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As 23 perguntas mais frequentes em um processo de seleção

Para se preparar para uma entrevista de emprego é fundamental planejar as respostas corretas para as perguntas que serão realizadas. Por isso, listamos as 23 perguntas mais frequentes em um processo de seleção. Vamos a elas:

  1. Fale um pouco sobre sua formação acadêmica.
  2. Fale um pouco sobre sua formação acadêmica.
  3. Fale um pouco sobre o seu currículo.
  4. Por que você está interessado em trabalhar para esta empresa?
  5. Por que deveríamos contratá-lo?
  6. O que só você pode nos oferecer?
  7. Quais são os seus pontos fortes?
  8. Quais são os seus pontos fracos?
  9.  Cite três pontos em que você precisa melhorar.
  10. Conte sobre a realização de carreira da qual mais se orgulha.
  11. Conte sobre alguma vez em que você tenha cometido um erro.
  12. Conte-me sobre alguma vez em que foi além e também abaixo do que era esperado para um projeto.
  13. Conte-me como lidou com uma situação difícil.
  14. Como você lida com a pressão?
  15. O que as pessoas que se reportam diretamente a você diriam sobre você?
  16. Você é um líder ou um seguidor?
  17. Quais as suas metas de carreira?
  18. Onde você se vê em cinco anos? E em 10?
  19. Qual a sua pretensão salarial?
  20. Fale um pouco sobre você.
  21. Qual a sua disponibilidade?
  22. Quais são os seus hobbies?
  23. Como você ficou sabendo desta vaga?
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    Crise modifica perfil dos contratados para postos de alto escalão em Minas

    Oportunidades em cargos de gestão serão maiores em 2017

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal Hoje em Dia dá dicas sobre oportunidades em cargos de gestão.

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    Assim como para os demais profissionais, conquistar uma vaga de executivo na crise não tem sido fácil. Mas as perspectivas para 2017 são um pouco mais animadoras.

    “Até o ano passado, o país estava estagnado. Mas neste ano, a economia tende a reagir. As empresas já terão que se preparar para reposicionamento no mercado com contratação de gestores”, afirma a diretora-executiva da Quality Training, Marisa Ayub.

    Para disputar uma vaga nesse mercado é preciso se especializar para atender necessidades específicas das empresas. O ideal é conhecer bem aquele nicho onde pretende atuar e desenvolver cada vez mais habilidades profissionais na área escolhida.

    Dominar outros idiomas e ter uma vivência internacional também são questões importantes. Outro aspecto que pode agilizar o reposicionamento é a ampliação da rede de relacionamentos, uma vez que quem não é visto, não é lembrado quando surgem as oportunidades.

    “O profissional precisa ter uma experiência consistente na área de atuação, independentemente da idade. Por isso, mudar de foco de uma hora para a outra não é o ideal”, afirma a diretora-executiva do escritório de Belo Horizonte da Thomas Case e Associados, Elizabeth Pinheiro Chagas.

    Ela acredita em que um contexto de crise o ideal é também “abrir a cabeça”. Isso serve tanto para aceitar cargos em localidades mais distantes, quanto salários menores.

    Para os profissionais mais maduros, que já tinham uma carreira mais consolidada, essa flexibilidade pode ser mais difícil, porém fundamental para fazer frente à concorrência.

    Uma dica comum aos especialistas em recolocação profissional é a importância da estratégia na distribuição dos currículos. Se colocar à disposição de todas as vagas que surgirem é algo que mais atrapalha do que ajuda.

     

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    Como criar um perfil mais eficaz no Linkedin?

    Os cuidados que vão ajudá-lo a construir um bom currículo online.

    Carreira - 14 de março

    O volume de currículos que um recrutador recebe diariamente é muito grande e estudos indicam, que este profissional leva em média seis segundos para decidir se aquele CV vai seguir adiante ou não. Por isso, o currículo deve ser bem escrito e as informações mais relevantes precisam saltar aos olhos do headhunter.

