreira pode, de forma eficaz, possibilitar essa mudança. Assista a matéria na íntegra: Clique aqui

    (Matéria originalmente gravada na Rede Super de Televisão, 01/07/2015)

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    Sondar sempre o mercado traz ganhos

    Para consultores, conferir constantemente as oportunidades de trabalho, mesmo estando empregado, ajuda o desenvolvimento profissional

    A busca contínua por informações a respeito de oportunidades no mercado de trabalho entre pessoas empregadas é vista por muitos consultores de recursos humanos como importante fator de crescimento profissional. Mais do que medo do desemprego, fazer uma autoanálise de suas potencialidades, acompanhar as mudanças no mercado de trabalho e até crescer profissionalmente são algumas das razões apontadas pelos especialistas para as pessoas se submeterem a processos seletivos, mesmo que estejam exercendo uma função em alguma empresa.

    A consultora e coach Samanta Luchini, que é formada pelo Integrated Coaching Institute, considera que a melhor forma de uma pessoa ter uma avaliação fidedigna de sua real situação profissional é submeter-se a processos de seleção. Segunda ela, isso ocorre entre pessoas que claramente não estão ansiando por trocar de emprego. “Na verdade, querem saber se estão evoluindo ou como são vistas fora do seu ambiente de trabalho. Não deixa de ser um processo de autoanálise em que elas verificam como o mercado avalia as suas competências.”

    No entanto, a coach Angélica Ferreira, membro da Sociedade Brasileira de Coaching, diz que há sim quem busque uma troca de empresa. Segundo ela, busca contínua por uma nova oportunidade entre pessoas empregadas ocorre, sobretudo, por parte daquelas que ela enquadra como high potential.

    “São profissionais de alto potencial, abertos a novidades, a novos desafios, que ficam de cinco a sete anos dentro de uma mesma empresa. Eu diria que de dez analistas, coordenadores, gerentes, diretores e presidentes, seis estão de olho no mercado, verificando a possibilidade de encarar um novo cargo, especialmente se a atual empresa não estiver lhes dando o retorno que almejam. Buscam melhor remuneração, pacote de benefícios ou um upgrade na carreira”, afirma.

    Independentemente de buscar ou não uma nova experiência, Samanta é favorável a uma exposição contínua do currículo no mercado, pois entende que toda a resposta a esse gesto serve para o desenvolvimento do profissional. A pessoa acostumada e integrada a um determinado ambiente profissional não tem condições de saber como reagiria em outra situação e nem como é vista fora da empresa, defende a coach.

    “Às vezes o profissional está há 15 anos num mesmo emprego e fica apavorado com a possibilidade de passar por um processo de seleção. Mostro a essa pessoa que ela não tem de temer nada. Pelo contrário, a entrevista de emprego vai contribuir para o seu crescimento, mesmo que a resposta seja negativa. Por isso, aconselho que todos se submetam a entrevistas de emprego pelo menos duas vezes por ano”, diz Samanta.

    O contínuo exercício de exposição ao mercado já garantiu melhores empregos e até mudança de profissão. “Lembro de um profissional que, depois de se submeter a várias entrevistas, virou entrevistador, porque ele aprendeu a conduzir uma boa entrevista de emprego, o que não se aprende na faculdade”, conta. “Por isso, sempre digo para as pessoas não sondarem o mercado apenas quando estão insatisfeitas com o atual emprego ou quando ficam desempregadas.”

    Sondagem. A coordenadora de marketing Ellen Freire Melo, de 35 anos, garante que nos seus mais de 12 anos de carreira sempre procurou ficar atualizada com o que o mercado de trabalho exige e oferece. “Meu comportamento é esse, ficar o tempo todo sondando o mercado, conferindo as novidades e tudo o mais, independentemente de estar empregada ou não. Afinal, a concorrência na minha área é muito grande”, diz.

    Em consequência desse comportamento, Ellen não está ansiosa por estar no momento em que busca uma nova colocação. Para ela, o próprio mercado exige essa prática de estar sempre procurando saber como está o seu setor. “O pessoal de recursos humanos está sempre ligado nas redes sociais. As agências de publicidade procuram preencher suas vagas de olho, principalmente, no LinkedIn e no Facebook. E o mercado é muito dinâmico, mudando a todo momento.”

    Para ela, não basta fazer cursos de atualização a toda hora, aperfeiçoar o inglês e adequar o currículo às novas exigências do mercado. “Você tem mesmo de ficar antenado o tempo inteiro, para não ficar fora do mercado. Tem de fazer cursos de reciclagem, assistir a palestras, comparecer a seminários e ficar atento a novas propostas que possam agregar melhor qualidade de vida e bem-estar para você e sua família.”

    Ellen acha fundamental que as pessoas ativem e ampliem o respectivo networking não só quando estão desempregadas. “O certo é fazer isso sempre para ter visibilidade. E é exatamente isso que tenho constatado na minha rede de relacionamento. Meus amigos e parentes empregados estão sempre se mexendo, atualizando os currículos no LinkedIn, buscando novas informações sobre suas áreas de atuação, preparando-se para sair ou não da zona de conforto.”

