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Tendências > Mercado de Trabalho > O que deseja a geração Y?

Eles nasceram na década de 1980 e já se destacam no mercado de trabalho pela facilidade de aprendizagem, habilidade com as novas tecnologias e capacidade multitarefa. São proativos e anseiam por uma rápida ascensão profissional. Entretanto, são percebidos como pessoas individualistas e imediatistas que não hesitam em trocar de empresa caso não se sintam confortáveis e valorizados no ambiente corporativo. Sem um clima agradável e boa recompensa financeira, esses jovens partem para outro desafio. Eles almejam reconhecimento profissional.

Qual é a melhor maneira de uma empresa lidar com esses profissionais? A sugestão é que o feedback seja dado com maior frequência. É uma ótima maneira de conter a ansiedade dos jovens dessa geração. O diálogo deve ser constante e os limites devem ser estabelecidos de forma clara. Eles precisam que a hierarquia e as regras de comportamento no ambiente de trabalho sejam explicitadas. Ao contrário do que se imagina, essa geração aceita muito bem críticas, mas deseja entender o por quê das mesmas.

Devido à alta rotatividade desses profissionais no mercado de trabalho, a maioria das empresas tem adotado os treinamentos profissionais como uma estratégia para qualificar e reter novos talentos em sua grade de colaboradores. É uma maneira indicada para aumentar a experiência e prepará-los para assumir cargos de liderança futuramente.

É importante também que os líderes estejam preparados para distribuir várias funções, sabendo que esses jovens são capazes de se dedicar à diversas atividades ao mesmo tempo. Essa geração também se adapta melhor a uma jornada de trabalho flexível, o que normalmente traz mais motivação do que uma elevada remuneração. Um exemplo bem-sucedido de flexibilidade é na Google. A empresa, além de valorizar a produtividade em detrimento do tempo de trabalho, é reconhecida por oferecer atividades de recreação durante a jornada diária. Nada melhor para estimular a criatividade.

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