    Em um mundo cada vez mais digital, o currículo on-line passa a ser o perfil no Linkedin – que também requer cuidados. Por isso, reuni neste artigo alguns conselhos práticos para deixar seu perfil mais atraente aos olhos do headhunter.
    Diferencial do Linkedin
    A grande vantagem desta rede é que não há limitação de espaço. Enquanto um currículo deve ser sucinto, com no máximo duas páginas, o perfil no Linkedin permite um pouco mais de flexibilidade e detalhes, porém sem exageros. Além disso, há alguns recursos que podem agregar valor à sua experiência.
    Recomendações
    Se tiver a oportunidade, peça para que pessoas do sua rede recomendem você em alguma atuação que tenha sido relevante, isso aumenta a credibilidade do seu perfil.
    Atividades extras
    Inclua suas experiências fora do mercado de trabalho, como vivências internacionais, publicações acadêmicas, participação de projetos na empresa, seminários, simpósios ou até mesmo trabalho voluntário. Jamais minta sobre alguma informação, pois o recrutador tem meios para verificar as informações expostas.
    Contribuição com conteúdo
    Seja ativo e relevante para sua rede. Da mesma forma que você pode usufruir de conteúdos interessantes divulgados por seus contatos, sempre que possível compartilhe também conteúdo. No entanto, é preciso ter cautela quando for compartilhar algo. Sempre pense se você compartilharia essa informação com os seus gestores na empresa atual, clientes e equipes. Se não tiver certeza sobre isso, é melhor não compartilhar. O Linkedin deve ter tópicos voltados para o mundo corporativo ou sua área de atuação, nunca itens informais, não é uma rede para postar piadas ou fotos que não agreguem valor para as suas conexões.
    Networking
    Tenha o maior número de conexões possível. O Linkedin possui filtros e geralmente as pessoas só conseguem visualizar até a 3° conexão, ou seja, se você tiver mais pessoas na sua rede aumenta a chance do seu perfil ser visualizado. O mesmo vale para os grupos, participe de grupos ligados à sua área de atuação e interesses, pois as pessoas dos mesmos grupos também conseguirão visualizar o seu perfil em buscas. Mantenha seus contatos ativos também nessa rede, além de seguir amigos e empresas.
    Monitoramento de oportunidades
    De tempos em tempos, é válido verificar vagas que possam ser de seu interesse e enviar o currículo. Também é importante ler artigos ou publicações que possam contribuir para que você seja um profissional melhor aproveitando a oportunidade para interagir com sua rede de contatos comentando ou curtindo algum artigo que lhe agradar aumentando, assim, a visualização do seu perfil.
    Foto
    Utilize uma foto corporativa (nunca deixe sem uma) que consiga transmitir seriedade e profissionalismo. Evite fotos na balada ou com amigos.
    Experiência
    Enumere suas experiências em ordem cronológica inversa, ou seja, do emprego mais recente ou o atual para os mais antigos, deixando mais detalhadas as descrições das três últimas experiências. Organize o texto em tópicos, evitando frases longas, e inclua palavras-chave referentes à sua área, lembre-se que alguns filtros encontrarão o seu perfil por essas palavras.
    Formação profissional e cursos relevantes
    Sempre inclua a sua formação profissional e os cursos de especialização ou outros cursos relevantes para a sua área de atuação, isso ajudará a fazer com que seu perfil seja encontrado.
    Idiomas
    Coloque o nível de fluência nos idiomas. Se isso não estiver claro, você pode ser barrado em algum filtro de busca. Mas cuidado: seja franco quanto à sua fluência. O idioma será testado.
    Dados de contato
    Esteja acessível para suas conexões. Sempre disponibilize um endereço de e-mail ativo, que você olhe com regularidade. Em alguns momentos, vale também fornecer o celular, principalmente se você está em busca de uma recolocação.
    Por fim, em seu perfil, logo abaixo do seu nome coloque algumas palavras-chaves que possam resumir suas principais qualificações. Evite colocar “disponível no mercado” ou “em busca de recolocação”, pois os recrutadores não utilizam essas palavras na busca e, sim, algo como, IRFS, engenheiro de alimentos, SAP, marketing digital etc. – palavras-chave que fazem sentido para a vaga.
    (Texto originalmente publicado na Revista Você S/A em 04/01/2017).

     

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    Brasil perdeu mais de 650 mil empregos com carteira assinada neste ano.

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal da Globo e dá dicas sobre como conseguir se recolocar no mercado de trabalho.

    Veja como se preparar!

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    Vagas de emprego: veja dicas para conseguir se recolocar no mercado

    Internet tem sido uma importante aliada na hora de procurar emprego. Venda direta tem sido uma boa saída para a crise.

    Matéria Quality

    A Diretora Executiva da Quality Training RH, Marisa Ayub, em entrevista à equipe do Jornal Hoje dá dicas sobre como conseguir se recolocar no mercado de trabalho.

    Assista a matéria na íntegra CLICANDO AQUI.