    Curiosidade. Por conhecer pessoas que encontraram empregos melhores mesmo estando numa boa fase na empresa a que estavam ligadas, a consultora Samanta aponta a persistência na pesquisa de emprego como algo bastante produtivo. Ela considera difícil definir o perfil desses profissionais. Porém, diz que pelos casos que acompanha, são pessoas com inconformismo construtivo e com maior nível de curiosidade e flexibilidade.

    Outra boa razão para sempre estar de olho num possível novo emprego é evitar o nível de tensão que sempre acompanha os primeiros meses numa nova jornada de trabalho. “É justamente o temor de passar por esses primeiros meses que faz com que muitas pessoas se acomodem, evitando enfrentar novos desafios até mesmo quando estão insatisfeitas com o trabalho ou empresa em que estão.”

    (Originalmente publicado em 11/01/2015  na coluna Radar de Emprego do Estadão)

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    Deixar de acompanhar o seu progresso profissional é prejudicial

    Coaching de Carreira - 07 de março

    Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais.

     

     

    Por Universia | infomoney.com.br

    Não importa qual seja a sua área de atuação, você provavelmente deseja atingir metas e objetivos. Afinal, a principal motivação de um profissional competente deve ser contornar obstáculos e aceitar novos desafios. Porém, algumas pessoas passam muito tempo sem fazer auto avaliações e não sabem, de forma concreta, o quanto já progrediram em seus projetos.

    Isso acontece porque muitos têm mede de perceber que estão indo para a direção errada, ou que não avançaram o quanto imaginavam. Esse tipo de decepção pode ser muito forte em alguns profissionais e, ao invés de animá-los, pode deixá-los desanimados e com vontade de desistir. E o pior: geralmente, as pessoas que mais precisam de auto análise são as que menos fazem isso.

    Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais. Quando você descobre onde está errado, é necessário sair da zona de conforto e mudar a sua forma de trabalhar. Por mais desanimador que isso seja, é essa mudança de paradigma que irá deixá-lo mais próximo do sucesso.

    Além disso, acompanhar o andamento do seu trabalho é a melhor maneira de não entregar resultados ruins. É muito melhor que você veja, com antecedência, que o seu trabalho não está bom, do que perceber isso pouco antes da data limite de entrega.

    Se você ainda não se sente preparado para acompanhar de perto seu desempenho, uma solução para isso é pedir para que um amigo de confiança faça isso por você. Peça para que ele seja honesto em relação ao seu trabalho e diga onde você está errando e em que aspectos deve melhorar. Mas fique atento: a pessoa deve ser alguém que entenda a sua área de atuação e seja realmente de confiança. Senão, você corre o risco de piorar ainda mais o seu trabalho.

    Perceber que você está fazendo as coisas de maneira errada pode ser doloroso, à princípio. Porém, depois que os resultados positivos começarem a aparecer, você verá que são essas auto análises que irão ajudá-lo a ser um profissional de sucesso. Não tenha medo de assumir seus erros, acompanhe o seu progresso profissional e fique mais próximo de atingir os seus objetivos.

    Pense nisso!

     Publicado originalmente no site (www.infomoney.com.br).

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    Atenção aos Detalhes!!!!

    Indo um pouco além do esperado

     Home Office

     Por Evaldo Costa | rh.com.br

    Quando se deseja fazer diferença na vida, a pessoa não deve preocupar-se tanto com as coisas grandes, mas sim redobrar a atenção com os detalhes, pois são os pequenos acontecimentos que fazem a grande diferença na vida dos vencedores.

    O sucesso não é obra do acaso, mas sim de muita disciplina, foco, conhecimento, habilidade e atitude. Querer vencer na vida sem se preparar adequadamente, é o mesmo que desejar acertar na loteria sem jogar. Pode até ser possível, afinal de contas pode-se encontrar um cartão premiado, mas convenhamos: é muito mais difícil, não é mesmo?

    Porém, a falta de atenção as pequenas coisas, não é o único responsável pelo insucesso das pessoas. Há também o fator pressa. Vivemos em uma sociedade desvairada por tempo. O trabalhador dos grandes centros urbanos vive correndo, em busca de tempo para cumprir tantos compromissos. Não há tempo para o café da manhã, almoço e o jantar com a família, é cena rara, atualmente. As mulheres terminam a maquiagem enquanto dirigem seus automóveis ou até mesmo nos transportes públicos.

    Caminha-se apressadamente pelas ruas, e se há necessidade de contatar alguém, digita-se uma mensagem no celular durante os deslocamentos, pois até para falar ao telefone já não se encontra a mesma disponibilidade do passado. As pessoas se acostumam com a pressa e com o tempo ela acaba incorporando ao estilo de vida.

    Parece que as pessoas estão mais preocupadas com a quantidade de atividades que pratica, do que com a qualidade delas. Por exemplo, não raro ao iniciar um novo projeto, não se toma os devidos cuidados. Tenta-se implementar muitas coisas ao mesmo tempo, quando o ideal seria consolidar uma etapa de cada vez, como se faz, por exemplo, ao subir uma escada.

