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Deixar de acompanhar o seu progresso profissional é prejudicial

Coaching de Carreira - 07 de março

Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais.

 

 

Por Universia | infomoney.com.br

Não importa qual seja a sua área de atuação, você provavelmente deseja atingir metas e objetivos. Afinal, a principal motivação de um profissional competente deve ser contornar obstáculos e aceitar novos desafios. Porém, algumas pessoas passam muito tempo sem fazer auto avaliações e não sabem, de forma concreta, o quanto já progrediram em seus projetos.

Isso acontece porque muitos têm mede de perceber que estão indo para a direção errada, ou que não avançaram o quanto imaginavam. Esse tipo de decepção pode ser muito forte em alguns profissionais e, ao invés de animá-los, pode deixá-los desanimados e com vontade de desistir. E o pior: geralmente, as pessoas que mais precisam de auto análise são as que menos fazem isso.

Fazer um acompanhamento constante do seu progresso é crucial para entender quais são as suas falhas e onde você precisa se esforçar mais. Quando você descobre onde está errado, é necessário sair da zona de conforto e mudar a sua forma de trabalhar. Por mais desanimador que isso seja, é essa mudança de paradigma que irá deixá-lo mais próximo do sucesso.

Além disso, acompanhar o andamento do seu trabalho é a melhor maneira de não entregar resultados ruins. É muito melhor que você veja, com antecedência, que o seu trabalho não está bom, do que perceber isso pouco antes da data limite de entrega.

Se você ainda não se sente preparado para acompanhar de perto seu desempenho, uma solução para isso é pedir para que um amigo de confiança faça isso por você. Peça para que ele seja honesto em relação ao seu trabalho e diga onde você está errando e em que aspectos deve melhorar. Mas fique atento: a pessoa deve ser alguém que entenda a sua área de atuação e seja realmente de confiança. Senão, você corre o risco de piorar ainda mais o seu trabalho.

Perceber que você está fazendo as coisas de maneira errada pode ser doloroso, à princípio. Porém, depois que os resultados positivos começarem a aparecer, você verá que são essas auto análises que irão ajudá-lo a ser um profissional de sucesso. Não tenha medo de assumir seus erros, acompanhe o seu progresso profissional e fique mais próximo de atingir os seus objetivos.

Pense nisso!

 Publicado originalmente no site (www.infomoney.com.br).

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    Atenção aos Detalhes!!!!

    Indo um pouco além do esperado

     Home Office

     Por Evaldo Costa | rh.com.br

    Quando se deseja fazer diferença na vida, a pessoa não deve preocupar-se tanto com as coisas grandes, mas sim redobrar a atenção com os detalhes, pois são os pequenos acontecimentos que fazem a grande diferença na vida dos vencedores.

    O sucesso não é obra do acaso, mas sim de muita disciplina, foco, conhecimento, habilidade e atitude. Querer vencer na vida sem se preparar adequadamente, é o mesmo que desejar acertar na loteria sem jogar. Pode até ser possível, afinal de contas pode-se encontrar um cartão premiado, mas convenhamos: é muito mais difícil, não é mesmo?

    Porém, a falta de atenção as pequenas coisas, não é o único responsável pelo insucesso das pessoas. Há também o fator pressa. Vivemos em uma sociedade desvairada por tempo. O trabalhador dos grandes centros urbanos vive correndo, em busca de tempo para cumprir tantos compromissos. Não há tempo para o café da manhã, almoço e o jantar com a família, é cena rara, atualmente. As mulheres terminam a maquiagem enquanto dirigem seus automóveis ou até mesmo nos transportes públicos.

    Caminha-se apressadamente pelas ruas, e se há necessidade de contatar alguém, digita-se uma mensagem no celular durante os deslocamentos, pois até para falar ao telefone já não se encontra a mesma disponibilidade do passado. As pessoas se acostumam com a pressa e com o tempo ela acaba incorporando ao estilo de vida.

    Parece que as pessoas estão mais preocupadas com a quantidade de atividades que pratica, do que com a qualidade delas. Por exemplo, não raro ao iniciar um novo projeto, não se toma os devidos cuidados. Tenta-se implementar muitas coisas ao mesmo tempo, quando o ideal seria consolidar uma etapa de cada vez, como se faz, por exemplo, ao subir uma escada.

    Isso ocorre com todos aqueles que imaginam que os resultados ótimos podem ser construídos do dia para a noite. Que o sucesso é resultado da velocidade e não da precisão de suas ações. Gente que quer falar um novo idioma em três ou quarto meses, que se deixam levar por falsas ilusões, que desejam facilidade, que pensam que basta pagar e terá tudo que mais deseja. Ledo engano, pessoas assim se esquecem de que o cérebro necessita de tempo para absorver novos conhecimentos, assim como a natureza precisa dele para germinar sementes e produzir alimentos.