    A Sala de Emprego desta segunda-feira (30) fala sobre como procurar um emprego. O caminho para a recolocação no mercado de trabalho está mais longo, pela quantidade de gente desempregada no Brasil. Nesse cenário, a internet tem sido uma importante aliada na hora de procurar uma vaga.

    A internet ajuda na busca por emprego. Até o Sistema Nacional de Empregos (Sine) já anuncia as vagas disponíveis no site. “É importante já vir direcionado praquela vaga, com a documentação necessária pra que ele possa chegar aqui no Sine dentro do perfil do cargo escolhido”, orienta Alvimar Paiva, secretário adjunto de Trabalho e Emprego.

    Uma busca na internet antes pode ajudar a evitar as filas do Sine, que têm sido longas. “Porque tem gente que tem acesso à internet e tem gente que não tem acesso. Eu não tenho”, afirma Ernandes Aparecido Vieira, desempregado.

    Quem não tem acesso a um computador e, principalmente, à internet, hoje em dia, sai em desvantagem na hora de procurar um emprego. Em alguns casos, não consegue nem se candidatar a uma vaga, já que algumas empresas só recebem currículos no próprio site.
    “Diariamente eu faço buscas na internet por vagas que estejam de acordo com meu perfil e também para conhecer empresas de recolocação no mercado”, relata João Francisco de Souza, engenheiro de produção.

    O cadastro online deve ser objetivo e conter contatos pessoais, qualificação profissional, função que pretende ocupar e experiência coerente com o perfil da vaga, informações que a pessoa também pode postar nas redes sociais. “Ela pode colocar ali todas as experiências dela, vivências internacionais, se ela tem idiomas fluentes. Ela pode colocar as empresas nas quais já atuou, os prazos que ela ficou em cada empresa. Assim, como se fosse um currículo, ela vai divulgar aquilo na internet”, explica a consultora de RH Marisa Ayub.

    As redes sociais têm ajudado o vendedor Charles Batista Correia a distribuir currículos. Ele já avisou a um grupo de amigos que está procurando emprego de vendedor: “Às vezes, a empresa arquiva o CV e não dá muita atenção. Pelo grupo, aí é por indicação, eu acho que indicação é um bom caminho”.

    Pra quem não acredita, o redator Gustavo César Vitor conseguiu emprego por uma rede social dedicada a contatos profissionais e continua recebendo convites: “Depois que eu consegui esse emprego, algumas empresas entraram em contato comigo. Eu agradeci, mas acabei recomendando outras pessoas também. Vagas que poderiam ser minhas, mas eu mandei pra amigos meus que estão desempregados e que estão buscando uma recolocação profissional”.

    Venda direta
    Muita gente viu na venda direta uma saída para a crise e está recorrendo às vendas de porta em porta.

    Ir atrás do cliente é o segredo da venda direta. O revendedor Alexandre dos Santos passa o dia mimando seus clientes. Ele demonstra o produto que está vendendo, faz vídeo, coloca na rede social, manda e recebe mensagens o dia todo. Há um ano, ele largou um bom cargo de gerente em uma empresa que estava mal das pernas e foi vender: “Primeiro mês deu R$ 500 e aí começou a acontecer. Eu tinha oito anos como gerente comercial, atendia o mercado de óleo e gás, ganhava relativamente bem. Só que hoje eu sei o que é ganhar bem de verdade”.

    Só em 2015, a venda direta ganhou 110 mil novos revendedores. Gente que encontrou no setor a única fonte de renda depois que foi demitida do emprego. Existem hoje no Brasil 4,6 milhões pessoas trabalhando com venda direta.

    As empresas treinam de graça e o treinamento não é obrigatório. Para investir, é preciso pouco dinheiro, o suficiente para comprar os produtos. “Em média, cobra-se R$ 80, R$ 100, e dentro desse kit já tem produto que se você vender, já recupera o investimento desse negócio”, explica Roberta Kuruzu, diretora da Associação das Empresas de Venda Direta.

    O modelo nasceu nos Estados Unidos e é de lá que vem boa parte das empresas. Em uma delas, por exemplo, todo revendedor é considerado dono do próprio negócio. “Eu encontrei uma oportunidade de empreender, de vender produtos e ter o lucro da revenda e aí comecei a divulgar os produtos”, conta Giovana Albano, revendedora.

    A comerciante Jandilene Galvão acaba de aderir à marca. Ela é dona de três lojas de roupas e artigos importados em São Paulo e planeja no futuro fechar as lojas e só trabalhar com venda direta: “Eu penso na minha qualidade de vida, acordar a hora que eu quero, não ter funcionários, vender e me dedicar a venda e focar nisso”.