    Isso ocorre com todos aqueles que imaginam que os resultados ótimos podem ser construídos do dia para a noite. Que o sucesso é resultado da velocidade e não da precisão de suas ações. Gente que quer falar um novo idioma em três ou quarto meses, que se deixam levar por falsas ilusões, que desejam facilidade, que pensam que basta pagar e terá tudo que mais deseja. Ledo engano, pessoas assim se esquecem de que o cérebro necessita de tempo para absorver novos conhecimentos, assim como a natureza precisa dele para germinar sementes e produzir alimentos.

    Os vencedores sabem onde desejam chegar, mas aprendem desce cedo a diferenciar pressa de eficiente. Não se deixam iludir com muitas atribuições, focam um único ponto e concentram as suas energias nele. São grandes observadores da natureza, e dela retiram o aprendizado para nortear as suas ações. Sabem que colherão o que plantarão, daí o compromisso deles com os detalhes.

    Durante mais de quarto décadas convivi com muitos campeões de vendas. Todos eles tinham algo em comum. Por exemplo, sempre entregavam mais do que os clientes esperavam receber, e não se deixavam levar pelas promessas de resultados fáceis. Eles são coerentes, verdadeiros, éticos e usam os detalhes como se fossem os degraus da escada que os conduzirão ao sucesso.

    Uma vez, em uma reunião ouvi um jovem principiante na profissão indagar ao seu líder, uma pessoa madura e bem-sucedida na profissão, o que ele teria que fazer para vencer na carreira que estava iniciando. Daí, foi aconselhado a se ater aos detalhes.

    Sem entender muito bem, solicitou ao líder que desse um exemplo. Então, o mestre virou-se para os presentes na sala e indagou: “Quem aqui atende muito bem os seus clientes?”. Todos levantaram as mãos. Logo, voltou a perguntar “Quem aqui conhece pelo menos um colega que não trata muito bem os seus clientes?”. Todos voltaram a levantar as mãos. Ele concluiu: “Alguém deve estar se enganando”. E concluiu: “Isso se chama atenção aos detalhes”.

    Pense nisso!

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Precisa-se de talentos!!!

    Precisa-se de talentos - 10 de Janeiro
    Requisito: Ter Visão de Futuro

     

     

     Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    O ato de errar já é reconhecido pelas empresas como parte do processo de aprendizagem. Contudo, fazer o uso certo desse momento é que fará o erro tornar-se positivo ou não tanto, para o campo profissional e até mesmo pessoal do talento. A leitura de como o indivíduo interpreta a experiência vivenciada fará com que ele trilhe novos caminhos e abra um leque novo para novas experiências e uma possível carreira bem-sucedida e que venha atender tanto às expectativas dele, enquanto pessoa, como também da empresa que se prestou a investir no desenvolvimento dele.

    Para o empresário e escritor Célio Antunes, que recentemente lançou o livro: Carreira 360 Graus, Gente Editora, estudar o futuro é uma ciência muito importante e valorizada por muitas organizações, pois a vida do ser humano passou a ser direcionada, não no momento presente, mas sim nos fatores futuros que determinarão os resultados daquilo que pretendemos conquistar. Para alguns, isso pode parecer um momento filosófico, mas para Célio Antunes, encontra-se exemplificado na metodologia em que ele denomina de VCC – Visão de Ciclo Completo, que parte do princípio de que é preciso imaginar – por antecipação – tudo o que queremos construir nesta vida. “Na realidade, trata-se de um exercício mental em que você monta diferentes cenários futuros e analisa os impactos resultantes destes cenários”, explica.

    Em entrevista ao Rh.com.br, Antunes apresenta os argumentos que o levaram a defender esse ponto de vista e que culmina na estruturação de um Profissional 360 Graus, caracterizado por ter uma visão intraempreendedora e ser arduamente desejado pelas empresas da Era Digital.

    Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura.

    RH.com.br – Em seu livro “Carreira 360 Graus”, o senhor afirma que o profissional do século 21 sente-se perdido, para se tornar o líder que as organizações tanto desejam. O que o levou a essa conclusão?

    Célio Antunes – Não só as informações estão abundantemente disponíveis, mas também a quantidade de soluções e as novas tecnologias surgidas nesta Era Digital. Isto propicia uma grande possibilidade de se fazer uma revolução na forma de gerir as empresas, e não é só a tecnologia que propicia esta revolução. Qual deve ser a atitude do novo líder perante todos estes desafios? Se não houver uma atitude intraempreendedora, proativa dentro das empresas, todo este potencial não será desenvolvido. E é isto o que estou pregando no meu livro, que os verdadeiros líderes tomem atitudes, promovam as transformações e implementem as inovações que as empresas estão precisando, não perdendo grandes oportunidades neste novo século. Muitas vezes a comunicação dentro das empresas não é clara. Então, o profissional não sabe se pode ou não propor mudanças e inovações, não sabe se atravessará algum sinal vermelho ou irá ferir susceptibilidades. Acredito bastante que o meu livro pode ser um bom guia para todas aquelas empresas que queiram incentivar o intraempreendedorismo proativo e dar liberdade para as pessoas colocarem as suas ideias na prática.

    RH – Esse sentimento de incerteza dos profissionais tende a aumentar ou logo os talentos conseguirão ter uma melhor visão de futuro?