    Os vencedores sabem onde desejam chegar, mas aprendem desce cedo a diferenciar pressa de eficiente. Não se deixam iludir com muitas atribuições, focam um único ponto e concentram as suas energias nele. São grandes observadores da natureza, e dela retiram o aprendizado para nortear as suas ações. Sabem que colherão o que plantarão, daí o compromisso deles com os detalhes.

    Durante mais de quarto décadas convivi com muitos campeões de vendas. Todos eles tinham algo em comum. Por exemplo, sempre entregavam mais do que os clientes esperavam receber, e não se deixavam levar pelas promessas de resultados fáceis. Eles são coerentes, verdadeiros, éticos e usam os detalhes como se fossem os degraus da escada que os conduzirão ao sucesso.

    Uma vez, em uma reunião ouvi um jovem principiante na profissão indagar ao seu líder, uma pessoa madura e bem-sucedida na profissão, o que ele teria que fazer para vencer na carreira que estava iniciando. Daí, foi aconselhado a se ater aos detalhes.

    Sem entender muito bem, solicitou ao líder que desse um exemplo. Então, o mestre virou-se para os presentes na sala e indagou: “Quem aqui atende muito bem os seus clientes?”. Todos levantaram as mãos. Logo, voltou a perguntar “Quem aqui conhece pelo menos um colega que não trata muito bem os seus clientes?”. Todos voltaram a levantar as mãos. Ele concluiu: “Alguém deve estar se enganando”. E concluiu: “Isso se chama atenção aos detalhes”.

    Pense nisso!

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Precisa-se de talentos!!!

    Precisa-se de talentos - 10 de Janeiro
    Requisito: Ter Visão de Futuro

     

     

     Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    O ato de errar já é reconhecido pelas empresas como parte do processo de aprendizagem. Contudo, fazer o uso certo desse momento é que fará o erro tornar-se positivo ou não tanto, para o campo profissional e até mesmo pessoal do talento. A leitura de como o indivíduo interpreta a experiência vivenciada fará com que ele trilhe novos caminhos e abra um leque novo para novas experiências e uma possível carreira bem-sucedida e que venha atender tanto às expectativas dele, enquanto pessoa, como também da empresa que se prestou a investir no desenvolvimento dele.

    Para o empresário e escritor Célio Antunes, que recentemente lançou o livro: Carreira 360 Graus, Gente Editora, estudar o futuro é uma ciência muito importante e valorizada por muitas organizações, pois a vida do ser humano passou a ser direcionada, não no momento presente, mas sim nos fatores futuros que determinarão os resultados daquilo que pretendemos conquistar. Para alguns, isso pode parecer um momento filosófico, mas para Célio Antunes, encontra-se exemplificado na metodologia em que ele denomina de VCC – Visão de Ciclo Completo, que parte do princípio de que é preciso imaginar – por antecipação – tudo o que queremos construir nesta vida. “Na realidade, trata-se de um exercício mental em que você monta diferentes cenários futuros e analisa os impactos resultantes destes cenários”, explica.

    Em entrevista ao Rh.com.br, Antunes apresenta os argumentos que o levaram a defender esse ponto de vista e que culmina na estruturação de um Profissional 360 Graus, caracterizado por ter uma visão intraempreendedora e ser arduamente desejado pelas empresas da Era Digital.

    Confira a entrevista na íntegra e aproveite a leitura.

    RH.com.br – Em seu livro “Carreira 360 Graus”, o senhor afirma que o profissional do século 21 sente-se perdido, para se tornar o líder que as organizações tanto desejam. O que o levou a essa conclusão?

    Célio Antunes – Não só as informações estão abundantemente disponíveis, mas também a quantidade de soluções e as novas tecnologias surgidas nesta Era Digital. Isto propicia uma grande possibilidade de se fazer uma revolução na forma de gerir as empresas, e não é só a tecnologia que propicia esta revolução. Qual deve ser a atitude do novo líder perante todos estes desafios? Se não houver uma atitude intraempreendedora, proativa dentro das empresas, todo este potencial não será desenvolvido. E é isto o que estou pregando no meu livro, que os verdadeiros líderes tomem atitudes, promovam as transformações e implementem as inovações que as empresas estão precisando, não perdendo grandes oportunidades neste novo século. Muitas vezes a comunicação dentro das empresas não é clara. Então, o profissional não sabe se pode ou não propor mudanças e inovações, não sabe se atravessará algum sinal vermelho ou irá ferir susceptibilidades. Acredito bastante que o meu livro pode ser um bom guia para todas aquelas empresas que queiram incentivar o intraempreendedorismo proativo e dar liberdade para as pessoas colocarem as suas ideias na prática.

    RH – Esse sentimento de incerteza dos profissionais tende a aumentar ou logo os talentos conseguirão ter uma melhor visão de futuro?