    (Originalmente publicado no site da Globo.com na página do Jornal Hoje em 30/05/2016)

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    Mercado instável: E agora?

    Os desafios e oportunidades que um profissional de RH vivenciará.Imprevistos - 08 de Novembro

    Já parou para pensar que de tempos em tempos o Brasil vive períodos de instabilidade? O que nós, profissionais de RH, podemos fazer em prol da organização onde atuamos e até mesmo de nossas carreiras?

    Nosso primeiro passo deve ser uma avaliação crítica do cenário econômico, situação da empresa frente a esse momento e nossas perspectivas em curto prazo. Após a análise, há duas possibilidades:

    • Vou permanecer na empresa – Como posso me posicionar de forma estratégica junto ao negócio e prestar suporte aos gestores na tomada de decisão?
    • Vou buscar uma recolocação no mercado – Como devo me preparar para isso?

    Nas duas situações, antes de tudo, é preciso planejamento. Diante de um mercado em crise, temos pouco, ou nenhum direito de errar. Principalmente, quando lidamos com nossa carreira. Pois, na maioria  das vezes, fazemos isso sozinhos, não podendo contar com profissionais que tenham experimentado a mesma situação e possam nos dar direcionamento sobre as melhores decisões a tomar.

    Pensemos então nas possibilidades:

    Vou permanecer na empresa – Como posso me posicionar de forma estratégica junto ao negócio e prestar suporte aos gestores na tomada de decisão?

    Busque informações sobre sua empresa e as alternativas que o RH poderá apresentar diante da situação.

    Como posso apoiar?

    Que tipo de análise tenho condições de apresentar ao gestor?

    Quais são as possibilidades de redução de impacto sobre as pessoas?

    Onde consigo enxergar redução de custo?

    Vou buscar uma recolocação no mercado – Como devo me preparar para isso?

    Avalie quais suas possibilidades junto ao cenário econômico.

    Como está meu currículo?

    Que empresas não foram tão impactadas pela crise e podem absorver de forma adequada meu perfil?

    Qual a faixa salarial trabalhada pelo mercado nesse momento?

    É melhor procurar oportunidades estando empregado, ou desempregado?

    Se mesmo contra minha vontade eu ficar desempregado, por quanto tempo consigo manter minha saúde financeira caso minha recolocação demore?

    Além da minha área de atuação principal, tenho como avaliar outras áreas?

    Após avaliar todos os fatores, “mãos a obra”!
    Elabore um plano de ação que seja pautado em fontes seguras de informação e ferramentas que possibilitem análises precisas. Seu primeiro desafio será identificá-las. Porém, com os dados em mãos, será possível desenhar os possíveis caminhos a seguir.

    Mensure a evolução e os resultados de cada etapa. É preciso definir se as metas propostas estão sendo alcançadas.

    Para toda proposta, construa um Plano A e um Plano B. Em alguns momentos você só saberá que não deu certo quando estiver no meio do caminho e será importante contar com a possibilidade de redirecionar sua estratégia.

    Amplie seus contatos. Busque no mercado/empresa, pessoas que possam servir como mentores e assessorá-lo no processo.

    Nos momentos de crise aprenda a identificar as oportunidades que são criadas, pois os profissionais se destacam não só por sua capacidade de entregar resultados, mas por sua capacidade de inovação, transformação e potencial para superar os desafios.

    A todo o momento nos deparamos com situações que nos fazem refletir e avaliar novas possibilidades. É preciso saber se realmente estamos preparados para o desafio, encarar de frente e avançar para que tudo dê certo.

    MOVIMENTE-SE!

     

     

     

     

    Este material é de propriedade da Quality Training Assessoria em RH e seu uso fica restrito à utilização interna e/ou com prévia autorização.

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    Atenção aos Detalhes!!!!

    Indo um pouco além do esperado

     Home Office

     Por Evaldo Costa | rh.com.br

    Quando se deseja fazer diferença na vida, a pessoa não deve preocupar-se tanto com as coisas grandes, mas sim redobrar a atenção com os detalhes, pois são os pequenos acontecimentos que fazem a grande diferença na vida dos vencedores.

    O sucesso não é obra do acaso, mas sim de muita disciplina, foco, conhecimento, habilidade e atitude. Querer vencer na vida sem se preparar adequadamente, é o mesmo que desejar acertar na loteria sem jogar. Pode até ser possível, afinal de contas pode-se encontrar um cartão premiado, mas convenhamos: é muito mais difícil, não é mesmo?