    Célio Antunes – Ao desenvolver uma visão 360 graus sobre a empresa, o profissional terá cada vez mais segurança ao conhecer o processo produtivo da empresa e, então, poderá propor inovações e melhorias, dentro do que a empresa precisa e espera dele. Acredito firmemente que, quando as pessoas se interessam em compreender todos os desafios que a sua organização enfrenta e procuram aplicar o seu conhecimento técnico na solução destes desafios, o sentimento de incerteza desaparece e surge o entusiasmo para conseguir realizar coisas.

    RH – Que profissional as empresas tanto procuram, mas encontram dificuldade para captar?

    Célio Antunes – Os profissionais intraempreendedores proativos e com brilho nos olhos, que se sentem realizados por entregarem um trabalho bem feito e que traga significado para suas vidas e suas carreiras. Esses, sem dúvida alguma são os mais procurados e os chamo de profissionais extraordinários. Claro que é difícil captar estes profissionais, mas o que eu sinceramente espero é que ao lerem o meu livro eu esteja incentivando o surgimento destes profissionais intraempreendedores extraordinários. E posso afirmar com toda segurança que os resultados que eu mesmo tenho obtido nas minhas empresas têm sido extraordinários. Senti o brilho nos olhos e a proatividade nascer em vários profissionais que já pareciam apáticos. Tem sido impressionante o que estou vivenciando, não imaginava a revolução que iria acontecer em tão pouco tempo.

    RH – A solução para reduzir essa busca por profissionais extraordinários as não estaria em investir nos chamados high potentials?

    Célio Antunes – Eu acredito em despertar os high potentials. Quando o profissional sabe que existe espaço para ser extraordinário poderá desabrochar todo o seu potencial, basta que haja uma indicação e uma comunicação clara de abertura por parte da empresa. E estando o profissional preparado para empreender e tendo desenvolvido uma visão clara da atuação da empresa no mercado, pode então desenvolver todo o seu potencial de realização.

    RH – Sua linha de trabalho defende que os profissionais precisam ter uma VCC – Visão de Ciclo Completo, que resultará no desenvolvimento da carreira. O que isso significa na prática?

    Célio Antunes – Tudo o que fazemos na vida, se não for precedido de uma visão 360 graus do movimento das coisas, poderá acarretar em perda de tempo e prejuízo em muitos casos. É preciso traçar vários cenários futuros para todas as coisas e isto, por sua vez, se faz com muito estudo e observação dos movimentos à sua volta. Desta forma o profissional que desenvolve esta visão estudou os movimentos de casos de sucesso e insucesso. É importante também estudar os insucessos, uma grande fonte de aprendizado, pois assim o profissional vai pisando em terreno seguro e tomando atitudes que farão sua carreira ser bem-sucedida, procurando errar o menos possível. Errando menos, acertamos mais. Afinal, como se diz, “errar é humano” e não podemos nos preocupar com os erros, pois eles são grandes aprendizados para nós. Só precisamos, como falei, acertar mais que errar, que conseguiremos seguir em frente.

    RH – Quais as principais características da Visão de Ciclo Completo?

    Célio Antunes – A VCC parte do princípio de que nós temos de imaginar por antecipação tudo o que queremos construir nesta vida. Na realidade, trata-se de um exercício mental em que você monta diferentes cenários futuros e analisa os impactos resultantes destes cenários. Tudo isso antes de colocar algo em prática. A Visão de Ciclo Completo é um hábito, quanto mais você tenta entender a mecânica do mundo, a história dos países, das empresas e das pessoas, mais você desenvolve a sua VCC, construindo mentalmente cenários futuros e podendo enxergar muitas possibilidades e decidir por aquele caminho com o melhor resultado e menor risco.

    RH – A VCC é recomendada para ser aplicada em que fase da vida profissional e independentemente do segmento de atuação?

    Célio Antunes – Qualquer pessoa em qualquer atividade, em qualquer momento e em qualquer lugar do mundo, pode desenvolver a VCC tanto para a sua vida pessoal como profissional. O maravilhoso disto tudo é entender o passado, compreender o que acontece no presente e enxergar as múltiplas possibilidades do futuro. Cada vez mais estudar o futuro é uma ciência muito importante e valorizada por muitas empresas, pois nossa vida vai ser vivida no futuro. As maiores empresas do nosso país e do mundo gastam milhões para conseguir enxergar o futuro, pois é lá que elas irão ganhar ou perder.

    RH – Como se aplica a Visão de Ciclo Completo na prática?

    Célio Antunes – Sem estudar muito qualquer coisa não se consegue desenvolver a VCC na prática, qualquerBusiness Plan – plano de negócios – pressupõe enxergar o futuro e colocar no papel um projeto. Assim alguém poderá motivar-se a investir algum dinheiro naquilo, porém sem antes testar exaustivamente todas as premissas elencadas no projeto. Eu falo no meu livro de um amigo que queria investir numa franquia de restaurante e com analises até simplistas mostrei para ele que o negócio não era viável, e realmente não o foi no futuro naquele mesmo ponto. Poucos sabem, mas eu trabalhei num restaurante que o meu pai teve e até nem cheguei a comentar isto no livro. Então, consegui atestar uma opinião segura, porque conhecia bem o ramo e então podia enxergar na minha VCC o que poderia acontecer naquele negócio. Digo outra vez então – sem estudar muito qualquer coisa não se consegue desenvolver a VCC na prática.