    Célio Antunes – Ao desenvolver uma visão 360 graus sobre a empresa, o profissional terá cada vez mais segurança ao conhecer o processo produtivo da empresa e, então, poderá propor inovações e melhorias, dentro do que a empresa precisa e espera dele. Acredito firmemente que, quando as pessoas se interessam em compreender todos os desafios que a sua organização enfrenta e procuram aplicar o seu conhecimento técnico na solução destes desafios, o sentimento de incerteza desaparece e surge o entusiasmo para conseguir realizar coisas.

    RH – Que profissional as empresas tanto procuram, mas encontram dificuldade para captar?

    Célio Antunes – Os profissionais intraempreendedores proativos e com brilho nos olhos, que se sentem realizados por entregarem um trabalho bem feito e que traga significado para suas vidas e suas carreiras. Esses, sem dúvida alguma são os mais procurados e os chamo de profissionais extraordinários. Claro que é difícil captar estes profissionais, mas o que eu sinceramente espero é que ao lerem o meu livro eu esteja incentivando o surgimento destes profissionais intraempreendedores extraordinários. E posso afirmar com toda segurança que os resultados que eu mesmo tenho obtido nas minhas empresas têm sido extraordinários. Senti o brilho nos olhos e a proatividade nascer em vários profissionais que já pareciam apáticos. Tem sido impressionante o que estou vivenciando, não imaginava a revolução que iria acontecer em tão pouco tempo.

    RH – A solução para reduzir essa busca por profissionais extraordinários as não estaria em investir nos chamados high potentials?

    Célio Antunes – Eu acredito em despertar os high potentials. Quando o profissional sabe que existe espaço para ser extraordinário poderá desabrochar todo o seu potencial, basta que haja uma indicação e uma comunicação clara de abertura por parte da empresa. E estando o profissional preparado para empreender e tendo desenvolvido uma visão clara da atuação da empresa no mercado, pode então desenvolver todo o seu potencial de realização.

    RH – Sua linha de trabalho defende que os profissionais precisam ter uma VCC – Visão de Ciclo Completo, que resultará no desenvolvimento da carreira. O que isso significa na prática?

    Célio Antunes – Tudo o que fazemos na vida, se não for precedido de uma visão 360 graus do movimento das coisas, poderá acarretar em perda de tempo e prejuízo em muitos casos. É preciso traçar vários cenários futuros para todas as coisas e isto, por sua vez, se faz com muito estudo e observação dos movimentos à sua volta. Desta forma o profissional que desenvolve esta visão estudou os movimentos de casos de sucesso e insucesso. É importante também estudar os insucessos, uma grande fonte de aprendizado, pois assim o profissional vai pisando em terreno seguro e tomando atitudes que farão sua carreira ser bem-sucedida, procurando errar o menos possível. Errando menos, acertamos mais. Afinal, como se diz, “errar é humano” e não podemos nos preocupar com os erros, pois eles são grandes aprendizados para nós. Só precisamos, como falei, acertar mais que errar, que conseguiremos seguir em frente.

    RH – Quais as principais características da Visão de Ciclo Completo?

    Célio Antunes – A VCC parte do princípio de que nós temos de imaginar por antecipação tudo o que queremos construir nesta vida. Na realidade, trata-se de um exercício mental em que você monta diferentes cenários futuros e analisa os impactos resultantes destes cenários. Tudo isso antes de colocar algo em prática. A Visão de Ciclo Completo é um hábito, quanto mais você tenta entender a mecânica do mundo, a história dos países, das empresas e das pessoas, mais você desenvolve a sua VCC, construindo mentalmente cenários futuros e podendo enxergar muitas possibilidades e decidir por aquele caminho com o melhor resultado e menor risco.

    RH – A VCC é recomendada para ser aplicada em que fase da vida profissional e independentemente do segmento de atuação?

    Célio Antunes – Qualquer pessoa em qualquer atividade, em qualquer momento e em qualquer lugar do mundo, pode desenvolver a VCC tanto para a sua vida pessoal como profissional. O maravilhoso disto tudo é entender o passado, compreender o que acontece no presente e enxergar as múltiplas possibilidades do futuro. Cada vez mais estudar o futuro é uma ciência muito importante e valorizada por muitas empresas, pois nossa vida vai ser vivida no futuro. As maiores empresas do nosso país e do mundo gastam milhões para conseguir enxergar o futuro, pois é lá que elas irão ganhar ou perder.

    RH – Como se aplica a Visão de Ciclo Completo na prática?