    Porém, a falta de atenção as pequenas coisas, não é o único responsável pelo insucesso das pessoas. Há também o fator pressa. Vivemos em uma sociedade desvairada por tempo. O trabalhador dos grandes centros urbanos vive correndo, em busca de tempo para cumprir tantos compromissos. Não há tempo para o café da manhã, almoço e o jantar com a família, é cena rara, atualmente. As mulheres terminam a maquiagem enquanto dirigem seus automóveis ou até mesmo nos transportes públicos.

    Caminha-se apressadamente pelas ruas, e se há necessidade de contatar alguém, digita-se uma mensagem no celular durante os deslocamentos, pois até para falar ao telefone já não se encontra a mesma disponibilidade do passado. As pessoas se acostumam com a pressa e com o tempo ela acaba incorporando ao estilo de vida.

    Parece que as pessoas estão mais preocupadas com a quantidade de atividades que pratica, do que com a qualidade delas. Por exemplo, não raro ao iniciar um novo projeto, não se toma os devidos cuidados. Tenta-se implementar muitas coisas ao mesmo tempo, quando o ideal seria consolidar uma etapa de cada vez, como se faz, por exemplo, ao subir uma escada.

    Isso ocorre com todos aqueles que imaginam que os resultados ótimos podem ser construídos do dia para a noite. Que o sucesso é resultado da velocidade e não da precisão de suas ações. Gente que quer falar um novo idioma em três ou quarto meses, que se deixam levar por falsas ilusões, que desejam facilidade, que pensam que basta pagar e terá tudo que mais deseja. Ledo engano, pessoas assim se esquecem de que o cérebro necessita de tempo para absorver novos conhecimentos, assim como a natureza precisa dele para germinar sementes e produzir alimentos.

    Os vencedores sabem onde desejam chegar, mas aprendem desce cedo a diferenciar pressa de eficiente. Não se deixam iludir com muitas atribuições, focam um único ponto e concentram as suas energias nele. São grandes observadores da natureza, e dela retiram o aprendizado para nortear as suas ações. Sabem que colherão o que plantarão, daí o compromisso deles com os detalhes.

    Durante mais de quarto décadas convivi com muitos campeões de vendas. Todos eles tinham algo em comum. Por exemplo, sempre entregavam mais do que os clientes esperavam receber, e não se deixavam levar pelas promessas de resultados fáceis. Eles são coerentes, verdadeiros, éticos e usam os detalhes como se fossem os degraus da escada que os conduzirão ao sucesso.

    Uma vez, em uma reunião ouvi um jovem principiante na profissão indagar ao seu líder, uma pessoa madura e bem-sucedida na profissão, o que ele teria que fazer para vencer na carreira que estava iniciando. Daí, foi aconselhado a se ater aos detalhes.

    Sem entender muito bem, solicitou ao líder que desse um exemplo. Então, o mestre virou-se para os presentes na sala e indagou: “Quem aqui atende muito bem os seus clientes?”. Todos levantaram as mãos. Logo, voltou a perguntar “Quem aqui conhece pelo menos um colega que não trata muito bem os seus clientes?”. Todos voltaram a levantar as mãos. Ele concluiu: “Alguém deve estar se enganando”. E concluiu: “Isso se chama atenção aos detalhes”.

    Pense nisso!

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Começa o ano, o que temos para 2014???

    Começa o ano - 17 de JaneiroVejamos quais as áreas mais requisitadas e como o inglês vem influenciando nas contratações.

     

    Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a mão de obra  ainda em qualificação, se fazem  necessários alguns requisitos básicos para a alavancagem profissional e melhora salarial. Neste contexto os profissionais que tiverem habilidades e competências terão vantagem no mercado de trabalho. Algumas exigências que as empresas solicitam são:  bom raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas e ótima comunicação. Neste cenário, os idiomas são fundamentais, tanto para a desenvoltura na carreira como para a alavancagem profissional, sendo assim o idioma inglês um diferencial. A influência das multinacionais no país também requer o uso do idioma, assim como as empresas brasileiras que querem atuar no exterior.

     O que se nota hoje no mercado, é uma carência muito grande de profissionais com fluência no inglês, bem como, com baixa qualificação. Cursos técnicos continuarão valorizados, visto que eles têm uma amplitude maior, oferecem uma formação sólida e um conhecimento técnico aprofundado.