    RH – Fatores como estilos de vida e a forma como o talento percebe as dificuldades que se apresentam em sua jornada, são determinantes para o futuro da carreira?

    Célio Antunes – Só conseguimos tomar boas decisões se estamos com a cabeça em paz para pensar e acredito que estar em paz – isto dá um outro livro – é uma outra ciência. Acredito que a paz aparece quando conseguimos estar em equilíbrio em nossa vida, tanto no aspecto saúde, por meio da boa nutrição e atividades físicas, quanto no se sentir pleno e realizado em sua vida, ter aproveitado cada minuto para se aperfeiçoar e não ter perdido muitas oportunidades nesta vida. Bem, paz é um assunto complexo, não dá para exprimir em poucas palavras.
    Mas o seu estilo de vida e o seu estado de consciência sobre o que passa em sua vida – a VCC da sua vida – podem realmente determinar o futuro de sua carreira. Pois, se você tem paz para pensar sobre sua vida e equilíbrio para perceber as reais dificuldades de sua jornada, aplicando a VCC em tudo isto, pode perceber que em determinado momento você está acumulando experiências. E em outro determinado momento estará utilizando as experiências adquiridas para dar um grande impulso em sua carreira, enxergará também em outro momento se o seu potencial poderá ser mais bem explorado em outra empresa ou em outro ramo de atividade. Sempre é preciso atitude, mas sem paciência não chegamos a lugar algum e uma coisa boa que a VCC me trouxe é a paciência, pois se você enxerga um bom futuro, é só uma questão de tempo para chegar lá.

    RH – Que benefícios essa metodologia proporciona aos profissionais?

    Célio Antunes – Sem dúvida, saber para onde se está caminhando, além de confortável, é muito prazeroso. E com a VCC pode-se imaginar se o futuro é um lugar agradável, assim será uma caminhada segura e de realizações.

    RH – Em sua opinião, qual a armadilha que mais encanta as pessoas e que traz danos que marcam uma trajetória profissional?

    Célio Antunes – A principal armadilha é largar um projeto no meio do caminho, em troca de um pouco mais de salário, em outro lugar. O indivíduo precisa construir uma história de realizações em sua vida e sempre precisamos de tempo para isto. Não dá para ficar um ano em cada empresa para conseguir realizar algo. E o que acontece de terrível é que num futuro próximo o currículo destas pessoas será excluído no início dos processos seletivos, pois não terão nem oportunidade para falar para alguém que possuem algum conhecimento especial. Na verdade, deram prejuízo por onde passaram, pois não é barato contratar alguém, treiná-lo e aculturá-lo na organização, porque quando vão começar a dar resultados, pedem a conta e vão embora. Só que em poucos anos estão excluídos dos processos seletivos. Já tive a oportunidade de nas minhas palestras, ser procurado no final por pessoas nesta situação e que se arrependeram desta atitude, não pararam para pensar nem um pouco na VCC de sua carreira. Espero que o meu livro ajude as pessoas antes delas tomarem más decisões precipitadas em suas carreiras.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Começa o ano, o que temos para 2014???

    Começa o ano - 17 de JaneiroVejamos quais as áreas mais requisitadas e como o inglês vem influenciando nas contratações.

     

    Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a mão de obra  ainda em qualificação, se fazem  necessários alguns requisitos básicos para a alavancagem profissional e melhora salarial. Neste contexto os profissionais que tiverem habilidades e competências terão vantagem no mercado de trabalho. Algumas exigências que as empresas solicitam são:  bom raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas e ótima comunicação. Neste cenário, os idiomas são fundamentais, tanto para a desenvoltura na carreira como para a alavancagem profissional, sendo assim o idioma inglês um diferencial. A influência das multinacionais no país também requer o uso do idioma, assim como as empresas brasileiras que querem atuar no exterior.

     O que se nota hoje no mercado, é uma carência muito grande de profissionais com fluência no inglês, bem como, com baixa qualificação. Cursos técnicos continuarão valorizados, visto que eles têm uma amplitude maior, oferecem uma formação sólida e um conhecimento técnico aprofundado.

    Verificamos que as carreiras mais promissoras em nossas pesquisas, são as voltadas para os seguintes segmentos: Petróleo e Gás, Infraestrutura (construção civil, logística e telecomunicações), Serviços, Turismo, Hotelaria e Tecnologia da Informação. O  varejo responde pela maioria das oportunidades ofertadas no mercado. Funções estratégicas no mercado financeiro e e-commerce também estão despontando. Além das já citadas ainda temos as ligadas ao Marketing, Engenharia, Atuários, Contadores, Geofísicos e Economistas.

    Com a escassez de talentos o recrutamento e seleção se tornou muito competitivo para as profissões relacionadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Estas são especializações, na qual o inglês se tornou  um diferencial nas contratações e na evolução da carreira. O que se trata hoje em dia é uma relação globalizada, sendo o inglês a língua mais utilizada, tanto nas relações comercias quanto nas relações técnicas, gerando assim uma vantagem salarial e ascensão profissional.

    Texto de autoria de Marisa Ayub, Diretora da Quality Training RH.