    Célio Antunes – Sem estudar muito qualquer coisa não se consegue desenvolver a VCC na prática, qualquerBusiness Plan – plano de negócios – pressupõe enxergar o futuro e colocar no papel um projeto. Assim alguém poderá motivar-se a investir algum dinheiro naquilo, porém sem antes testar exaustivamente todas as premissas elencadas no projeto. Eu falo no meu livro de um amigo que queria investir numa franquia de restaurante e com analises até simplistas mostrei para ele que o negócio não era viável, e realmente não o foi no futuro naquele mesmo ponto. Poucos sabem, mas eu trabalhei num restaurante que o meu pai teve e até nem cheguei a comentar isto no livro. Então, consegui atestar uma opinião segura, porque conhecia bem o ramo e então podia enxergar na minha VCC o que poderia acontecer naquele negócio. Digo outra vez então – sem estudar muito qualquer coisa não se consegue desenvolver a VCC na prática.

    RH – Fatores como estilos de vida e a forma como o talento percebe as dificuldades que se apresentam em sua jornada, são determinantes para o futuro da carreira?

    Célio Antunes – Só conseguimos tomar boas decisões se estamos com a cabeça em paz para pensar e acredito que estar em paz – isto dá um outro livro – é uma outra ciência. Acredito que a paz aparece quando conseguimos estar em equilíbrio em nossa vida, tanto no aspecto saúde, por meio da boa nutrição e atividades físicas, quanto no se sentir pleno e realizado em sua vida, ter aproveitado cada minuto para se aperfeiçoar e não ter perdido muitas oportunidades nesta vida. Bem, paz é um assunto complexo, não dá para exprimir em poucas palavras.
    Mas o seu estilo de vida e o seu estado de consciência sobre o que passa em sua vida – a VCC da sua vida – podem realmente determinar o futuro de sua carreira. Pois, se você tem paz para pensar sobre sua vida e equilíbrio para perceber as reais dificuldades de sua jornada, aplicando a VCC em tudo isto, pode perceber que em determinado momento você está acumulando experiências. E em outro determinado momento estará utilizando as experiências adquiridas para dar um grande impulso em sua carreira, enxergará também em outro momento se o seu potencial poderá ser mais bem explorado em outra empresa ou em outro ramo de atividade. Sempre é preciso atitude, mas sem paciência não chegamos a lugar algum e uma coisa boa que a VCC me trouxe é a paciência, pois se você enxerga um bom futuro, é só uma questão de tempo para chegar lá.

    RH – Que benefícios essa metodologia proporciona aos profissionais?

    Célio Antunes – Sem dúvida, saber para onde se está caminhando, além de confortável, é muito prazeroso. E com a VCC pode-se imaginar se o futuro é um lugar agradável, assim será uma caminhada segura e de realizações.

    RH – Em sua opinião, qual a armadilha que mais encanta as pessoas e que traz danos que marcam uma trajetória profissional?

    Célio Antunes – A principal armadilha é largar um projeto no meio do caminho, em troca de um pouco mais de salário, em outro lugar. O indivíduo precisa construir uma história de realizações em sua vida e sempre precisamos de tempo para isto. Não dá para ficar um ano em cada empresa para conseguir realizar algo. E o que acontece de terrível é que num futuro próximo o currículo destas pessoas será excluído no início dos processos seletivos, pois não terão nem oportunidade para falar para alguém que possuem algum conhecimento especial. Na verdade, deram prejuízo por onde passaram, pois não é barato contratar alguém, treiná-lo e aculturá-lo na organização, porque quando vão começar a dar resultados, pedem a conta e vão embora. Só que em poucos anos estão excluídos dos processos seletivos. Já tive a oportunidade de nas minhas palestras, ser procurado no final por pessoas nesta situação e que se arrependeram desta atitude, não pararam para pensar nem um pouco na VCC de sua carreira. Espero que o meu livro ajude as pessoas antes delas tomarem más decisões precipitadas em suas carreiras.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    Começa o ano, o que temos para 2014???

    Começa o ano - 17 de JaneiroVejamos quais as áreas mais requisitadas e como o inglês vem influenciando nas contratações.

     

    Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e a mão de obra  ainda em qualificação, se fazem  necessários alguns requisitos básicos para a alavancagem profissional e melhora salarial. Neste contexto os profissionais que tiverem habilidades e competências terão vantagem no mercado de trabalho. Algumas exigências que as empresas solicitam são:  bom raciocínio lógico, capacidade de resolução de problemas e ótima comunicação. Neste cenário, os idiomas são fundamentais, tanto para a desenvoltura na carreira como para a alavancagem profissional, sendo assim o idioma inglês um diferencial. A influência das multinacionais no país também requer o uso do idioma, assim como as empresas brasileiras que querem atuar no exterior.

     O que se nota hoje no mercado, é uma carência muito grande de profissionais com fluência no inglês, bem como, com baixa qualificação. Cursos técnicos continuarão valorizados, visto que eles têm uma amplitude maior, oferecem uma formação sólida e um conhecimento técnico aprofundado.