    Verificamos que as carreiras mais promissoras em nossas pesquisas, são as voltadas para os seguintes segmentos: Petróleo e Gás, Infraestrutura (construção civil, logística e telecomunicações), Serviços, Turismo, Hotelaria e Tecnologia da Informação. O  varejo responde pela maioria das oportunidades ofertadas no mercado. Funções estratégicas no mercado financeiro e e-commerce também estão despontando. Além das já citadas ainda temos as ligadas ao Marketing, Engenharia, Atuários, Contadores, Geofísicos e Economistas.

    Com a escassez de talentos o recrutamento e seleção se tornou muito competitivo para as profissões relacionadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Estas são especializações, na qual o inglês se tornou  um diferencial nas contratações e na evolução da carreira. O que se trata hoje em dia é uma relação globalizada, sendo o inglês a língua mais utilizada, tanto nas relações comercias quanto nas relações técnicas, gerando assim uma vantagem salarial e ascensão profissional.

    Texto de autoria de Marisa Ayub, Diretora da Quality Training RH.

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    FELIZ 2014!!!!

    Mensagem Feliz 2014

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    Gestão da Mudança


    Liderança pelo Exemplo - 18 de OutubroComo transformar adversidades em oportunidades.

     

     

     Por André Dametto | rh.com.br

    O uso da competência Gerenciamento de Projetos é cada vez mais comum nas organizações. Muitas empresas incorporaram esta disciplina gerencial como forma de inovar seus negócios, processos, produtos e modelos de Liderança. Apesar de ser notório o avanço das ferramentas técnicas, tais como cronogramas e orçamentos, grande parte dos projetos ainda termina com atraso e custando mais do que o orçamento inicial. De acordo com pesquisa do Stevens Institute, 85% dos projetos não cumprem o prazo, 70% superam o custo esperado, sendo que taxas de 200 a 300% não são incomuns.

    Resta, então, uma pergunta: como podem os projetos ainda apresentarem tantas falhas dada a existência de tantas ferramentas técnicas e gerencias? A pergunta já traz em si a resposta: todos sabemos que projetos são feitos por pessoas e para pessoas. Então, é de se esperar que os fatores humanos sejam a principal alavanca, ou ofensor, na gestão de um projeto. Segundo pesquisa de Benchmarking do Project Management Institute Brazil, a principal causa de problemas em projetos é a falta de comunicação, atingindo 76% dos projetos analisados. Dada à importância do fator humano (ou soft) é importante que ele seja tão bem gerenciado quanto o aspecto técnico (ou hard) nos projetos.

    A fim de equilibrar fatores hard e soft na Gestão de Projetos, a Gestão de Mudanças revela-se como sendo a competência (conhecimentos, atitudes, ferramentas e práticas) para alcançar e superar os objetivos dos projetos, transformando adversidades em oportunidades. Dentre estas práticas de “gestão com equilíbrio” destacam-se: o mapeamento das pessoas afetadas pela mudança (stakeholders), a identificação e a preparação do líder apoiador mais adequado para engajar estes stakeholders, além das ações de comunicação, treinamento e alinhamento constantes em todas as fases do projeto.

    Uma dica para começar a incorporar esta competência no dia a dia dos seus projetos é reconhecer a mudança como um processo, entendendo que a implementação da mesma é apenas a parte final da transição. Antes dela, existem duas fases fundamentais: o reconhecimento da necessidade da mudança e o diagnóstico da mesma. Esta análise se dá em relação a aspectos como pessoas envolvidas, grau de resistência das mesmas, velocidade necessária de evolução, dentre outros quesitos.

    Assim como um avião precisa de combustível (força positiva) e vento contra (força negativa) para decolar, é somente neste equilíbrio de forças que as mudanças organizacionais em um projeto serão sustentadas. Outra recomendação é avaliar se as forças positivas sobrepõem às forças negativas.

    Os resultados do investimento em ações de Gestão de Mudança são notórios. Segundo a consultoria britânicaChangefirst, para cada R$ 1 investido há um retorno médio de R$ 6,50. A pesquisa Best Practices in Change Management revelou que 95% dos projetos pesquisados afirmam ter atingido ou excedido os objetivos quando realizaram uma Gestão da Mudança bem estruturada, contra 16% de sucesso em projetos sem este cuidado. E você, gostaria de obter mais informações sobre o conceito ou ainda está resistindo ao mesmo? Entre em contato, vamos trocar ideias, pois minha missão é apoiar pessoas e organizações a transformar sonhos em realidade.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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