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    Acreditar em si – O primeiro passo para alcançar metas e superar sonhos

    Acreditar em si - 15 de NovembroViver do passado não leva a lugar algum e dar o primeiro passo rumo à mudança faz todo o diferencial seja no âmbito pessoal e/ou profissional.

     

     

     Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    Mais uma vez, estamos próximos à chegada de um Ano Novo. Diante disso, muitas pessoas começam traçar metas, a fazer uma listagem de sonhos que desejam realizar, mas que nunca conseguiram concretizar por inúmeras razões. O fato é que viver do passado não leva a lugar algum e dar o primeiro passo rumo à mudança faz todo o diferencial sejam no âmbito pessoal e profissional. Para falar sobre superação realização de conquistas e quais são as principais ferramentas que estão disponíveis para o desenvolvimento individual, o RH.com.br entrevistou José Roberto Marques – fundador e presidente do IBC (Instituto Brasileiro de Coaching).
    Na visão de José Roberto Marques, a proximidade da chegada do Ano Novo pode servir de estímulo para as pessoas darem uma guinada, principalmente no campo profissional. Esse comportamento, segundo ele, está relacionado à cultura do brasileiro, porém podem utilizá-la ao nosso favor. O segredo é ter foco e determinação, e o principal – ação. Esse é o outro problema, as pessoas sonham, planejam, mas não executam.

     RH.com.br – Quando o Ano Novo aproxima-se as pessoas costumam traçar metas, inclusive no campo profissional. A “vira do calendário” é um estímulo para os talentos brasileiros?

    José Roberto Marques – Podemos dizer que sim. Na verdade é uma coisa cultural do brasileiro, porém podemos utilizá-la sim a nosso favor. O maior problema é que muitas vezes esses sonhos e desejos morrem no carnaval. O segredo é ter foco e determinação, e o principal – ação. Esse é o outro problema, as pessoas sonham, planejam, mas não executam. No próximo ano vou malhar, parar de comer gordura, tomar refrigerante, vou começar um curso de inglês, vou terminar de ler aquele livro. Para iniciar bem o ano, comece agindo. A decisão é o primeiro passo para gerar ação. Não basta apenas querer, é preciso decidir e agir em prol dos objetivos pretendidos. Se a meta é malhar, por exemplo, faça sua matrícula em uma academia. Se a intenção é parar de comer gordura e tomar refrigerantes, procure uma nutricionista que indicará outras opções mais saudáveis, evitando que você caia em tentação. Se você pretende começar um curso de inglês, que tal se preparar antes? Se o desejo é terminar o livro, que tal estipular um prazo para concluí-lo? O importante é criar estratégias para que cada desejo e sonho sejam, efetivamente, cumpridos.
    “O ser humano só conquista o que deseja quando se permite conhecer-se e transformar atitudes e comportamentos que o impedem de alcançar algo em uma poderosa força motivadora para conquistar tudo o que deseja. E é exatamente esta a proposta do Coaching, acelerar resultados rápidos, permanentes e duradouros em qualquer contexto, seja ele pessoal ou profissional”, acredita o presidente do IBC. Durante a entrevista ao RH.com.br, José Roberto Marques apresenta muitos outros pontos relevantes para quem deseja começar 2014 com o pé direito e ter boas conquistas! Tenha uma agradável leitura!

     RH – Muitos profissionais também se deparam com uma incógnita: como e onde investir no desenvolvimento de carreira? Qual o passo inicial para os que buscam dar uma guinada profissional?

    José Roberto Marques – Primeiramente qualquer profissional deve ter um plano de carreira bem definido. O planejamento feito através do Coaching fará com que ele obtenha uma visão sistêmica de sua carreira de maneira a enxergar o mercado, sua vida financeira, pessoal, além da definição clara de seus objetivos e metas, bem como suas maiores competências, pontos positivos e de melhoria que farão com que haja um desenvolvimento contínuo, aprimoramento de competências e potencialização pessoal e profissional. Além disso, com o auxílio do Coaching ele conquistará diversas aptidões fundamentais para melhorar seu desempenho enquanto profissional como uma liderança eficaz, organização, criatividade, comunicação, gestão de tempo, foco, entre muitos outros.

     RH – Nos últimos anos, o mercado brasileiro observou o surgimento de muitos recursos direcionados ao desenvolvimento de carreira. Entre eles, encontra-se o coaching. O que esse instrumento oferece de tão diferenciado em relação a outras metodologias?

    José Roberto Marques – Autoconhecimento. O ser humano só conquista o que deseja quando se permite conhecer-se e transformar atitudes e comportamentos que o impedem de alcançar algo em uma poderosa força motivadora para conquistar tudo o que deseja. E é exatamente esta a proposta do coaching, acelerar resultados rápidos, permanentes e duradouros em qualquer contexto, seja ele pessoal ou profissional. O coaching é uma metodologia de desenvolvimento humano que visa a conquista de metas e objetivos em um curto espaço de tempo. O Coaching é um processo diferente de outras metodologias, pois a partir do comprometimento total do cliente com seu processo, os resultados são extraordinários e percebidos rapidamente.

     RH – O que deve esperar um talento que opta pelo Coaching como instrumento de desenvolvimento de carreira?