    Verificamos que as carreiras mais promissoras em nossas pesquisas, são as voltadas para os seguintes segmentos: Petróleo e Gás, Infraestrutura (construção civil, logística e telecomunicações), Serviços, Turismo, Hotelaria e Tecnologia da Informação. O  varejo responde pela maioria das oportunidades ofertadas no mercado. Funções estratégicas no mercado financeiro e e-commerce também estão despontando. Além das já citadas ainda temos as ligadas ao Marketing, Engenharia, Atuários, Contadores, Geofísicos e Economistas.

    Com a escassez de talentos o recrutamento e seleção se tornou muito competitivo para as profissões relacionadas à ciência, tecnologia, engenharia e matemática. Estas são especializações, na qual o inglês se tornou  um diferencial nas contratações e na evolução da carreira. O que se trata hoje em dia é uma relação globalizada, sendo o inglês a língua mais utilizada, tanto nas relações comercias quanto nas relações técnicas, gerando assim uma vantagem salarial e ascensão profissional.

    Texto de autoria de Marisa Ayub, Diretora da Quality Training RH.

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    Ano Novo: Supere os desafios!

    Ano novo supere desafios - 03 de JaneiroMais um ano se inicia e muitas pessoas se vêem estimuladas a traçarem novas metas. Veja algumas dicas que podem ajudá-lo.

     

    Por Patrícia Bispo | rh.com.br

    Mais um ano se inicia e muitas pessoas se vêem estimuladas a traçarem novas metas, principalmente no campo profissional. Contudo, algumas sentem dificuldade de dar o pontapé inicial para uma guinada. Isso se deve a fatores que podem estar atrelados tanto a competências técnicas como também comportamentais.

    Veja abaixo algumas sugestões que podem ajudá-lo a iniciar 2014 com boas perspectivas.

    1 – Se você já tem experiência profissional, faça uma retrospectiva dos últimos anos de sua carreira. Isso não deve levá-lo a um estado de nostalgia, mas sim a uma auto avaliação do que você foi capaz de realizar em prol do seu desenvolvimento.

    2 – Uma vez traçada a sua linha de desenvolvimento profissional, avalie se algo que você desejava não foi conquistado e os motivos que contribuíram para esse estado de “paralisia”. Será que a responsabilidade desse fato está apenas relacionada à empresa em que você trabalha ou faltou iniciativa da sua parte? Muitas vezes, o melhor passo para o crescimento é o profissional ser honesto consigo e não ficar procurando desculpas para todas as questões que surgem à nossa volta e não nos agradam.

    3 – Já que pontuamos o desenvolvimento profissional, não espere a chegada do Ano Novo para obter informações sobre aquele curso ou treinamento que você sempre quis fazer, mas adiou por muitas vezes. Aproveite o agora e não espere o depois, pois isso faz muita diferença para quem deseja sair da zona de conforto.

    4 – Como está o seu networking? Lembre-se de que a rede de relacionamento é uma rica fonte para o profissional trocar experiências com outras pessoas que atuam na sua área. Mas não esqueça de que apenas acrescentar contatos não é manter uma rede fortalecida. É preciso que você esteja disposto a trocar informações, a receber e a dar algo em troca. Não veja o networking como uma rede de mão única.

    5 – Outro fator importante é manter-se atualizado tanto na sua área, quanto em relação a temas que sejam considerados de interesse geral. Hoje, por exemplo, fala-se muito em sustentabilidade – tema que tem sido constantemente abordado no campo organizacional. Se durante uma reunião de trabalho o tema for mencionado, existe a possibilidade de que você contribua com alguma sugestão para que a empresa implante ações sustentáveis?

    6 – Muitas empresas têm valorizado os profissionais não somente por aquilo que eles realizam dentro dos seus “portões”, mas também pelas ações que as pessoas assumem como cidadão. Não é à toa que muitas empresas estimulam atividades como o voluntariado. Isso tem levado vários profissionais a exercerem a cidadania, seja abraçando um projeto interno ou mesmo contribuindo no anonimato com alguma atividade em prol da sociedade. Existe algo que você possa fazer nesse sentido?

    7 – Já parou para pensar como seus colegas de trabalho o percebem no dia a dia? Você pode dominar muitas competências técnicas essenciais à sua função, mas se o seu lado comportamental não estiver preparado para, por exemplo, trabalhar em equipe, aceitar as mudanças, entre outros fatores, existe o risco que de você torne-se obsoleto para o mercado. Por isso, observe como as pessoas o vêem no ambiente corporativo. Caso sejam realizadas avaliações de desempenho na organização, reveja se os pontos fracos que foram identificados foram trabalhados por você.