    José Roberto Marques – Resultados rápidos e ser surpreendido pela sua própria experiência de vida, pelos seus valores e anseios. A conquista do autoconhecimento, do autodesenvolvimento e da autoestima para ser o condutor de sua própria vida e carreira. Além de uma infinidade de competências que farão com que ele desenvolva rapidamente o seu potencial infinito.

     RH – Os benefícios do Coaching são rapidamente perceptíveis pelos profissionais que recorrem a esse processo de desenvolvimento?

    José Roberto Marques – Sim, pois ele tomará uma nova postura e terá em mãos, a cada sessão, tarefas a cumprir, sendo que se ele não às executar não chegará ao resultado esperado. Tendo consciência disso, são altíssimas as chances de sucesso. O Coaching só é Coaching se houver resultados e, para isso, é necessário total comprometimento do indivíduo com as sessões, seu Coachee e suas tarefas a cumprir.

     RH – O Coaching veio para todo profissional, independentemente do segmento de atuação?

    José Roberto Marques – Sim, qualquer profissional que deseja alcançar seus objetivos através de desenvolvimento pode utilizar oCoaching. Uma pesquisa da Harvard apontou que para se obter sucesso profissional 15% se dá a conhecimentos específicos, e os outros 85% a habilidades. O Coaching possui diversos nichos, uma modalidade para qualquer área que um indivíduo desejar desenvolver, seja ela pessoal, profissional, organizacional, familiar, esportiva, social, espiritual, entre outras.

     RH – Quais as principais dúvidas que ainda “rondam” os profissionais em relação ao coaching?

    José Roberto Marques – O Coaching é uma metodologia nova no Brasil, o nome em inglês, e os resultados efetivos ainda são desconhecidos por muitas pessoas. Mas, aos poucos estamos caminhando para propagar a filosofia do coaching em todo o Brasil. Nosso desejo é que mais e mais pessoas, profissionais, equipes e organizações conheçam esta poderosa metodologia e saibam como suas vidas podem ser transformadas a partir de uma única decisão: fazer Coaching!

     RH – O processo de Coaching torna o profissional mais competitivo?

    José Roberto Marques – Sim. O profissional estará mais certo de suas aptidões e competências. Estará seguro em suas convicções e valores, saberá exatamente o caminho que trilhará para alcançar seu objetivo.

     RH – Para os que buscam se aprimorar como líderes, o Coaching tornou-se um processo indispensável?

    José Roberto Marques – Sim, por ser um processo rápido ele passou a ser bastante utilizado por profissionais que desejam ou já ocupam cargos de liderança, como gestores, diretores e executivos. Isso se dá pelo fato de que o Coaching não só dá ao profissional as ferramentas e o conhecimento, para que ele se aprimore e tenha uma liderança mais efetiva, mas também para que desenvolvam outras pessoas, no caso seus subordinados.

     RH – E para aqueles profissionais que ainda têm em dúvidas em escolher um instrumento com foco no desenvolvimento de carreira, que conselhos o senhor pode deixar registrados?

    José Roberto Marques – Todas as respostas estão dentro de você. Você precisa se conhecer para assim poder traçar um plano de carreira assertivo, que alinhe sua vida profissional e pessoal.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    As dificuldades em lidar com imprevistos

     

    Imprevistos - 08 de NovembroMuitas vezes, é no Departamento de RH que muitas situações de conflito explodem.

     

     

     Por Daniela Maciel | Diário do Comércio

    Situações estressantes, conflituosas e de difícil solução são comuns a qualquer profissional e a qualquer empresa. E é no Departamento de Recursos Humanos que muitas delas explodem. Impactados por uma série de mudanças que nos últimos anos deram aos profissionais de RH uma série de novas atribuições e ampliaram o caráter burocrático do setor para um perfil estratégico, muitos se sentem perdidos e os conflitos começam a aparecer entre o departamento e os demais setores da empresa.

    A Avaliação de Potencial e Perfil (APP) sobre o perfil do profissional de RH brasileiro, realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em março passado revelou que boa parte dos profissionais sente dificuldades ao lidar com situações imprevistas e com as próprias emoções. De acordo com os dados sobre a “Capacidade de Priorizar e Trabalhar com Imprevistos”, que avalia o grau de atenção concentrada e indica se o comportamento é dispersivo e se a pessoa consegue estabelecer suas prioridades de trabalhar com imprevistos e emergências, 17,6% revelaram dificuldades de concentração (geralmente geração Y), 29,6% disseram lidar bem com imprevistos e emergências e 52,8% revelaram-se estressados com imprevistos e emergências.

    Já no item “Gestão de Conflitos” que avalia como o profissional reage diante de situações tensas, 25,9% são explosivos em situações de conflito, 36,2% preferem evitar o conflito e 37,9% administram bem as situações de conflito. Quanto ao “Controle das Emoções”, que avalia a habilidade do indivíduo em lidar com suas emoções, 15,3% reprimem suas emoções, 22% revelam ser do tipo “pavio curto” e 62,7% alegam bom controle emocional. E, por fim, em relação ao “Estilo de Comunicação”, que avalia a capacidade que o indivíduo tem para informar com clareza e objetividade, conseguindo manter o grupo inteirado sobre as informações necessárias para o desenvolvimento de seu trabalho, 38,6% revelam boa capacidade de comunicação, 61,4% tendem a se comunicar mal, 13,8% são prolixos e 47,6% são sintéticos.

    Para a Consultora Especialista em RH da AB Consultoria Associados, Sofia Couto, a grande explicação para o número de conflitos está justamente no último item: a comunicação. “Precisamos entender que os conflitos fazem parte do dia a dia das pessoas, seja fora ou dentro das empresas e não são necessariamente ruins. Eles podem trazer reflexões e mudanças importantes. Aí o papel do RH é traduzir as demandas de cada um e ajudar a empresa a direcionar seus esforços em prol de um resultado”, explica Sofia Couto.

    Confira a reportagem na íntegra. Boa leitura!

     Publicado originalmente no Diário do Comércio.

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    Aprenda a usar a ansiedade a seu favor


    Ansiedade - 20 de Setembro Como conseguir qualidade de vida diante da agitação que vivemos? 

     

    Por Cersi Machado | rh.com.br

     

    Hoje em dia, saber lidar com as preocupações de forma consciente tornou-se uma das principais capacidades para se obter êxito. Como conseguir qualidade de vida diante da agitação que vivemos? Como lidar com a ansiedade que toma conta do cotidiano de todos nós? Precisamos compreender que ansiedade não é doença. É normal sentirmos um pouco de ansiedade, isso pode até nos ajudar a ter atitude, a colocar em movimento algo que consideramos importante, a nos ajudar na adaptação de alguma mudança. Há uma grande diferença entre ansiedade e a superansiedade. A ansiedade torna-se ruim quando prolongada, quando foge de seu controle e se torna irracional, interferindo em seus relacionamentos e na sua saúde.

    De acordo com os estudiosos nos assuntos sobre ansiedade e estresse, não há mal em ter um pouco de ansiedade, por exemplo: antes de uma entrevista de emprego, antes de uma apresentação em público etc. A respiração acelera, o coração bate mais forte, as mãos começam a suar – esses são sinais fisiológicos da ansiedade. Mas quando isso começa a fugir do controle, é preciso avaliar a maneira como está interpretando os desafios de seu dia a dia para que a ansiedade não se transforme em algo patológico. Segundo a Associação Brasileira de Psiquiatria, o excesso de ansiedade está entre as principais causas de afastamento do trabalho. Quando ficamos ansiosos o organismo libera cortisol, que em doses moderadas é uma coisa boa, porém quando a ansiedade se repete demasiadamente, o cortisol aumenta e isso pode prejudicar o sistema imunológico, acelerando a morte de células.

    Quando você está prestes a alcançar um objetivo importante, uma grande conquista, a ansiedade vai começar a tomar conta de seu corpo e isso é um bom sinal, pois é consequência de sua motivação. Já pensou se você estiver indo em busca da realização de um objetivo, mas sem um impulso maior, sem uma energia e vontade latente para alcançar o que tanto sonhou? Que graça teria essa conquista? O problema, repito, está na ansiedade demasiada e mal administrada.

    A ansiedade é um sentimento de futuro, ninguém sente ansiedade por algo que já aconteceu. Viver demasiadamente a ansiedade é estar preso ao medo do futuro.
    O que cada um precisa avaliar é se a ansiedade não está sendo ausência de fé em si mesmo ou falta de confiança no presente, pois isso acaba gerando insegurança.

    Lembre-se que a vida acontece aqui e agora, e o presente é o recurso mais importante que possuímos para concentrarmos nossa energia. Então, não devemos ficar presos ao futuro. É claro que devemos ter metas e projetar o futuro, porém você deve ficar consciente para que no agora você aja com inteligência.

    Veja algumas dicas para lidar com a ansiedade:

    – Quando a ansiedade começar a tomar conta de você, pare e analise as razões desse sentimento. Talvez você precise se organizar melhor ou talvez necessite avaliar algumas decisões no presente. Então, reflita e depois tenha uma atitude inteligente sem se martirizar.

    – Não bagunce tudo e todos ao seu redor. Não deixe a ansiedade tornar-se irracional.

    – Reconheça seus limites e aprenda a relaxar. Quando estiver no trabalho pare de vez em quando, respire melhor, movimente o corpo, tome água, fique em silêncio. Ao retornar para o trabalho você se sentirá melhor.

    – Lembre-se de que você não pode abraçar o mundo. Seja lógico ao definir suas prioridades do dia. Determine um tempo adequado para cada atividade.

    – Cuide de si mesmo. Determine duas prioridades essenciais: dormir bem e se alimentar corretamente.

    – Procure atividades prazerosas para descontrair e relaxar. Sua vida não deve ser focada somente em trabalho e pagar contas. Então, não abra mão do lazer e da diversão.

    – Tenha resiliência e não olhe somente para o lado negativo das situações, enfrente as adversidades de cabeça erguida, sem fazer “tempestades em copo d’água”.

    Esteja consciente para saber lidar com a ansiedade, pois é através dessa consciência que você poderá desenvolver algumas virtudes tão importantes como, por exemplo, a paciência, a confiança em si mesmo e o autocontrole. A ansiedade faz parte de nossa vida, portanto utilize-a a seu favor porque, às vezes, ela vem para nos fazer sair do lugar, para que a vida não seja uma jornada monótona e sem energia.

    (Originalmente publicado no site www.rh.com.br)

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