    8 – Existem pessoas que quando vêem outros profissionais em ascensão, simplesmente argumentam que o “sol não nasceu para todos” e que apenas alguns atingirão o sucesso. Não caia nessa armadilha dos que se consideram perdedores por natureza. Ao invés de lamentar, observe que caminhos a pessoa que você admira trilhou e procure, se possível, aconselhar-se com quem já deu uma guinada na carreira. Como exemplo, tome pessoas que possam alavancar sua vida e nunca levá-lo à desmotivação.

    9 – Cometeu erros em sua trajetória profissional? Só não comete erros quem nunca tentou fazer algo. Por isso, não desista na primeira tentativa. Busque o seu espaço na empresa em que atua e no mercado de trabalho. Abra-se para novas possibilidades, mas tenha a certeza de que nada vem fácil.

    10 – Você tem cuidado da sua saúde de forma responsável? Muitas vezes, a correria do dia a dia não permite que as pessoas lembrem-se de que as conquistas exigem muito tanto da mente quanto da parte física do indivíduo. Por esse motivo, é preciso cuidar da saúde, fazer um check-up anual, aderir a uma alimentação mais saudável e abandonar o sedentarismo.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    FELIZ 2014!!!!

    Mensagem Feliz 2014

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    Chegou a hora de se planejar

    Dicas para o seu planejamento para 2014

     

    Entra ano e sai ano, conquistas que ainda continuaram em sua meta ou novas que virão com o novo ano, então, é preciso que você avalie o que passou neste ano e o que virá no próximo. Você conseguiu cumprir aquela desejada meta no ano passado? Caso a resposta seja sim, parabéns, mas há muitas pessoas que não conseguiram alcançar a conquista desejada, e isso deve-se a realização de algo de forma errada. O quê? Como fazer para que você consiga realizar neste novo ano o seu sonho? Não importa a meta para o próximo ano, é preciso que você primeiramente realize um planejamento pessoal, e para isso é muito simples, basta verificar as dicas listadas logo abaixo:

    – Faça uma revisão do que é importante para você: Para que você não perca tempo à toa no próximo ano é preciso ter foco, assim questione-se sobre o que realmente é importante e o que deseja para o novo ano, mas responda sem dúvidas e com clareza. Quais são as atividades que você deverá dar ênfase no próximo ano? Quais serão as que ganharão destaque? Para auxiliar você nesta tarefa, crie uma lista com as atividades em “Foco” e outra de “Stops”, e em seguida conclua a mesma crie uma lista das prioridades, ou melhor, de maior importância. Desta forma, olhe para os cinco primeiros itens desta lista e planeja um plano de ação em sua agenda sobre cada item, independente qual seja ele.

    – Não tenha vergonha, use uma agenda: É indicado que você passe a utilizar uma ferramenta simples e prática que lhe ajude a centralizar todas suas metas, e para isso não há nada melhor do que uma agenda.

    – Não exagere na quantidade de metas: Fazer uma grande quantidade de planos poderá lhe atrapalhar na realização dos mesmos, por isso, não adianta de nada criar muitos planos. Desta forma, é preciso que você foque gradativamente em seus objetivos durante todo o ano, no entanto, é preciso que os mesmos sejam viáveis e relevantes. Como roteiro, saiba realmente o que você quer, saiba o quanto será necessário investir, e por fim, define-as. É interessante também que você crie uma lista do tempo de curto ou em longo prazo e de ações práticas para a realização de suas metas.

    – Crie um ponto de controle: Este é um fator importante que muitos se esquecem, ou melhor, é preciso que você faça uma reunião consigo mesmo a cada bimestre, por exemplo, para uma revisão de suas metas, de seus “Focos” e “Stops”. Realizando esta tarefa você amenizará as chances de que a sua meta seja esquecida ou até mesmo cumprida.

    – Fale e desabafe com alguém de confiança sobre suas metas: É indicado que você escolha uma pessoa próxima para dividir seus objetivos, para que a mesma ajude a manter seu nível de confiança, questione sobre seus planos e motivação. Tenha sempre um amigo por perto para lhe auxiliar no controle de seus objetivos.

    – Coloque você em seu ano: Quanto mais tempo você tiver para si mesmo, maior será a energia para a realização de seus planos para o novo ano, sendo que é preciso que você inclua neste meio tempo atividades para lazer, prática de atividades físicas ou atividades para que você consiga “recarregar suas energias”.

     Publicado originalmente no blog (www.blogdicas.net).

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    Gestão da Mudança


    Liderança pelo Exemplo - 18 de OutubroComo transformar adversidades em oportunidades.

     

     

     Por André Dametto | rh.com.br

    O uso da competência Gerenciamento de Projetos é cada vez mais comum nas organizações. Muitas empresas incorporaram esta disciplina gerencial como forma de inovar seus negócios, processos, produtos e modelos de Liderança. Apesar de ser notório o avanço das ferramentas técnicas, tais como cronogramas e orçamentos, grande parte dos projetos ainda termina com atraso e custando mais do que o orçamento inicial. De acordo com pesquisa do Stevens Institute, 85% dos projetos não cumprem o prazo, 70% superam o custo esperado, sendo que taxas de 200 a 300% não são incomuns.

    Resta, então, uma pergunta: como podem os projetos ainda apresentarem tantas falhas dada a existência de tantas ferramentas técnicas e gerencias? A pergunta já traz em si a resposta: todos sabemos que projetos são feitos por pessoas e para pessoas. Então, é de se esperar que os fatores humanos sejam a principal alavanca, ou ofensor, na gestão de um projeto. Segundo pesquisa de Benchmarking do Project Management Institute Brazil, a principal causa de problemas em projetos é a falta de comunicação, atingindo 76% dos projetos analisados. Dada à importância do fator humano (ou soft) é importante que ele seja tão bem gerenciado quanto o aspecto técnico (ou hard) nos projetos.

    A fim de equilibrar fatores hard e soft na Gestão de Projetos, a Gestão de Mudanças revela-se como sendo a competência (conhecimentos, atitudes, ferramentas e práticas) para alcançar e superar os objetivos dos projetos, transformando adversidades em oportunidades. Dentre estas práticas de “gestão com equilíbrio” destacam-se: o mapeamento das pessoas afetadas pela mudança (stakeholders), a identificação e a preparação do líder apoiador mais adequado para engajar estes stakeholders, além das ações de comunicação, treinamento e alinhamento constantes em todas as fases do projeto.

    Uma dica para começar a incorporar esta competência no dia a dia dos seus projetos é reconhecer a mudança como um processo, entendendo que a implementação da mesma é apenas a parte final da transição. Antes dela, existem duas fases fundamentais: o reconhecimento da necessidade da mudança e o diagnóstico da mesma. Esta análise se dá em relação a aspectos como pessoas envolvidas, grau de resistência das mesmas, velocidade necessária de evolução, dentre outros quesitos.

    Assim como um avião precisa de combustível (força positiva) e vento contra (força negativa) para decolar, é somente neste equilíbrio de forças que as mudanças organizacionais em um projeto serão sustentadas. Outra recomendação é avaliar se as forças positivas sobrepõem às forças negativas.

    Os resultados do investimento em ações de Gestão de Mudança são notórios. Segundo a consultoria britânicaChangefirst, para cada R$ 1 investido há um retorno médio de R$ 6,50. A pesquisa Best Practices in Change Management revelou que 95% dos projetos pesquisados afirmam ter atingido ou excedido os objetivos quando realizaram uma Gestão da Mudança bem estruturada, contra 16% de sucesso em projetos sem este cuidado. E você, gostaria de obter mais informações sobre o conceito ou ainda está resistindo ao mesmo? Entre em contato, vamos trocar ideias, pois minha missão é apoiar pessoas e organizações a transformar sonhos em realidade.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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    O Rei da Selva – ATITUDE!!!

    Rei de Selva - 29 de Novembro

     

     

     

    É incrível imaginar que o leão não é o animal mais alto, não é o maior, o mais forte, o mais poderoso, nem o mais inteligente e, mesmo assim, ele é o rei da selva. O que será que faz o leão ser o rei da selva?

    É a sua ATITUDE que o faz ser líder e ser rei. O leão não vive pelo que ele vê, mas pelo que ele “pensa”. Ele olha para um elefante e não vê um adversário grande, imponente e mais inteligente. Sua atitude mental diante das adversidades é que determina seu sucesso. Ele olha para o elefante e vê o almoço; o elefante olha para o leão e “pensa”: – Chegou o chefe!

    A ATITUDE é um produto da CRENÇA, e a CRENÇA produz CONFIANÇA. As pessoas que se destacam creem no profundo que os fazem falar e viver pela fé! CONFIANÇA é a habilidade de conseguir seus objetivos baseados em uma convicção de que é possível.

    Vemos profissionais saindo de casa derrotados justamente porque focam no problema e não visualizam que é possível vencê-los.

    Podemos dizer que essa é uma ATITUDE mãe, e tem supremacia sobre todas as outras.

    Guardem uma coisa:

    “Um exército de ovelhas guiados por um Leão, vão sempre derrotar um exército de Leões guiados por uma ovelha”.

    – A ATITUDE controla a maneira como você age;

    – A ATITUDE determina a maneira que você responde a vida;

    – A ATITUDE pode abrir ou fechar portas de oportunidades na sua vida;

    – A sua ATITUDE determina suas limitações.

    Você não terá sucesso até que a sua ATITUDE seja mudada.

     Publicado originalmente no site (www.amagiadomundodosnegocios.com.br).

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    Estresse, trabalho e qualidade de vida na Gestão de Pessoas

    Estresse, trabalho e qualidade de vida na Gestão de Pessoas - 22 de NovembroO estresse vem tornando-se um problema com dimensões cada vez maiores nas organizações.

     

     

     Por Ligia Henz | rh.com.br

    O estresse vem tornando-se um problema com dimensões cada vez maiores nas organizações, tendo como algumas causas a falta de tempo para concluir os serviços e a necessidade de realizar muitas tarefas diferentes ao mesmo tempo. O estresse ocupacional refere-se aos estímulos do ambiente de trabalho que exigem respostas adaptativas por parte do trabalhador e que excedem sua habilidade de enfrentamento. Estes estímulos são chamados de estressores organizacionais.

    Foi Hans Selye que, em 1926, utilizou este termo pala primeira vez, definindo o estresse como “um conjunto de reações que o organismo desenvolve ao ser submetido a uma situação que exige esforço para adaptação”, pois já havia notado que muitas pessoas que sofriam de várias doenças reclamavam dos mesmos sintomas como, por exemplo, falta de apetite, pressão alta, desânimo e fadiga.

    Podemos dizer que estresse é uma alteração psicofisiológicas do organismo, observável através de sintomas físicos e psicológicos, para reagir a uma situação de tensão e opressão. O estresse é um processo e não uma reação única, pois a partir do momento em que uma pessoa é submetida a uma fonte de estresse, um longo processo bioquímico instala-se, cujo início manifesta-se de maneira bastante semelhante, por sintomas como taquicardia, sudorese excessiva, tensão muscular, boca seca e sensação de estar em alerta.

    Estresse no trabalho é o resultado de um conjunto de várias situações ou condições, que são potencialmente desestabilizadoras, em razão de incongruências ou falta de adaptação entre pessoas e ambiente, e pode manifestar-se como problemas de saúde física ou emocional e ainda como alterações de comportamento no trabalho e em casa. Sintomas físicos: dores de cabeça, tensão muscular, dores das costas e no pescoço, cansaço excessivo, problemas de sono e no sistema digestivo, taquicardia, suor excessivo, diminuição da libido, entre outras.

    As condições de trabalho são geradoras de fatores estressantes, quando há deterioração das relações entre funcionários, com ambiente hostil entre as pessoas, perda de tempo com discussões inúteis, trabalho isolado entre os membros, com pouca cooperação, presença de uma inadequada abordagem política, com competição não saudável entre as pessoas.

    O estresse ocupacional, assim como as outras formas de manifestação desse fenômeno, não é necessariamente uma doença ou algo que deva ser eliminado totalmente do cotidiano das pessoas, principalmente porque está associado ao mecanismo de sobrevivência dos indivíduos. O estresse, quando se manifesta dentro dos limites toleráveis que são específicos e únicos para cada indivíduo, faz parte de nossas vidas. Viver pressupõe estar em condições nas quais o estresse necessariamente se manifestará.

    É impossível determinar todos os impactos causados pelo estresse nos funcionários, sendo que pessoas diferentes reagem biológica e psicologicamente de forma igualmente distinta ao processo de estresse. Nas organizações, o estresse pode gerar absenteísmo, rotatividade, afastamento por doenças, conflitos interpessoais, acidentes de trabalho, dentre outros.

    Embora o estresse não seja doença, é papel do gestor de pessoas monitorar constantemente como ele se manifesta no ambiente laboral, avaliando suas consequências e seus impactos, seja na saúde dos indivíduos seja nos resultados organizacionais.

    Não existem soluções únicas e receitas milagrosas para se lidar com o estresse. Cada contexto requer uma análise, de preferência com a participação de profissionais de diversas competências tais como médicos do trabalho, gestores de Recursos Humanos, psicólogos, dentre outros. E para cada situação específica, uma solução que seja construída de forma participativa e interativa, envolvendo também os colaboradores.

    A mudança de atitudes permite uma melhor forma de lidar com os fatores estressantes presentes no ambiente de trabalho, principalmente quando há o investimento em relações humanas saudáveis, baseadas em situações de valorização e apreciação de pessoas.

    Intervenções que podem ser adotadas com o objetivo de gerenciar os níveis de estresse pessoal e organizacional: técnicas de relaxamento, alimentação balanceada, exercício físico regular, repouso, lazer e diversão, sono apropriado às necessidades humanas, psicoterapia e vivências que favoreçam o autoconhecimento, administração do tempo livre para atividades ativas e prazerosas, medicação, com supervisão médica.

    O uso de metas específicas, que sejam percebidas como tangíveis, reduzem as incertezas e, consequentemente, o estresse ocupacional. É necessário dar aos empregados responsabilidade, trabalhos significativos e maior autonomia, fatores que podem reduzir o nível de estresse. Clareza na comunicação permite maior transparência no relacionamento entre empresa e colaborador, contribuindo no controle do estresse.

     Publicado originalmente no site (www.rh.com.br).

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